Brasil e Estados Unidos celebram nesta quinta-feira (28) em Washington um acordo que libera a entrada de carne bovina “in natura” do Brasil no mercado americano, pondo fim a uma negociação que se arrastava desde 1999.

O acordo será formalizado por uma troca de compromissos dos dois países. Com isso, os EUA passam a aceitar a entrada de carne brasileira de regiões onde o gado é vacinado contra a febre aftosa. Até agora, eles só aceitavam carne de Santa Catarina, Estado hoje livre da doença.

Como o acordo é recíproco, o Brasil passa a aceitar a carne dos EUA, apesar das ocorrências da doença da vaca louca em território norte-americano em anos recentes. Órgãos especializados dos dois países fizeram inspeções para liberação de frigoríficos.

O acordo é muito importante para o Brasil. O mercado americano é a vitrine mundial quando se trata de avaliar condições sanitárias. Agora, outros países –que exigem carne de qualidade e pagam bem– poderão abrir portas para a carne brasileira.

Embora o acordo represente vantagem econômica para o Brasil, no curto prazo o ganho tende a ser limitado, porque os EUA impõem cotas para as exportações brasileiras, enquanto o Brasil não impõe limites para a entrada de carne americana.

Os americanos distribuem suas cotas de importação entre os vários países aptos a exportar para eles. No ano passado, por exemplo, foram 736,6 mil toneladas. A Austrália ficou com 418,2 mil e a Nova Zelândia, com 213,4 mil.

Argentina e Uruguai têm 20 mil cada um, enquanto o Japão fica com 200 toneladas. O restante, 64.805, é dividido entre os demais exportadores que não têm cota definida. É nessa fatia que o Brasil entra.

PREVISÃO

No próximo ano, portanto, o Brasil venderá no máximo 64 mil toneladas para os americanos, se conseguir eliminar os demais concorrentes.

Considerando os valores médios da carne importada pelo EUA desse grupo de “outros países”, que foi US$ 5.410 por tonelada no ano passado, o Brasil ganhará pouco mais de US$ 300 milhões se conseguir exportar 60 mil toneladas para os EUA, um terço do valor previsto pelo Ministério da Agricultura.

O valor médio da carne exportada pela Austrália ficou em US$ 6.000 por tonelada no ano passado, pouco acima dos US$ 5.500 do Canadá. Este último, além do México, não tem cota, devido a acordo comercial com os EUA.

O Brasil é o maior exportador de carne do mundo, com vendas de US$ 6 bilhões no ano passado. Do total, 78% foram de carne “in natura”.

Já as importações de carne dos EUA pelo Brasil não devem atingir valor significativo num primeiro momento. Devem ficar por volta de US$ 10 milhões por ano. Com o tempo, no entanto, esse valor deverá crescer. A carne premium tem mercado aquecido e ganha espaço no país.

Esse cenário poderá melhorar ainda mais quando houver uma retomada da economia e a elevação da renda reaquecer o consumo no país.

Além disso, o que hoje parece ser um nicho, poderá evoluir rapidamente, porque a produção nos EUA e as importações feitas pelo Brasil estarão nas mãos de uma indústria brasileira: a JBS.

Com unidades nos principais mercados de carne do mundo –Austrália e Argentina, além do Brasil e dos EUA–, a empresa será também importante nas exportações da carne do Brasil para os EUA. Terá a faca e o bife nas mãos.

Fonte: MAURO ZAFALON
DE COLUNISTA DA FOLHA

Os touros das raças zebuínas com aptidão de corte serão novamente o centro das atenções do PNAT (Programa Nacional de Avaliação de Touros Jovens). As inscrições de animais para a 7ª Bateria, que será apresentada no dia 26 de agosto durante a ExpoGenética, continuam abertas até o dia 05 de agosto.

A novidade desta edição do PNAT será a participação, pela primeira vez, da raça Sindi, que já tem dois animais inscritos. Aproximadamente 80 touros das raças Brahman, Nelore, Guzerá, Tabapuã e Sindi deverão participar em 2016.

