O Recalculando fala da “Chutada de Balde” do último final de semana, que me custou nada menos do que três quilos. Isso mesmo. Três quilos a mais de sexta-feira para segunda-feira. Mas, como você poderá comprovar pelo vídeo, nada foi em vão.

Eu comi demais mesmo. Mas nada de ficar me culpando. Coloquei tudo no automático e fui ladeira abaixo em direção ao precipício do sobrepeso. É hora de retomar o controle, impor limites e trabalhar duro para voltar à normalidade. E esse é o #Desafio do vídeo. Saúde e Felicidade E até semana que vem.

O agronegócio acompanha as transformações tecnológicas e digitais. Mais do que isso, acelera a digitalização no campo contribuindo para aumento da produtividade e melhor gestão pelos produtores. “Com isso, as ferramentas digitais proporciona maior lucratividade, redução de custos e segurança alimentar de qualidade”, diz Alessandra Melo, jornalista especializada em agronegócio e moderadora do painel “Agro 4.0 – Uma realidade no Brasil que gera crescimento agora e no futuro”, no 13º Congresso de Marketing do Agro ABMRA, realizado pela Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA).

Para Jorge Espanha, presidente da ABMRA, concorda e acrescenta que a tecnologia e a inovação no campo impulsionam o processo de mecanização do campo para traz, envolvendo operações orientadas com base em dados precisos por meio de diferentes  ferramentas, softwares e sistemas que facilitam a comunicação e produção.

Sem dúvida o Brasil é um grande exemplo do quanto a inovação faz com que o Agro avance e cresça. “Apesar de toda revolução e inovação que vimos no 13º Congresso ABMRA e vemos pelo campo em diversas partes do Brasil, é necessário avançarmos também na transmissão de dados e na cobertura de sinal.”, pondera Ricardo Nicodemos, vice presidente da ABMRA e coordenador do Congresso ABMRA. “É preciso ganhar maior cobertura de sinal para que seja possível ampliar a implantação de tecnologia por todo Brasil.”, diz Nicodemos.

Pedro Henrique Coutinho, CEO da Start Up Olho do Dono, recomenda conhecer os principais indicadores do negócio para buscar evolução. “Na pecuária, por exemplo, o peso no animal é algo crucial para o rendimento da produção: somente 15% das fazendas têm balança e a usam em média 2 vezes por ano. Criamos o Olho do Dono, que inclui tecnologia de câmera 3D portátil em diversos locais da propriedades, para pesar o boi muitas vezes, e no próprio ambiente em que ele está. Só ficarão os pecuaristas que adotarem práticas de gestão e tecnologias para aumentar a produtividade”, informa Coutinho.

O ponto alto da discussão sobre o Agro 4.0 envolve coleta de dados, conectividade, decisão em tempo real e integrações, explica o diretor da Solinftec, Anselmo del Toro Arce. A empresa está há 13 anos no mercado e tem 35 mil equipamentos online distribuídos em 9 países da América Latina. “A ideia é que tudo isso esteja ligado em uma única plataforma, capaz de obter telemetria, monitoramento, mapas de aplicação, controle de custos e muitos outros serviços, gerando maior lucratividade nas culturas, como cana-de-açúcar, grãos e fibras”, explica. Um complicador: 70% das propriedades rurais não têm internet.

“A tecnologia impacta cada vez mais o Agro 4.0, e o futuro dessa agricultura depende de inteligência artificial, utilizando fatores de sucesso como coleta de dados com sensores, robótica, geração de inteligência com dados, execução do campo e rede de concessionários”, assinala Felipe Santos, gerente de Marketing e Planejamento para Agricultura de Precisão da John Deere. Para ele, equipamentos automatizados, mais eficazes, precisos e de fácil manuseio devem ser cada vez mais disseminados. “Essa inteligência artificial no agro é capaz de nos trazer câmeras ativas que otimizam as configurações de colheitas, algoritmos de aprendizagem de marcas com notificações de manutenção e algoritmos de computação gráfica e aprendizagem que diferenciam lavoura de plantas daninhas. Nesse processo, as análises que começaram na fazenda como um todo, evoluem para o talhão, depois o hectare e já estão nas plantas”.

Thiago Vechiato Junqueira, diretor de Experiência do Cliente da divisão agrícola da Bayer, apresentou o Projeto Impulso Bayer, plataforma de relacionamento com produtores, com o objetivo de inspirar e impulsioná-los para o futuro. “Já temos mais de  170 mil agricultores com um nível altíssimo de engajamento. Nossa função é contribuir para o impacto positivo, capacidade de inovação e sustentabilidade”, conta.

“A digitalização do mercado agrícola não acontece só dentro da porteira, mas também fora dela, com a compra de insumos, comercialização de commodities, serviços da lavoura e outros”, detalha Ivan Moreno, CEO da Orbia, marketplace do agronegócio, com 163 mil produtores cadastrados e atendimento de 67% da área plantada. “Ninguém sai de casa para comprar geladeira. O e-commerce avança em ritmo acelerado, inclusive no campo. Isso é agilidade, redução de custos e gestão”.

