De 15 a 24 de outubro equipe percorreu mais de 2 mil km no Estado e passou por 17 confinamentos que totalizam capacidade estática superior a 189 mil bois.

A equipe do Confina Brasil deu mais um importante passo na missão de mapear o gado confinado brasileiro. Após passar por São Paulo e Mato Grosso do Sul, a equipe chegou a Mato Grosso, o berço da pecuária nacional. Dono do maior rebanho bovino do Brasil com mais de 30 milhões de cabeças, segundo últimos dados oficiais do IBGE, o equivalente a quase 14% da boiada produzida no território nacional, o Estado também se destaca no ranking internacional, sendo um dos maiores produtores de gado do mundo.

Do dia 15 até o 24 deste mês, a expedição percorreu mais de 2 mil km pelo Estado passando pelos principais municípios produtores. Foram 17 confinamentos até o momento que, juntos, somam a capacidade estática superior a 189 mil bois. No total, a expedição já mapeou 82 confinamentos que totalizam a capacidade instalada de mais de 716,8 mil bois.

Segundo Olavo Bottino, médico veterinário e diretor técnico do Confina Brasil, após uma semana e meia percorrendo as fazendas de MT, o que tem chamado a atenção primeiramente são as propriedades com grandes estruturas, com capacidade estática de confinamento superior há 10 mil cabeças. O que também surpreendeu foi a qualidade dos animais mapeados. “Temos observado a predominância de gado Nelore de muito boa qualidade e também muitos animais vindos de bons cruzamentos, principalmente de F1 Angus ou alguma outra raça taurina”, diz.

Outra característica presente por lá é que as fazendas estão cada vez mais automatizadas com tecnologias que facilitam o manejo e a operação. Muitas estruturas já contam, por exemplo, com a coleta de dejetos das baias e dos currais, o que mostra a preocupação dos produtores com o bem-estar dos animais e também com as questões ambientais. “Vimos produtores com muita preocupação com a preservação da natureza e até investindo em coleta e compostagem de dejetos. Algumas fazendas já realizam parcerias com empresas que recolhem esses dejetos, os processa, e transforma-os em fertilizantes orgânicos. A matéria-prima é fornecida em troca da limpeza dos currais de engorda, gerando maior conforto aos animais”, ressalta.

ILP ganha espaço
Mato Grosso, um estado muito bem estabelecido na agricultura – sendo o maior produtor de grão nacional – responsável por 28,9% do que é produzido entre soja, milho e algodão, tem utilizado a Integração Lavoura-Pecuária (ILP) cada vez mais. Essa ferramenta presente em muitas das propriedades que a equipe visitou, mostra que é um caminho sem volta pelos que já realizam a técnica.

Isso porque muitos dos pecuaristas perceberam sinergismos das atividades, melhorando a produtividade geral do negócio. “Vimos em uma das fazendas visitadas que após orientação do gestor, concentraram o plantio nas áreas mais produtivas, aumentando a colheita dos grãos em sacas por hectare. O resultado foi excelente, conseguiram diminuir 40% da área plantada e aumentaram em 30% a receita final. Produtores com planejamento utilizam a pecuária para melhorar também o rendimento da agricultura”, destaca Bottino.

Dieta balanceada
Com a grande presença de grãos no Estado, muitos produtores utilizam a soja que não é comercializada, por não estar no padrão, para incorporar na dieta do gado. Segundo Felipe Dahas, médico veterinário e responsável pela aplicação do questionário nas fazendas visitadas, tanto os produtores quanto os gestores estão muito interessados nas dietas com baixa inclusão de volumoso. “Os responsáveis pelos confinamentos estão de olho nesse tipo de tecnologia para, principalmente, facilitar o sistema operacional das fazendas”, revela.

A expedição continua
A equipe do Confina Brasil continua o mapeamento em Mato Grosso e depois segue para Goiás e Minas Gerais com as duas equipes a campo simultaneamente.  A expedição tem patrocínio da BB Seguros, Boehringer Ingelheim, John Deere, Nutron/Cargill e UPL. Além disso, o projeto conta com o apoio institucional da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Unesp Jaboticabal, Hospital de Amor de Barretos e a Associação Nacional da Pecuária Intensiva (Assocon), entidade que representa os confinadores de gado de corte e demais integrantes da cadeia produtiva da carne bovina.

