Já está circulando entre os pecuaristas mais tradicionais do Brasil o catálogo oficial com as fotos destacando o 39 ° Leilão Anual Carpa – Um rio de Produtividade. Mais um trabalho do Grupo Publique. Não perca. Dia 18 de agosto, um sábado, a partir das 13 horas, no  Recinto de Leilões Carpa, em Serrana (SP). Com transmissão ao vivo pelo Canal Rural. É “Carpa – 100% Nelore – O Peso da Genética”.

Fala Carlão mais que especial hoje, terça-feira, dia 31 de julho! Você tem dias mil razões para assistir. Não perca! Às 20:30 horas no Canal Rural e, logo em seguida, episódio completo no Facebook.
Acompanhem!.

“Encontro com Pré-candidatos” recebeu o fundador do partido e pré-candidato à Presidência da República.

O pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Novo, João Amoêdo, idealizador e fundador do partido, foi o destaque, no último dia 25, de mais uma edição da série “Encontro com Pré-candidatos”, promovida pela Sociedade Rural Brasileira (SRB), na sede da entidade, para ouvir a proposta de diversos postulantes a mandatos nas eleições deste ano. A iniciativa já ouviu as propostas dos pré-candidatos ao Governo de São Paulo, Pedro Chequer (Partido Novo) e à Presidência da República, Aldo Rabelo (Partido Solidariedade), sempre com a mediação de Ricardo Salles, também do Partido Novo, fundador do Movimento Endireita Brasil e ex-Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

A tarde de debates começou com a fala do presidente da SRB, Marcelo Vieira, que explicou a proposta da entidade, que comemora em 2019 cem anos de atividades, no sentido de ouvir os planos de governo de Pré-candidatos que lutem pelas causas do Agronegócio brasileiro e buscam a renovação da classe política. “A SRB quer interferir nos destinos do país porque é responsável pela produção de alimentos, gera riqueza importante para a economia nacional, mesmo com o segmento sendo perseguido, e tem o direito de interferir e ser ouvida em todas as questões que afetam diretamente a cadeia produtiva do setor”, explicou.

O terceiro encontro teve a participação de vários diretores e conselheiros da Sociedade, como Francisco Vila, Pedro Camargo Neto, João Adrien, Gustavo Diniz Juniqueira e Rodrigo Junqueira Castejón. Além de vários pré-candidatos à Câmara Federal e Assembléia Legislativa de São Paulo, produtores rurais e executivos de empresas agropecuárias.

João Amoêdo é graduado em Engenharia Civil, mas atuou durante vinte anos no mercado financeiro, em bancos. “Entrei para a Política por causa de uma extrema insatisfação com o funcionamento do Estado brasileiro. Resolvi lutar por uma nova política, com novas pessoas, novas lideranças. Tudo começou em 2010. Para melhorar a gestão pública e provocar a participação e o interesse dos cidadãos pela Política. Foi uma luta obter o registro no Tribunal Superior Eleitoral em 2015”, relembrou.

O Partido Novo vem se diferenciando há mais de oito anos por não receber dinheiro do Fundo Partidário, exigir processo seletivo e Ficha Limpa para filiação, além de contar com ter mandatários com obrigação de reduzir seus custos. Participa de sua segunda eleição, com postulantes à presidência da república, quatro governos de estado, Câmara Federal e Assembleias Legislativas. Em 2016, o PN elegeu quatro vereadores nas capitais São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Possui 22 mil filiados que pagam 29 reais por mês cada um.

O Pré-candidato defendeu a privatização das empresas privadas, a simplificação tributária, ter no máximo 12 ministérios, promover uma revolução tecnológica e adotar uma nova visão para o Agronegócio brasileiro.

“O Brasil tem um governo que dá auxílios para quem menos precisa, benefícios para quem menos merece e tributa quem mais trabalha”, criticou. Para o setor agropecário, Amoêdo promete trabalhar por Infraestrutura, Logística, Crédito, liberdade para a venda de terras a estrangeiros e um ambiente mais favorável para a liberdade de empreendimentos e novos negócios. “Já olhando para o mundo, queremos atuar para inserir o Agro cada vez mais no comércio internacional, promovendo a criação de acordos bi-laterais com países importantes no Agribusiness”, completou.