 O PNAT tem início no dia 24 de agosto, no Pavilhão Multiuso, quando os touros serão avaliados por uma comissão de criadores (período da manhã) e por técnicos da ABCZ (tarde). Já na manhã do dia 25 de agosto, os animais serão avaliados por representantes das Centrais de Inseminação parceiras. “Como forma de incentivar a participação, não há cobrança de taxa de inscrição para animais do PNAT. Inclusive, os touros classificados nas outras edições podem ser expostos sem custo. Por isso, convidados os criadores para conhecer, comparar, ouvir opiniões, entre outras possibilidades. É uma excelente oportunidade de divulgar o rebanho e comercializar genética. Além de valorizar o melhoramento genético em sua essência, identificando os melhores indivíduos, comparando dentro da fazenda e fora dela e, com o aprendizado, evoluir na escolha dos melhores e descarte daqueles que não atendem aos objetivos”, afirma Lauro Fraga, gerente do PMGZ/Pro-Genética ABCZ.

O resultado do PNAT será divulgado a partir das 8h, no Pavilhão Multiuso do Parque Fernando Costa.

Sobre o PNAT

Desde que teve início em 2010, o PNAT já pré-classificou 60.560 touros em todo o Brasil, dos quais 400 touros participaram efetivamente na ExpoGenética das seis edições anteriores. Destes 74 touros foram classificados, coletados e com doses distribuídas para rebanhos colaboradores.  Ao todo, o PNAT distribuiu 47, 4 mil doses de sêmen gratuitamente para 319 rebanhos colaboradores em 19 estados. Um total de 82.322 doses foram inseminadas e comunicadas na ABCZ, com 21.173 produtos nascidos e comunicados à associação e 13.588 produtos com pesagens válidas no CDP/PMGZ.

Mais informações sobre o PNAT, com Lauro Fraga pelo telefone (34) 3319-3915 ou com o técnico da ABCZ em sua região.

Criadores, estudantes e profissionais de diversas áreas participam desde a última segunda-feira (25/07), no parque Fernando Costa, em Uberaba, da 70ª edição do Curso de Julgamento das Raças Zebuínas. Oriundos de 12 estados diferentes, os participantes buscam através do curso promovido pela ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu), aprimorar os conhecimentos sobre métodos e critérios de seleção e julgamento das raças zebuínas.

Além disso, o curso é pré-requisito para os profissionais das áreas das Ciências Agrárias, Agronomia, Veterinária e Zootecnia que desejam se tornar jurados das Raças Zebuínas. Composto por aulas teóricas e práticas sobre temas diversos como: “Exterior de Zebuínos”, “Métodos e Critérios de Julgamento”, “Padrão Racial, Anatomia e Morfologia de Zebuínos”, “Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos”, “Conformação Morfológica de Zebuínos Leiteiros e Zebuínos com aptidão para corte”, “Avaliação de Tipo”, o curso conta ainda com aulas práticas de julgamento com exemplares das raças zebuínas.

O curso será encerrado na próxima sexta-feira (29/07), com uma visita a Central Alta Genetics.

Fonte: Assessoria de Imprensa ABCZ

Quarenta restaurantes de Campo Grande e Bonito aderiram ao movimento que busca aproximar quem produz de quem consome carne; a Beef Week continua em Bonito até o dia 31 de julho

Mato Grosso do Sul protagonizou a maior edição da Beef Week, movimento de coordenação de cadeia produtiva da carne bovina que tem como objetivo aumentar a percepção dos centros urbanos e dos consumidores em relação à qualidade e origem da carne brasileira. De 18 a 24 de julho, 34 restaurantes de Campo Grande dos mais variados tipos ofereceram pratos à base de carne bovina, alguns assinados por chefs da ACPP – Associação dos Cozinheiros Profissionais do Pantanal, com valor até R$ 50,00. Além dos restaurantes, lojas de carne da capital comercializaram kits promocionais.