Todas as informações da rota são atualizadas diariamente no Instagram @confinabrasil e no site do projeto www.confinabrasil.com.

Sobre – A Scot Consultoria é uma empresa dedicada à competitividade do agronegócio brasileiro. Foi criada com intuito de viabilizar a coleta, análise e divulgação de informações de mercado para o campo, onde geralmente há carência de informações confiáveis. Formada por profissionais especializados em agropecuária, as informações claras permitem decisões precisas. A proposta da Scot Consultoria é contribuir para o crescimento e fortalecimento do agronegócio, levando informações atuais a todos aqueles ligados aos elos da cadeia produtiva.

A importância de seguir os padrões de conformidade, por meio da aplicação da transparência nas operações e responsabilidade socioambiental nos negócios do agro, foi o tema do debate do último dia do YAMI – Youth Agribusiness Movement International, que neste ano, por conta da pandemia, foi promovido de forma on-line.

O tema ‘Compliance e Governança’ norteou a mesa-redonda da tarde de quinta-feira, 29/10, destacando a importância de que as atividades estejam em conformidade com as leis e normas, garantindo assim a sustentabilidade dos negócios e da cadeia de produção como um todo.

“Nosso objetivo neste bate-papo foi dividir com os participantes do evento uma visão de gestão muito mais preventiva e menos reativa dos negócios. Falar com os jovens do agro sobre esse tema é muito importante, pois eles são os futuros líderes do setor”, destacou a mediadora do painel e advogada especialista em agronegócios, Ticiane Figueiredo.

A mediadora ainda ressaltou as questões ligados ao crédito concedido aos produtores rurais, que enfrenta, há alguns anos, uma escassez e que, neste ano, ganhou um novo capítulo com a aprovação da Lei do Agro, que expande a liberação de verba, mas também impõe novas regras e normas.

“A injeção financeira está sempre relacionada ao crescimento do setor e, diretamente aos conceitos de compliance e governança. Toda a cadeia, dentro e fora da porteira, vai precisar de crédito e para isso será necessário seguir as normas legais para ter acesso a ele”, explica a advogada.

Citando também a Lei do Agro, a advogada tributarista, especialista em Direito Tributário no Agronegócio pela FGV, Amanda Pahim de Souza, ressaltou a importância de olhar com atenção para as questões tributárias das propriedades para evitar problemas que impedirão o produtor de ter acesso não só a financiamentos, mas também podem atravancar negociações com mercados externos, por exemplo.

“Muitas vezes os assuntos ligados ao campo da tributação acabam ficando para escanteio nos negócios do setor e transformam questões simples em grandes problemas. O produtor precisa colocar os temas fiscais nos processos de gestão da propriedade. Não podemos afirmar que a fiscalização não será um fator de risco, mas estando regular, as ameaças são menores”, enfatiza a advogada.

No campo do direito ambiental, o advogado, consultor jurídico e professor nas áreas de Direito Agrário, Ambiental, Família e Sucessão, Pedro Puttini Mendes, ressaltou a importância dos jovens que vão assumir negócios estarem atentos para a forma que seu ‘imóvel rural’ será visto pela sociedade em relação à sustentabilidade.

“Antigamente os produtores tinham como objetivo garantir a ocupação da propriedade, combatendo a ociosidade da terra e focados em produtividade. Hoje essa preocupação está na transparência das operações. É importante conhecer a história da legalização da sua fazenda, tendo consciência das autorizações legais quanto às questões ambientais que foram concedidas a fim de se preparar para as normas e regras, mas sempre de olho nos processos atuais para ser sustentável, sem agredir o meio ambiente”, analisa o consultor.