Ao fim, João Amoêdo ainda revelou que o Pré-candidato da chapa à vice-presidência é Christian Lobauer, que iria lançar-se ao Senado, e que confia em uma boa performance do PN e num novo olhar do eleitorado brasileiro para a definição do melhor nome para ocupar o comando político do país nos próximos quatro anos. “Cada um de nós é o Salvador que a Pátria precisa. É possível apesar de não ser fácil. Mas precisamos lutar para colocar o Brasil no caminho do crescimento, do empreendedorismo, da livre iniciativa e de tornar os brasileiros pessoas mais responsáveis e livres”, concluiu.

 

Risco de gripes e de doenças respiratórias aumenta nesta época do ano

As baixas temperaturas e a queda da umidade do ar características do inverno preocupam a população, principalmente as crianças e os idosos. E, com os animais domésticos, isso não é diferente. Nossos pets também estão sujeitos a doenças respiratórias e até mesmo a gripes nessa época do ano. A gripe canina, também conhecida como tosse dos canis, e a gripe dos gatos ou rinotraqueíte felina são transmitidas de um animal ao outro por meio das secreções nasais, orais e pelo ar, principalmente quando os animais são mantidos juntos, em ambientes fechados e sem ventilação, o que facilita a transmissão de microrganismos.

“As infecções por vírus são mais brandas e, normalmente, não precisam de um tratamento específico, mas devem ter o acompanhamento do médico- veterinário. Em alguns casos, quando a infecção é causada por bactéria, principalmente a Bordetella, o quadro é mais grave e pode evoluir para pneumonia se não tratado corretamente”, observa a médica-veterinária Karina Kowalesky Gabarra, gerente de marketing de Animais de Companhia da UCBVET.

A traqueobronquite infecciosa ou gripe canina afeta cães de todas as idades e o principal sintoma é a tosse seca, que piora com os exercícios físicos e a agitação. Outros sintomas, como secreção nasal, falta de apetite e febre, podem ser indícios de quadros mais graves da doença. Nos gatos, os vírus são responsáveis por causar duas doenças conhecidas como “gripe do gato”: a rinotraqueíte e a calicivirose.  Os sintomas são os mesmos de um resfriado humano – espirros, secreção nasal e ocular, tosse, dificuldade de respirar, febre e desidratação – e se agravam com o frio do inverno.

“Além de cuidados, como manter os pets aquecidos, em lugar abrigado e longe de correntes de vento, a melhor forma de prevenção é a vacinação. Como a doença é transmitida também pelo contato, a vacina é ainda mais importante para quem tem mais de um animal. Mas se o animal do vizinho estiver doente, o seu pode contrair a doença mesmo estando dentro de casa”, adverte Karina Gabarra.

Segundo ela, no inverno, além das doenças respiratórias, cães e gatos idosos ficam mais suscetíveis a problemas relacionados à ortopedia, que afetam a sua qualidade de vida, já que a dor é mais intensa durante as baixas temperaturas. Dentre elas, a mais comum é a artrose. “Na artrose, a cartilagem sofre alterações degenerativas e perde a capacidade de absorver e distribuir impactos, o que resulta em dor nas articulações. Consequentemente, os pets ficam mais quietos e com dificuldade para andar, brincar, correr, subir escadas. É importante lembrar que esta é uma doença crônica, que o animal não ficará curado completamente e que qualquer tipo de tratamento terá como finalidade controlar a dor, melhorando a sua qualidade de vida. Os tratamentos podem ser baseados em medicamentos ou até mesmo em sessões de fisioterapia”, ressalta Karina Gabarra.

A desidratação, acrescenta, é outro problema que pode afetar os animais de companhia no inverno. “No frio, a sensação de sede diminui e é importante cuidar da hidratação dos animais. Os gatos são mais propensos a desenvolver cálculos nas vias urinárias, devido principalmente à baixa ingestão de água. Por isso, é importante observar seus costumes e descobrir qual a maneira que eles mais gostam de beber água: em potinhos, direto na torneira, por exemplo. Incentivá-los a beber bastante água e manter uma dieta mais úmida também é um modo de prevenção”, ressalta a médica-veterinária.