Em Bonito, a Beef Week ocorre junto com a 17ª edição Festival de Inverno até o dia 31 de julho, com a participação de seis restaurantes: Kiosque Tratoria, Restaurante da Vovó, Restaurante do Marco Velho, Aquário Restaurante, Marruá Hotel e Pantanal Grill. Confira os pratos no site www.beefweekbrasil.com.br

A Beef Week foi realizada paralelamente ao Circuito InterCorte, quando o setor produtivo se encontrou para discutir tecnologias e melhorias na produção de carne. Além de palestras e debates no Centro de Eventos Albano Franco, o público pôde conhecer em detalhes como funciona a cadeia produtiva da carne bovina no Caminho do Boi, espaço em que o visitante podia percorrer cada etapa do processo de produção, desde a genética, passando pelo uso de tecnologias, indústria e degustando o resultado com pratos dos restaurantes participantes da Beef Week. Ainda no Circuito InterCorte foi apresentada a Cozinha Show, promovida pelo Senac e pelo Sebrae, com oficinas gratuitas sobre o preparo de diversos cortes de carne e palestras sobre negócios.

Promovida pela Verum Eventos, empresa com grande expertise em eventos pecuários, que há cinco anos realiza o Circuito InterCorte em Campo Grande, a Beef Week MS tem como co-realizadores a Abrasel MS – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, o Sistema Famasul – Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul, SEBRAE/MS, SENAI, SEST/SENAT, SENAC, Fecomércio MS, FIEMS – Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul, Instituto Paulo Machado, SEMADE – Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento e o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.

“A carne de Mato Grosso do Sul já é vista no Brasil e no mundo como sendo de qualidade. Quando unem-se todos os elos da cadeia, como o produtor, a indústria e o consumidor final, unificamos os elos para discutir os avanços que a cadeia pode ter. Então, a InterCorte e a Beef Week, com a degustação dos pratos e a participação dos restaurantes, é fundamental para o fortalecimento da cadeia produtiva”, destaca o Governador do Estado de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja. “Ressalto a participação de 40 restaurantes na Beef Week, o que demonstra a preocupação em integrar os diversos elos da cadeia produtiva e discutir a sustentabilidade de toda essa cadeia, os avanços que tivemos para produzir uma carne de qualidade superior. O Mato Grosso do Sul tem em sua essência uma carne de qualidade, fruto do trabalho dos produtores, que investiram em uma genética superior, em uma melhoria de suas pastagens e de seus sistemas produtivos para dar precocidade e gerar uma carne de melhor qualidade para o Brasil e para o mundo”, afirma o Governador.

O secretário da ACPP – Associação dos Cozinheiros Profissionais do Pantanal, Daniel Barbosa, enaltece a integração entre as associações para a realização da Beef Week. “Foi uma oportunidade de nos integrarmos com a Abrasel em um momento em que a nossa associação está se consolidando. Foi um evento muito dinâmico, tanto por parte dos restaurantes que estavam abertos às propostas dos chefs como dos chefs que tinham o desafio de propor algo diferente respeitando a essência de cada estabelecimento. Foi uma grande jogada! Tudo fluiu muito organicamente também na InterCorte e no Caminho do Boi e gerou uma comoção na cidade. Vamos nos preparar para a próxima edição”, garante.

A iniciativa foi comemorada por André Nardo, proprietário do restaurante Divino Prato e chef que assinou alguns pratos Beef Week em outros estabelecimentos. “Acho extremamente importante um evento como esse para mostrar toda a cadeia produtiva desde o começo no pasto, passando pelo animal até chegar à mesa do cliente. É fundamental para conseguirmos alimentar nossas famílias, já que a carne é o principal alimento do brasileiro historicamente. Cabe a nós, cozinheiros e donos de restaurantes, trabalhar isso e tentar conhecer melhor cada um dos nossos fornecedores e desenvolver novas receitas para que essa cadeia produtiva seja mantida, que gera muitos empregos e renda”, afirma.