“Esteja pronto!”, enfatizou o advogado, consultor jurídico, ex-presidente do Conselho da Embrapa, José Carlos Vaz. “É certo que a atividade rural é uma das mais sujeitas a incertezas, mas o produtor precisa estar preparado para gerenciar os processos do dia a dia, por meio de planos de negócio e estratégias, que garantem boas práticas de gestão e transparência. Entretanto, ao mesmo tempo, não deve se abalar com o inesperado, que pode mudar a rota do seu negócio”, finalizou.

O YAMI reuniu, desde segunda-feira, 26/10, os jovens do agronegócio para um debate sobre o futuro do setor, visando dar voz e preparar a nova geração para refletir e aproveitar oportunidades do mercado pós-pandemia.

Mais informações: http://yamimovement.com.br/

Fala Carlão conversa com Sylvia Coutinho, Presidente do UBS no Brasil, fala de sua carreira, da paixão por economia, matemática, sistema financeiro. E como equilibra todas as suas horas de dedicação ao trabalho com outras áreas da vida, como família, saúde e lazer. Saiba todos estes detalhes neste programa ‘Fala Carlão’ simplesmente imperdível. Fala Sylvia!

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O programa Fala Carlão conversou com Carmen Raygada, a super executiva que lidera, na América do Sul, a gestão de RH da Compass Minerals. Ela traz à tona sua história de vida, a paixão pelo trabalho, a rotina que começa às 4 e meia da manhã, e como tudo isso ajudou-a a superar um câncer de mama. Fala Carmen.

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Profissionais de diferentes países falaram sobre as perspectivas para o agronegócio nos próximos anos sob os pontos de vista econômico, tecnológico e social.

A programação do último dia do 5º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio contou com três mesas-redondas internacionais, que reuniram profissionais de diferentes países e segmentos para discutir as perspectivas para o agronegócio nos próximos anos, dos pontos de vista econômico, tecnológico e social.

A primeira mesa-redonda foi moderada pela jornalista especializada em conteúdo de Economia e Agronegócio, Alessandra Mello, que tratou do tema “Comércio Internacional – Perspectivas para 2020/2021, com a participação do jornalista e escritor, José Luiz Tejon.

 A CEO da Mosaic Fertilizantes, Corrine Ricard, ressaltou a importância da agricultura para o Brasil e a contribuição do país para o PIB mundial do setor, em torno de 25%. “No pós-pandemia acreditamos que a agricultura será um setor ainda mais essencial, trazendo empregos sustentáveis e movimentando a economia como um todo”. Ela explicou que a demanda por fertilizantes está crescendo no mundo todo e o Brasil está entre os mais requerentes, por isso acredita que haverá grandes oportunidades.

“A proporção entre os preços de grãos e fertilizantes no mercado pode trazer margens de grande sucesso se forem travadas para os produtores e até chegar a recordes em 2021. “Assim é preciso ter cautela em relação aos riscos e especulações. Considerando a venda de grãos, a demanda pelos fertilizantes aumentou consideravelmente no último ano, os preços subiram, apesar de ainda serem acessíveis, mas é preciso prestar atenção com relação a essa proporção”, alertou a executiva.

Para o presidente da Cargill no Brasil, Paulo Sousa, apesar da tragédia que o mundo enfrenta este ano, 2020 foi fantástico para o agronegócio, principalmente no Brasil. “Como Corrine disse, a proporção da venda do grão e da compra de fertilizantes foi melhor do que jamais foi antes e isso foi excelente para a agricultura no Brasil em geral. Com essa posição fantástica, eu diria que, ao passarmos para um cenário diferente em 2021, o produtor precisa estar ciente, não especular e não vender os grãos com antecedência para não travar as vendas”.

A presidente da Plataforma de Negócios de Proteção de Cultivos da Corteva Agriscience, Susanne Wasson comentou que há certos problemas que os agricultores brasileiros precisam superar para manter suas operações rentáveis, e para isso é preciso pensar como um todo no agronegócio, no comércio e na segurança alimentar.

Segundo ela, a Corteva investe muito para criar novos produtos e soluções aos produtores brasileiros e quer contribuir com o crescimento econômico do agronegócio do Brasil. “No Nordeste, temos uma iniciativa chamada ‘Prospera’, que fornece tecnologia para pequenos produtores de milho e silagem. O nosso objetivo é atingir de 50 a 100 mil pequenos produtores nos próximos cinco anos e expandir esse programa, que é uma prova do nosso comprometimento para ajudar as comunidades agrícolas a florescerem”.