Karina Gabarra orienta os donos a sempre procurarem o médico-veterinário, que fará o diagnóstico correto. E lembra que a UCBVET tem uma linha completa de tratamento, abrangendo as complicações das doenças típicas do inverno. Ela também destaca alguns cuidados para ajudar na prevenção desses problemas:

Banho: procurar um lugar abrigado de correntes de vento, colocar água morna e ter cuidado especial na secagem;

Tosa: evitar a tosa dos animais também é uma medida preventiva, pois a pelagem mais comprida ajuda a proteger do frio. Os cães de pelagem curta devem usar roupas;

Escovação: muito importante para evitar que os pelos embaracem e criem nós, principalmente após a retirada da roupinha.

Abrigo: todos os animais devem ter uma casinha ou um lugar coberto para dormir abrigados da chuva e do vento. É importante colocar panos e cobertores para ajudar a esquentar.

Nessa época de baixas temperaturas, Karina Gabarra acha essencial que as pessoas participem de campanhas de doação promovidas por ONGS e lares provisórios de animais. “As campanhas do agasalho são importantes tanto para nós quanto para os animais desamparados. Procure uma em sua região! Separe as roupinhas que já não servem mais no seu pet, antigas caminhas e casinhas. Cobertores, toalhas e lençóis velhos também são bem-vindos. Se não encontrar uma campanha de arrecadação na sua região, vá aos abrigos e lares provisórios de animais: você certamente será muito bem recebido!”, finaliza.

Sobre a UCBVET – Fundada em 1917, a indústria farmacêutica centenária UCBVET atua em todo o território nacional e exporta para países da América Latina, África e Oriente Médio. Possui uma unidade industrial em Jaboticabal e uma unidade de negócios em Ribeirão Preto, ambas no interior de São Paulo. Sua equipe é composta por profissionais altamente qualificados, incluindo  médicos-veterinários, farmacêuticos, químicos, biólogos e zootecnistas. Atualmente, tem no portfólio 57 produtos em 106 apresentações, destinados ao tratamento de cães, gatos, bovinos, suínos, ovinos, caprinos, equinos e aves. São antimicrobianos, anti-inflamatórios, analgésicos, antitóxicos, reconstituintes orgânicos, endectocidas, endoparasiticidas, ectoparasiticidas e hormônios. Mais informações em www.ucbvet.com.

 

ASBIA e ABCZ firmaram parceria para que os touros participantes do programa PNAT 2018 tenham exame andrológico realizado pelo laboratório ASBIA Bio.

O touro tem impacto direto sobre a fertilidade do rebanho e, consequentemente, na rentabilidade da pecuária. Um animal infértil pode representar a perda de 25 a 50 bezerros, dependendo da relação touro/vaca utilizada, segundo dados da Embrapa Gado de Corte. Estima-se que entre 20% e 40% dos touros em serviço são subférteis e outros 5% sejam inférteis. Um prejuízo que pode ser evitado com a realização do exame andrológico dos animais antes da estação de monta.

Os programas de melhoramento genético também utilizam o exame andrológico como critério de seleção das provas zootécnicas. Segundo o gerente de Melhoramento Genético da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Lauro Fraga, o exame andrológico é essencial para identificar animais de grande fertilidade e é um critério de classificação dentro do Programa Nacional de Avaliação de Touros Jovens (PNAT). “Todos os reprodutores inscritos neste ano serão submetidos ao exame e apenas aqueles que apresentarem padrão inquestionável para congelamento e industrialização de sêmen passarão para a fase final do programa”, explica Fraga.

Nos dias 9 e 10 de agosto, os 115 touros das raças Brahman, Nelore, Nelore Mocho, Sindi e Tabapuã participantes do TDEA PNAT 2018 na FAZU, em Uberaba/MG, serão submetidos ao exame andrológico, conduzido pelo segundo ano consecutivo pelo laboratório ASBIA BIO, sediado no interior do Parque Fernando Costa, na mesma cidade. As doses de sêmen coletadas passarão por análise computadorizada em equipamentos de última geração, garantindo um diagnóstico mais preciso da motilidade e da concentração do sêmen. Será possível observar volume, motilidade, turbilhonamento, vigor, congelabilidade, ou seja, tudo o que está ligado à qualidade espermática.