“Que prazer participar da Beef Week! O Vermelho Grill sempre foi envolvido com a cadeia produtiva da carne bovina e esse evento veio coroar o ótimo momento que vivemos da carne. Pessoas de várias partes do Brasil e até estrangeiros vieram provar nosso prato, o Steak Revolution, um bife de coxão mole acompanhado de poréu (creme de mandioca com leite de coco e sagu) e farofa com bacon, acompanhamentos assinados pelo chef Paulo Machado. Nosso movimento durante o evento aumentou em 15%, que consideramos um recorde em nossos registros. Fui entrevistado por diversos veículos de comunicação para falar da Beef Week, queriam saber do prato, do resultado e da repercussão do evento. Não posso deixar de falar da quantidade de restaurantes que aderiram à semana, mais de 35 em Campo Grande e sete em Bonito. Agora já estou em contagem regressiva para o ano que vem na Beef Week MS 2017”, comemora Eduardo Fornari, Diretor Executivo do Vermelho Grill Restaurante.

Para a diretora da Verum Eventos, Carla Tuccilio, o objetivo da Beef Week MS foi cumprido graças ao engajamento dos parceiros, que se empenharam em unir forças para aproximar o campo dos consumidores urbanos a fim de demonstrar a importância desse setor para a economia e a cultura gastronômica do Brasil. “Pudemos celebrar a carne bovina, com variedade, alegria e muita eficiência!!”, destaca Carla.

Sobre a Beef Week
A primeira edição da Beef Week foi realizada em Cuiabá (MT) no mês de março, paralela ao Circuito InterCorte, com a participação de sete restaurantes. Durante a ExpoZebu 2016, em maio, em Uberaba (MG), foi realizada uma “amostra” do conceito da Beef Week, com a realização de Beef Experience e ações na Vitrine da Carne. Em junho, a Beef Week foi promovida em São Paulo com a participação de 12 restaurantes vitrines, como Pobre Juan, Varanda Grill e Barbacoa, entre outros, além de seis lojas de carne.

A Beef Week marca também o lançamento do manifesto #SomosdaCarne, um convite para que as pessoas conheçam e reconheçam como a pecuária é estruturada, sustentável, investe em tecnologia e é responsável por fazer chegar à mesa um alimento de qualidade, seguro e saboroso.

A realização da Beef Week é da Verum Eventos, com o apoio do Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável – GTPS e o canal Terraviva. Apoiam o movimento o Instituto Paulo Machado, Churrascoterapia e o Blog da Carne.

Mais informações:
www.beefweekbrasil.com.br

O desempenho dos leilões de touros neste segundo semestre sinaliza que o mercado para este tipo de animal continua aquecido e deve fechar o ano em alta. Foi o que comprovou o 29º Leilão de Touros Agropecuária Jacarezinho, ocorrido no domingo (24), na Fazenda Nova Terra, em Cotegipe/BA. O faturamento total do evento foi de R$4.705.160,00. Desse montante, R$2.733.500,00 foram movimentados com a venda de 233 touros, alcançando uma média geral de R$11.731,76.

Já a média dos 7 reprodutores do Teste de Progênie ficou bem acima, finalizando em R$36.800,00, o que confirma a tendência do mercado em valorizar animais de genética superior. Entre os lotes de touros mais valorizados está o dos filhos do reprodutor Lítio AJ, que é líder do Sumário Aliança pelo segundo ano consecutivo. Composto por 30 touros, o lote teve média de R$13.650,00.

Outro touro com progênie bem cotada no leilão foi Assis AJ, muito usado no mercado por ser altamente precoce. O lote com 10 filhos de Assis AJ teve média de R$13.020,00. O touro Resende AJ, bastante utilizado para produção de matrizes, teve 5 filhos vendidos a uma média de R$12.600,00. O maior comprador de touros do evento foi a Fazenda Guarani, de Aquidauana/MS, que levou para casa 26 exemplares. No total, o 29º Leilão de Touros Agropecuária Jacarezinho teve 45 compradores de 9 Estados brasileiros (MS, MT, BA, GO, PA, TO, SP, MG, PI).