Ela reiterou que produtores no mundo todo precisam ter acesso confiável à tecnologia, por isso se diz a favor de um sistema regulatório previsível. “Incentivamos produtores, a indústria e os consumidores a favorecerem o consumo de tecnologia, que ajude a produtividade e a lucratividade das propriedades rurais. Não há dúvidas de que o Brasil é um concorrente formidável no mercado mundial, que representa uma parte significativa das exportações. Por isso, queremos continuar a ser parceiros do país”.

Mercado argentino
Diretamente da Argentina, a economista, fundadora do Grupo Los Grobos e presidente da FLOR (Fundação para Liderança e Organização Responsável), Andrea Grobocopatel, apresentou alguns aspectos do mercado local, que espera uma queda de 20% no seu PIB em decorrência da pandemia.

No entanto, Andrea evidenciou que o agronegócio foi um dos setores menos afetados, apesar da quarentena extensa, que afetou as produções, do clima e das flutuações de câmbio, as quais tornaram a situação do país difícil perante as exportações no panorama nacional.

Na Argentina, segundo Andrea, as mulheres são donas de 20% das empresas de pequeno e médio porte exportadoras. Como são menores, também foram menos afetadas por custos fixos internacionais. Segundo a FAO, 30% da agricultura no Caribe e América Latina é administrada pelas mulheres. “Temos que reconhecer o papel crucial que as mulheres têm na agricultura para a segurança alimentar, para a nutrição, e também no manejo da terra e na pesquisa. Nesse contexto, nós, mulheres, estamos na vanguarda de resposta à pandemia”.

“Pela nossa independência financeira, temos que ser claras sobre nossa posição pessoal e profissional e ir atrás de nossos ideais com paixão. Para isso, precisamos saber dizer ‘não’ e estarmos focadas em aprender com tudo, até com a pandemia, lutarmos para eliminar os preconceitos com as mulheres, aprendermos a negociar o nosso lugar nas organizações e até nossos salários. Acreditarmos em nós mesmas é melhorar todos os dias a sociedade”

Inovação e o futuro da agricultura
A segunda mesa-redonda do dia trouxe o debate sobre as inovações em máquinas e equipamentos e as perspectivas do futuro da agricultura, com o tema ‘Agrievolution’. “Esta é uma oportunidade interessante de debatermos a mecanização em nível mundial a fim de podermos olhar de uma forma diferente para o agronegócio, evidenciando não só como o setor responsável pela produção de alimentos, fibras e bioenergia, mas também como um agente de transformação”, destacou a presidente da Guarany, Alida Maria Fleury Bellandi, que mediou o painel.

Para o Chairman of the Agrievolution Alliance, Ignácio Ruiz, o setor de máquinas e implementos deve estar atento às questões de segurança no processo de desenvolvimento das novas tecnologias para que elas ofereçam melhores condições de trabalho aos produtores. “Nossa missão é ajudar o agricultor a produzir mais, por meio de tecnologia, capacitação, programas de inclusão dos jovens no mercado de trabalho e, principalmente, atenção às normas de segurança”.

“É possível produzir produtos melhores ajustando as tecnologias às necessidades locais, como equipamentos que considerem a presença da mulher no campo. Segundo a FAO, com melhorias nas adaptações de equipamentos, propriedades com mulheres no campo poderiam aumentar em até 2,5% sua produtividade”, evidenciou a CABI Brazil Centre Director & Plantwise Regional Coordinator, Yelitza Colmenarez.

Neste sentido, o vice-presidente New Holland Agriculture América do Sul, Rafael Miotto destacou o que, segundo ele, é um dos grandes desafios do setor. “Independentemente do tamanho da propriedade ou do que é cultivado, todos os agricultores precisam de tecnologia. Nosso trabalho deve se pautar em fazer com que essas inovações cheguem ao homem do campo, atendendo suas demandas, mas com um preço mais acessível e com sistemas mais fáceis de utilização para que possam desfrutar de todo o seu potencial”.