Há também a questão relacionada ao treinamento e à familiaridade do pequeno e médio produtor com tanta tecnologia: “não podemos esquecer que inteligência artificial, equipamentos de última geração e a melhor conectividade de nada adiantarão se não tivermos produtores e os profissionais da propriedade treinados a aptos para domarem a tecnologia.”, finaliza Ricardo Nicodemos.

Para assistir ao Congresso de Marketing Agro ABMRA na íntegra, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=12gH1xkHV64

A publicação da Lei 17.293 de 2020 do Governo do Estado de São Paulo promoveu diversas alterações relacionadas a redução de alíquotas e benefícios do ICMS por intermédio de vários decretos que entram em vigor a partir de 01 de janeiro de 2021.

O Decreto 65.254/2020, que trata dos Insumos Agropecuários, traz a diminuição dos percentuais de redução da base de cálculo do imposto incidente nas saídas interestaduais dos insumos agropecuários.

A Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav), que representa mais de 1.800 distribuidores de todo o Brasil, alerta sobre os prejuízos que a decisão do Governo Paulista pode causar a toda a Cadeia de Produção.

Frente a este debate no dia 9 de dezembro de 2020 às 15h00 (de Brasília) a Andav promove uma transmissão ao vivo que vai reunir especialistas no assunto para traçar um painel sobre os diversos impactos que o Decreto pode provocar nos diferentes eixos do Agronegócio.

A Semana de Nutrição do programa Fala Carlão bateu um papo com Fernando Penteado Cardoso Neto, Diretor Comercial da Connan. Herdeiro de uma história que vai a 1936, quando seu avô, o lendário Fernando Penteado Cardoso, fundou a Manah. Seu pai, Fernando Penteado Cardoso Filho, e seu tio, Eduardo Penteado Cardoso, são os exigentes acionistas da Connan, única empresa de capital nacional a produzir seu próprio fosfato bicálcico. Uma prosa na Prateleira de Cima da Nutrição. Fala Fernando Neto!

O programa Fala Carlão segue com a ‘Semana da Nutrição Animal’ e ouve o Dr. Fernando Antônio Nunes Carvalho, Diretor Técnico da Matsuda, que nos atendeu em meio à uma agitada agenda de trabalho, no Norte de Mato Grosso. Vale a pena acompanhar a emocionada entrevista e seu depoimento sobre o empresário Jorge Matsuda. Fala Dr. Fernando.

O ‘Papo de Prateleira’ conversou com Rodrigo Rocha, Gerente Comercial de Nutrição Animal da Comigo. Ele fala dos enormes investimentos que a Cooperativa vem fazendo nos últimos anos no segmento. Inauguração de fábrica de ração e também de sal mineral. Conheça todos os detalhes desses investimentos e da evolução da Cooperativa nestes tempos.

O Papo de Prateleira conversou com Sigismundo Fassbender, Gerente de Produtos Equinos da Guabi. Ele fala sobre a tropa brasileira de quatro patas, a importância dos cavalos nas fazendas, os cuidados com éguas e potros, e os últimos lançamentos da empresa no segmento.

O Carlão conversou com o professor Pietro Baruselli na série ‘Semana da Nutrição Animal’, que tem o apoio Institucional da Asbram. Baruselli é especialista em eficiência reprodutiva, tema amplamente relacionado à nutrição. O Brasil tem muito a ganhar com o aumento da eficiência reprodutiva das matrizes. Acompanhe essa prosa. Fala Professor Pietro.

Quer falar com o Carlão da Publique? Acesse: https://bit.ly/39YwMLC

 

Um bom manejo e conhecimento de todas as características alimentares é fundamental. E no programa Noticiário Tortuga On-line Gabriel Morais e Tiago Araújo, Assistentes Técnico Comerciais da DSM, dão dicas para te ajudar a evitar qualquer problema alimentar na sua tropa de cavalos.

A Agrishow anuncia a alteração da data de sua 27ª edição para os dias 21 a 25 de junho de 2021. A feira estava prevista para acontecer no final de abril do próximo ano. A Agrishow é um evento propulsor de geração de negócios e relacionamentos entre fabricantes e produtores rurais, estabelecendo uma comunicação direta entre eles, proporcionando o crescimento contínuo do agronegócio brasileiro. Vários são os fatores de sucesso para que isso ocorra, as políticas públicas de investimentos contidas no plano safra é uma delas.

Assim, após uma análise minuciosa e conversas com os expositores, as realizadoras do evento (Abag – Associação Brasileira do Agronegócio, Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda – Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp – Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB – Sociedade Rural Brasileira), juntamente com a Informa Markets, decidiram realizar a Agrishow no período de 21 a 25 de junho de 2021, quando o anúncio do Plano Safra 2021/2022 já terá sido realizado e os recursos, disponibilizados. Com isso, a Agrishow espera contribuir para que os produtores rurais possam realizar de forma mais assertiva seu planejamento e suas aquisições durante a feira.

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