Renato Plachi, Rafael Zonzini e Bárbara Barros.

O leilão também comercializou 1000 machos de corte por R$1.294.560,00, perfazendo uma média de R$6,79 o quilo vivo; 200 fêmeas de corte por R$220.000,00; 122 embriões congelados pela média de R$407,38; e 150 novilhas AJ pela média de R$2.716,00. “Estes números atestam a firmeza e a alta procura pelos touros AJ, pois eles estão agregando produtividade nas fazendas de nossos clientes pelo Brasil inteiro”, diz Rafael Zonzini, Gerente Geral de Pecuária da Agropecuária Jacarezinho. Todos os exemplares comercializados levam o selo DEPPLUS (identificação de animais ceipados e com DEPs Genômicas).

José Araujo, Marcos Molina e Jardel de Souza

O Leilão da Jacarezinho oferta uma vasta gama de reprodutores e atende clientes de todos os tamanhos e tipos de trabalho no Brasil. Um exemplo é o criador José de Araújo Teles, que acompanhado do filho Jardel de Souza Teles, adquiriu o touro 2128 AJ, um filho do Cobre AJ. “Estamos iniciando nosso trabalho com gado de corte e compramos 35 novilhas do criatório Japaranduba e fazíamos questão de colocar um touro Jacarezinho neste gado. Felizmente, conseguimos arrematar este touro”, destacou Jardel.

Ian Hill discursa durante abertura do Leilão Jacarezinho

Com o recinto cheio de pessoas de várias regiões do país, o CEO da Agropecuária Jacarezinho Ian Hill agradeceu a participação de todos os presentes, dentre eles a família Molina, que adquiriu recentemente o criatório e já tem como objetivo produzir 4 mil touros por ano.

Lourenço Campo e João Campo.

A 29ª edição Leilão de Touros Agropecuária Jacarezinho teve na batida do martelo o trabalho já consagrado de pai e filho, os leiloeiros Lourenço Campo e João Campo. A leiloeira responsável foi a Central Leilões e a transmissão ficou por conta do AgroCanal. O evento teve como patrocinadores Bellman,  Agroata/SIM pastagens, CRI genética, CRV lagoa, Projeto DOMA, Neogen/Deoxi, IVB e WebGados.

Sobre a Agropecuária Jacarezinho

Referência no Brasil em seleção de Nelore com CEIP, no ano passado, a Agropecuária Jacarezinho foi adquirida por Marcos Molina, controlador da Marfrig Global Foods. Com essa aquisição, além da unidade nos municípios de Wanderlei e Cotegipe (Fazenda Nova Terra), no oeste baiano, com incorporação das fazendas de Molina (São Sebastião, Sossego, Novo Horizonte no Pantanal Sul-mato-grossense, Jequitibá em Porto Feliz-SP e confinamentos em Goiás e Mato Grosso), a empresa passou a contar com um rebanho de 20.000 matrizes Nelore CEIP. Com isso, a meta é produzir, anualmente, 4.000 touros com CEIP. Além de touros, a Jacarezinho produz e comercializa embriões, fêmeas, prenhezes, sêmen e bovinos para abate.