“Se a tecnologia desenvolvida não oferecer sustentabilidade, eficiência, maior produtividade e melhor qualidade ao agricultor podemos afirmar que ela não tem um objetivo para existir. A inovação precisa ter um impacto no meio, oferecer soluções ao seu público”, acrescentou o cônsul de Israel, Tsahi Reich.

Movimento HeForShe
A mesa-redonda “Eles Por Elas” foi inspirada no Movimento HeForShe de Solidariedade da ONU Mulheres pela Igualdade de Gênero e mediada por Roberta Paffaro, diretora de Desenvolvimento de Mercado América Latina do CME Group, que reforçou a importância da inserção das mulheres nas empresas do agronegócio. “Juntos podemos ir muito mais longe. Agora, muitas mulheres estão liderando fazendas. O meio corporativo também tem que olhar para essa questão. O campo está olhando para isso”.

A psicóloga Aline Dotta, mestre e especialista em Gestão de Pessoas, explicou que a relação entre homens e mulheres passa pelo reconhecimento das potencialidades individuais. “Não somos melhores nem piores; temos potencialidades diferentes, assim como a questão das gerações na propriedade rural e nas organizações”.

O presidente da Yara Brasil, Olaf Hektoen, reforçou o papel das empresas na promoção da igualdade de oportunidades para as mulheres. “Precisamos ajudar a abrir as portas. Hoje, temos uma participação menor de mulheres e não deve ser assim. Precisamos das mulheres para podermos crescer como empresa”.

O signatário do Movimento HeForShe, Rodrigo Santos, head da divisão Crop Science da Bayer para a América Latina contou que a empresa realizou treinamentos sobre vieses inconscientes com todos os líderes. “Muitas vezes o que você ouve dos homens é ‘eu não vejo diferença entre homens e mulheres, são as mesmas oportunidades’, e isso não é verdade. Não se tem as mesmas oportunidades”.

Adriana Carvalho, diretora associada de Diversidade & Inclusão – Cone Sul da América Latina na EY, destacou a evolução da inclusão das mulheres no mundo empresarial. “Quando olho esse núcleo de empresas, os avanços estão acontecendo, vejo que estão indo um pouco mais rápidos do que o mundo em geral. O convite é para andarmos mais rápido para a frente. Precisamos que muito mais empresas participem desses avanços”.

A diretora do segmento de Agronegócio na Senior, Cíntia Leitão de Souza, acredita que ainda há muito o que se fazer em relação à diversidade nas empresas. “De fato, há uma mudança do papel da mulher na questão das políticas e dos códigos de ética, mas quando olhamos a diversidade em si, temos um longo caminho a ser percorrido”. A questão cultural no agronegócio, segundo Cíntia, ainda é muito forte e é necessária uma mudança crescente para o setor. “Temos que sair de nós mesmos e nos entregar a entender, acolher e orientar o outro. Esta é a melhor forma de promover a mudança cultural e de diversidade no nosso espaço e irradiar isso dentro das nossas organizações e na própria sociedade”.

Último dia
O último dia do CNMA contou ainda com a participação de Ana Helena de Andrade, líder do Comitê Institucional do ConectarAGRO, associação pioneira no mercado que visa promover tecnologias abertas em todas as áreas rurais do país, formada pelas empresas: AGCO, Climate, CNH Industrial, Jacto, Nokia, Solinftec, Tim e Trimble.

Foi realizada também uma homenagem ao Núcleo Feminino do Agronegócio (NFA) pelos seus 10 anos de atuação. No estúdio, representando todas as associadas estavam a presidente do NFA Maria Antonieta Guazelli e a vice-presidente, Maria Cristina Bertelli.

Para fechar o evento, o jornalista e escritor José Luiz Tejon, recebeu a presidente do Conselho do Magazine Luiza e presidente do grupo Mulheres do Brasil, Luiz Helena Trajano, que participou de forma virtual para deixar uma mensagem a todas as mulheres do agronegócio.