Para o presidente da Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA), Sérgio Saud, a parceria com a ABCZ reforça o comprometimento das duas entidades com a evolução da pecuária nacional. “Não se faz melhoramento genético da noite para o dia. O Brasil tem excelentes programas de melhoramento, mas é preciso a participação ativa dos criadores na utilização dos touros jovens, para que, um dia, eles se tornem provados. O PNAT é hoje um dos mais importantes filtros na busca de touros jovens das raças zebuínas, ajudando a colocar no mercado sêmen de qualidade genética superior”, diz Saud. O programa já distribuiu mais de 70 mil doses de sêmen nos nove anos de existência, sendo mais de 13 mil em 2017.

No ano passado, as análises feitas pelo laboratório ASBIA BIO identificaram um aumento no índice de congelamento do sêmen dos touros do PNAT, que chegou a 93%. Segundo Fraga, esse resultado decorre do manejo eficiente realizado durante o TDEA na FAZU. A fertilidade de um touro é uma característica variável, podendo se alterar no decorrer da sua vida útil. Vários fatores podem contribuir para isso, tais como: nutrição, idade, estresse calórico, doenças infecciosas, agentes tóxicos, integridade anatômica e qualidade do sêmen. Na visão do médico-veterinário e responsável técnico do laboratório, Maurício Peixer, o exame andrológico ajuda a maximizar os resultados de prenhez do rebanho. “Como é um conjunto de avaliações morfológicas e laboratoriais, tais como posicionamento e saúde de membros locomotores, exames interno e externo de glândulas e microscópico do ejaculado, o andrológico permite, quando bem realizado, a obtenção de informações que expressam a capacidade de desempenho de um macho como reprodutor. É um exame fundamental para se evitar prejuízos irreparáveis, uma vez que, sem ele, o produtor só terá o resultado de ineficiência do touro ao final da estação de monta, quando não há mais tempo para recuperar as gestações não obtidas”, explica Peixer.

O médico Marcelo Brunini debate o avanço impressionante da tecnologia e planeja os novos negócios da empresa veterinária centenária.

Um mundo novo, de carros e ônibus rodando sem motoristas nas estradas e ruas, com máquinas realizando exames complexos em questão de segundos; doenças graves sendo prevenidas com a avaliação genética e até a regeneração de órgãos amputados nos seres humanos. É neste ambiente de intensa pesquisa e saltos tecnológicos cada vez mais rápidos que o médico brasileiro Marcelo Brunini, CEO  da UCBVet Saúde Animal, está vivendo, desde que seguiu para morar em Wisconsin, no Meio Oeste dos Estados Unidos. O executivo já havia feito um estágio de dois meses no Serviço de Neurocirurgia do Children’s Hospital, em Harvard, mas resolveu dividir seu tempo entre o Brasil e os Estados Unidos com o objetivo de buscar soluções em produtos e sistemas inovadores para uma das empresas mais tradicionais da Veterinária brasileira, com 100 anos de existência,  cujo portfólio possui 57 produtos para o tratamento de cães, gatos, bovinos, suínos, ovinos, caprinos, equinos e aves. A UCBVet oferece antimicrobianos, anti-inflamatórios, analgésicos, antitóxicos, reconstituintes orgânicos, endectocidas, endoparasiticidas, ectoparasiticidas e hormônios. A empresa foi fundada em 1917, atua em todo o território nacional e exporta para países da América Latina e África.

“Minha vida é Ciência e, na área em que atuo, estou agora ao lado das melhores cabeças do mundo. Nós estamos em uma era com uma variedade enorme de oportunidades em termos de biotecnologia e computação. No momento, também estou pesquisando, apurando e me informando como funcionam os incentivos para empreender por lá. A priori, a ideia é algo na linha de desenvolvimento de produtos. O setor veterinário é muito regulado, tem outra velocidade. Então, nossa intenção é entender e selecionar quais tecnologias podem ser aplicadas no Brasil”, explica Marcelo Brunini.

O executivo está empolgado com os avanços tecnológicos que vem acompanhando nos Estados Unidos e com as novas possibilidades que estão surgindo a cada dia. “O poder computacional aumentou muito, é aproximadamente quatro vezes o que era há cinco anos. Já existem trabalhos em supercomputadores que conseguem simular tudo o que ocorre dentro de uma célula. São bilhões de informações, números que, agora, podemos analisar graças a este novo universo de equipamentos extremamente poderosos. A pesquisa em reprogramação celular já caminha para permitir que órgãos amputados possam ser recuperados. Analogamente, com a edição genética, poderemos fazer um boi dobrar de tamanho e produzir muito mais, num menor espaço e com menos impacto ambiental. Ou, quem sabe, criar um boi imune à Febre Aftosa ou a outras doenças, por exemplo. Sem falar nas várias empresas que estão investindo dinheiro para conseguir produzir carne de laboratório”, conta Brunini.