Informações para a Imprensa

(11) 9.9105.2030 – carlos@publique.com – com Carlão da Publique

(11) 9.9382.1999 – assessoria@publique.com – com Priscila Pontes

Com o crescimento acelerado do rebanho nacional da raça Senepol, o atendimento técnico prestado pela Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos Senepol teve de ser ampliado.
Em 2016, sete novos técnicos de registro foram credenciados para atender criadores de todo o país. Eles passaram pelo “Curso intensivo de capacitação técnica da raça Senepol”, que é uma das etapas obrigatórias do processo para admissão e credenciamento de novos técnicos do Serviço de Registro Genealógico da raça.
O reforço da equipe técnica também é uma forma de viabilizar para os criadores o registro do rebanho, tanto financeiramente quanto em relação à assistência prestada mais ágil e frequente. De acordo com o superintendente técnico da entidade Celso Menezes, a demanda de atendimento deve aumentar ainda mais em decorrência de alterações no Regulamento do Serviço de Registro Genealógico. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento passará a exigir inspeção técnica para emissão do RGN para os animais nascidos a partir de janeiro de 2017, aumentando assim o volume de serviço dos técnicos. “Outros motivos que nos levaram a reforçar a equipe são as atualizações do padrão racial e critérios cada vez mais rigorosos na inspeção dos animais, para garantir ao criador uma qualidade cada vez maior dos animais registrados.”, diz Menezes. A equipe técnica se recicla todos os anos através de cursos de atualização.
Outra novidade para este ano é a implantação do Código de Ética Profissional para os técnicos inspetores de registro da raça Senepol, que deve ocorrer em breve.

Jacarezinho para todos.
O Leilão da Jacarezinho oferta uma vasta gama de reprodutores e atende clientes de todos os tamanhos e tipos de trabalho.
O Sr. José de Araújo Teles e seu filho Jardel de Souza Teles saíram de Seabra -BA às seis da manhã e percorreram nada mais nada menos que 397 km em busca de 01 reprodutor AJ.
Disputaram e levaram o touro 2128 AJ, um filho do Cobre AJ, com 43,5 cm de circunferência escrotal e 756 kg de peso, com índice Jacarezinho de 14,83.
” Estamos iniciando nosso trabalho com gado de corte e compramos 35 novilhas do criatório Japaranduba e fazíamos questão de colocar um touro Jacarezinho neste gado. Felizmente, conseguimos arrematar este touro”, destacou Jardel.
Este é apenas um dos tantos casos de cliente feliz com a aquisição de touros AJ.

Em um discurso emocionado Ian Hill abriu os trabalhos aqui no Leilão AJ nesta tarde de domingo.
Ele iniciou agradecendo todos os amigos e clientes presentes, que sempre prestigiam o trabalho de mais de 26 anos da Agropecuária Jacarezinho.
Em seguida, agradeceu a presença de toda a família Molina, no evento num sinal inequívoco de que acreditam no Agronegócio brasileiro.
O executivo concluiu seu discurso agradecendo imensamente todo o trabalho realizado pela valorosa equipe Jacarezinho.

Quem acompanha neste domingo o Leilão de Touros da Jacarezinho vai ver um trabalho entre pai e filho que chama a atenção!
Eles trabalham por música. Um show no comando do martelo de João Campo e na pista e na mesa de operações seu pai Lourenço Miguel Campo, atento a cada detalhe do leilão.
Um trabalho merecedor de elogios e de ser destacado aqui neste meu espaço. Por isso, repito: parabéns meus amigos. Pode contar sempre com o trabalho do Grupo Publique

Reunião na sede da Genética Aditiva em Campo Grande com Eduardo Coelho e o jornalista Maurício Hugo, do Jornal Correio do Estado. Nesta sexta-feira, 22 de Julho.

13697045_1061699797200566_6462792393778608482_n

Sobre a Genética Aditiva

Há mais de 30 anos no mercado da pecuária seletiva, a Genética Aditiva é vanguarda no país na adoção de tecnologias modernas voltadas para o melhoramento genético, proporcionando aos criadores maiores ganhos econômicos em menor tempo.

O projeto é distribuído em três propriedades localizadas em Mato Grosso do Sul – Fazenda Remanso, Fazenda Canaã e Estância Relva, onde a Genética Aditiva se dedica à seleção de bovinos Nelore, Gir Leiteiro, Girolando e de cavalos Crioulos, que resulta em animais provados, de alta qualidade e produtividade.