Após o grande sucesso de dois eventos virtuais, o Encontro Nacional das Mulheres Cooperativistas (Enmcoop), em setembro, e o Encontro de Gestão dos Cafeicultores (Encoffee), em outubro, o Grupo Conecta, empresa de eventos sediada em Uberlância, Minas Gerais, têm mais duas apostas para 2020: o Encontro Nacional das Cooperativas Agropecuárias (Enca), nos dias 24, 25 e 26 de novembro, e o Top Farmers – Desenvolvendo Competências para o Campo, nos dias 15 e 16 de dezembro.

ENCA – 24, 25 e 26 de novembro
Realizado de forma presencial por dois anos consecutivos, o Encontro Nacional das Cooperativas Agropecuárias (ENCA) apresenta uma programação totalmente online com três fóruns focados em liderança, gestão, vendas e eficiência técnica. Dentre os destaques da programação, nomes como o do jornalista e comentarista Alexandre Garcia, que falará sobre o atual cenário político e econômico, o jornalista e professor Clóvis de Barros Filho, com o tema ansiedade e os impactos na produtividade, o filósofo Mário Sérgio Cortella e o economista Alexandre Mendonça de Barros. Além das palestras, o ENCA 2020 apresentará ainda mais de 20 painéis divididos em três dias de evento.

No Fórum Administrativo, em 24 de novembro, os congressistas poderão conferir temas como fluxo de caixa, excelência logística WMS, gestão de pessoas, visão inovadora para o setor de Recursos Humanos e marketing estratégico. No Fórum Comercial, em 25 de novembro, o destaque é a gestão de vendas e a parte técnica dos negócios, com suporte aos agrônomos, balconistas e outros profissionais do segmento. Em 26 de novembro, o Fórum de Líderes trará presidentes e diretores para discutir a gestão estratégica das cooperativas.

Top Farmers – 15 e 16 de dezembro
Um dos últimos eventos do ano no calendário do agro, o Top Farmers – Desenvolvendo Competências para o Campo terá sua terceira edição realizada de forma totalmente online, em uma plataforma especial com estandes e plenária virtuais. Produtores de soja, milho, café e algodão de todo o país terão acesso a palestras magnas e dois fóruns segmentados: Fórum de Gestão e o Fórum Técnico, com painéis simultâneos sobre temas como crédito no agronegócio, seguro rural, sucessão familiar, manejo e controle de pragas, nova geração do agro, compliancehedge, a nova Lei do Agro e suas aplicações, e as tendências para o mercado de soja, milho, café e algodão. Os congressistas também acompanharão uma série de palestras especiais, dentre elas com o jornalista, escritor e comentarista Augusto Nunes sobre o cenário político e econômico do agro, e vários outros.

Enmcoop e Encoffee
Os dois eventos já realizados pelo Grupo Conecta foram um sucesso. Com uma programação totalmente especial às mulheres, o Encontro Nacional das Mulheres Cooperativistas teve mais de 137 mil acessos em apenas dois dias, em 29 e 30 de setembro. Já o Encontro de Gestão dos Cafeicultores reuniu, dias 20 e 21 de outubro, representantes do setor produtivo, comercial e acadêmico para debater as tendências da cafeicultura no país, em um ano em que as exportações têm batido recorde.

“Em um ano desafiador como este, o mundo se reinventou e conosco não foi diferente. Nossos eventos presenciais se tornaram virtuais e estão sendo um grande sucesso. Nosso objetivo, com tanto conteúdo, foi proporcionar conhecimento a fim de que todo o agronegócio seja cada vez mais produtivo dentro e fora da porteira”, afirma Danilo Bomfim, Diretor do Grupo Conecta.

As inscrições do ENCA e do Top Farmers já estão abertas no valor de R$ 110,00. Para conferir a programação completa dos dois eventos, acesse o site www.gpoconecta.com.br.

Participe da feira virtual da 20ª Conferência Internacional DATAGRO sobre Açúcar e Etanol. São mais de 35 anos de existência dentro do mercado do agronegócio e essa é a primeira vez que passamos por uma pandemia mundial e, consequentemente, uma crise que se estabeleceu no país. É importante nos mantermos unidos em períodos adversos. Afinal, é somente assim que venceremos este grande obstáculo.