O presidente da UCBVet Saúde Animal carrega no sangue uma das histórias mais simbólicas da indústria veterinária nacional, que começou na Itália, por volta de 1850, quando seu  bisavô materno era ferreiro e fazia portões, carroças e ferrava cavalos. Assim, ele acabou criando alguns métodos de tratamento, unguentos e formulações que usava quando os animais adoeciam. Depois de morrer, sua esposa decidiu emigrar para o Brasil e trouxe com ela todas as anotações que ele havia feito. No início do século passado, o avô de Marcelo Brunini instalou-se em Jaboticabal para trabalhar com café e algodão. Ao mesmo tempo, para ajudar as fazendas da região, também desenvolvia fórmulas para tratar dos animais, como o pai, no porão da casa, onde hoje funciona o moderno laboratório de desenvolvimento  da UCBVet, fundada em 1917 com o nome de Uzinas Chimicas Brasileiras (UCB). Hoje, a corporação possui laboratórios em Jaboticabal, uma unidade de negócios em Ribeirão Preto, ambas no interior de São Paulo, e mantém uma equipe composta por profissionais altamente qualificados, que inclui médicos-veterinários, farmacêuticos, químicos, biólogos e zootecnistas.

E são estes mais de cem anos de dedicação à saúde e ao bem-estar dos animais que a UCBVet pretende usar para nortear os próximos passos dos negócios, na mesma velocidade do avanço tecnológico do primeiro mundo.  “Se observarmos apenas a Universidade do Wisconsin, no período de 2017-2018,  são US$ 3,0 bilhões de orçamento. Se juntarmos todas as universidades federais brasileiras, temos um orçamento de R$ 7,34 bilhões. Ou seja, uma única universidade americana tem um orçamento de quase o dobro de todas as universidades federais brasileiras. E com um resultado impressionante: saíram dali, até 2015, 19 ganhadores do prêmio Nobel. Mas o Brasil vai achar o seu caminho, por bem ou por mal. Sou brasileiro, amo o meu país, minha empresa está aqui, vim daqui. Às vezes, o melhor jeito de ajudar o país é ser crítico”, acentua.

Outro objetivo importante é auxiliar os produtores de proteína animal e os animais de estimação de consumidores que integram a carteira de clientes da empresa em vários países. Com uma ação centrada aqui, na realidade brasileira, e mais especificamente na Pecuária, que é um dos atuais pilares da economia nacional. “No setor em que atuamos, conseguimos perceber alguns pontos positivos. A produção de leite, por exemplo, segundo um relatório de projeções do Ministério da Agricultura, deverá crescer na próxima década em torno de 2% a 3% ao ano. Isso representaria um aumento de 34,5 bilhões de litros, registrados no ano passado, para até 48 bilhões de litros por volta de 2027. É um aumento expressivo e será baseado, principalmente, em melhorias nos modelos de gestão das fazendas e no ganho de produtividade dos animais, graças à melhorias genéticas, novas modalidades de manejo e análise de resultados, e muito menos no número de vacas em lactação”, observa Marcelo Brunini.

O executivo acrescenta que, na pecuária de corte, a produção total de carnes de frango, bovina e suína, que em 2017 foi de aproximadamente 28,5 milhões de toneladas, deverá atingir, em 2027, uma produção de 34,3 milhões de toneladas. “Isto representa um aumento de produção de 20,3%. Muitos produtores e frigoríficos já têm utilizado ferramentas de Big Data e Inteligência Artificial para analisar a imensa massa de dados geradas nesta cadeia e os resultados têm sido impressionantes. Por este motivo é muito importante entendermos que as coisas não vão acabar, vão se transformar com o passar do tempo. Empregos vão ser extintos, computadores vão realizar cada vez mais tarefas, mas sempre vamos precisar do ser humano para acionar e abastecer os equipamentos, estudar e aprender a vida toda, comandar todas as operações. Os avanços que estão acontecendo no mundo vão chegar aqui revolucionando setores inteiros, e isso pode acelerar os processos. Por fim, as autoridades brasileiras precisam se dedicar a um tema vital: a Educação. Os futuros governantes precisam dar atenção total a esse assunto”, conclui Marcelo Brunini.

Produtores de todo o Brasil têm até o dia 29 de julho para participar da premiação.

As inscrições para o Prêmio Fazenda Sustentável 2018 foram prorrogadas. Agora, produtores de todo o Brasil têm até o próximo domingo, dia 29/7, para fazer suas inscrições e participar. Basta acessar o link: bit.ly/fazendasustentavel2018 [1]

Desde 2014, o Fazenda Sustentável tornou-se um dos principais reconhecimentos dados a produtores atentos a técnicas inovadoras e preocupados com o bom desempenho econômico, social e ambiental de suas propriedades.

O objetivo é premiar iniciativas que, além de garantir a produção de alimentos, fibras e energia com baixo impacto ambiental, também dão lucro. O prêmio é patrocinado pela Ford Raça Forte e Sices Agro, com metodologia do Rabobank e Fundação Espaço ECO.

Após o encerramento do período de inscrições, 25 fazendas serão selecionadas para participar da segunda fase deste. Ao final, uma nova avaliação vai definir cinco finalistas, que receberão visitas de analistas da organização do prêmio.

As propriedades que apresentarem a melhor performance em sustentabilidade serão selecionadas por uma comissão julgadora que vai escolher 3 (três) fazendas. O grande vencedor será conhecido no mês de dezembro, durante a cerimônia de premiação em São Paulo (SP).

Acesse a página do Prêmio Fazenda Sustentável: www.fazendasustentável.com.br [2] e participe. Você pode ser o próximo Campeão de Sustentabilidade.

Fonte: Revista Globo Rural

 

Então, está combinado nosso encontro. A Exposição Internacional Agropecuária de Esteio, a Expointer 2018, vai receber a presença do programa Fala Carlão especial do Canal Rural, na grande final do Freio de Ouro 2018.

A 41ª Expointer vai ser realizada de 25 de agosto a dois de setembro. Feira agropecuária de destaque nacional e internacional, realizada no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, na cidade de Esteio, no Rio Grande do Sul. É considerada a maior feira de exposição de animais da América Latina.

A maior feira a céu aberto da América Latina vai reunir as ultimas novidades da tecnologia agropecuária e agroindustrial, expondo as mais modernas máquinas, o melhor da genética e as raças de maior destaque criadas no Estado.

O Grupo Publique vai marcar presença mais uma vez na mostra internacional da raça  Senepol. É o International Senepol Symposium, que em 2018 celebra os cem anos da raça no mundo, de 8 a 11 de agosto, em Sant Croix. O Carlão da Publique e o programa Fala Carlão não poderiam ficar de fora.

Duas centenas de distribuidores de insumos agropecuários de todo o Brasil lotaram a Casa da Fazenda do Morumbi, em São Paulo, nesta quinta-feira à noite, dia 26, para festejar a expansão da AgriRede. A Central de Negócios dos Distribuidores Agrícolas começou a atuar há dois anos, no Centro-Oeste, em Goiás e Mato Grosso, e agora tem o reforço de empresas do setor das regiões Sul, Sudeste e Nordeste.

Quarenta e nove grupos econômicos, presença em mais de metade dos estados brasileiros, 128 pontos de venda físicos, 55 mil produtores rurais acessados, mais de dois mil municípios atendidos, faturamento que chega perto de R$ 4 bilhões.

“Vamos expandir nosso trabalho, promovendo e transformando o setor com união e fortalecimento dos negócios por meio de objetivos comuns de gestão, profissionalização, investimentos e aquisições. Esta associação possibilita unir um ‘player’ do mercado e transformá-lo em um grande parceiro. As decisões são consensadas, tendo como referência conhecimentos e valores comuns, o que traz solidez às ações propostas. Sem dúvida, é o futuro não só dos nossos negócios, mas de muitos outros setores. Juntos, podemos transformar cenários, reduzir custos, além de encontrar novas possibilidades de investimentos e oportunidades que aparecem no agronegócio brasileiro”, saudou Oswaldo Abud Rocha Filho, presidente da AgriRede.