Pensando na segurança da nossa equipe, palestrantes e participantes, estamos fazendo a 20ª Conferência Internacional DATAGRO sobre Açúcar e Etanol, 100% online. A entrada na Feira Virtual é gratuita, das 9h00 às 21h00. E para acessar as palestras das Arenas de Conteúdo, que terminam hoje, é necessário a compra de ingressos.

A programação paralela, nos estandes dos patrocinadores, é das 14h00 às 21h00, e dia 30 das 9h00 às 21h00. Essa é a sua chance de participar de um dos principais eventos do calendário mundial do açúcar e etanol, sem sair de casa. Aproveite essa oportunidade para fortalecermos os debates e tendências do nosso setor.

Nesta quinta-feira, a programação prevê:

14h Brenntag
Tema: Tecnologias para Desidratação de Etanol – Palestrante: Rosimeire Harada
14h Yara
Safe by Choice
14h KPMG 
KPMG Chill Time: A KPMG receberá os líderes do setor para debater os temas mais estratégicos que ocupam posição de destaque na agenda das empresas, como os novos paradigmas de confiança do consumidor
14h VBSO  
“Lei Geral de Proteção de Dados – Erik Oioli e Henrique Lisboa”
14:30h  PK
LGPD no Agronegócio: como se adequar? – Com Dr. Hélio Moraes
15h UPL
Flyup – Nova Ferramenta para a Agricultura
15:30h  KPMG
KPMG Insights: O novo papel da auditoria
16h PK
A urgência e a Importância do Planejamento Sucessório – Com Dra. Mariane Pinhão e Dr. Ricardo Hiroshi
17h Suez 
Projeto de geração de valor para otimização de sistema de produção de água para caldeiras
17:00h Valtra
Assista
17:30h  KPMG 
KPMG Insights: O novo papel da auditoria
18h PK  
Relações de trabalho: Recentes alterações legais e impactos para a as empresas – Com Dra. Vanessa Ziggiatti
19h Stoller
Como aumentar o TAH do seu Canavial – Prof. Dr. Carlos Alexandre Costa Crusciol

Equipe
DATAGRO Conference

Com foco em novas tecnologias para aumentar a produtividade, evento terá palestras, debates e dias de campo em plataforma digital interativa.

A Coopercitrus divulga a programação da Semana Digital de Tecnologia e Inovação, que está sendo realizada de 26 a 30 de outubro, pela plataforma digital por onde foi realizada a Coopercitrus Expo Digital. O objetivo do evento é levar os produtores rurais a refletir sobre o atual cenário do agronegócio, reafirmando a importância dessas pessoas para a sociedade e convidando-os a se engajarem em soluções cada vez mais digitais. A programação completa e as informações detalhadas sobre o evento estão disponíveis na plataforma www.coopercitrusexpo.com.br.

O evento começa às 8h com programação diversificada, atrações diárias, estandes com conteúdo e demonstração com um portfólio abrangente de produtos e serviços, em parceria com as principais marcas do agronegócio: Ihara, Valagro, Mosaic, Corteva, Marchesan, FMC, Stoller, Nortox, Yara, Jacto, Bayer, Basf, Adama, Syngenta, UPL, Compass, Ourofino, Casale, Valtra e Massey.

A partir das 17h, haverá apresentação de cases de sucesso de produtores, debates técnicos e palestras sobre as culturas de grãos, citros, hortifrúti, café, pecuária e cana-de-açúcar, comandados pelo time de Especialistas Coopercitrus e por convidados de cada segmento. Após os debates, os participantes poderão enviar perguntas para os palestrantes responderem. A Semana Digital também contará com dias de campo virtual de parceiros, com apresentações de soluções práticas e inovadoras de sucesso.

Na plataforma digital em 3D, os produtores terão a experiência de caminhar pelos estandes, interagir com conteúdo em diferentes formatos, conferir novidades e tecnologias do agro e assistir demonstrações práticas para levar a inovação à sua atividade agropecuária.

O terceiro dia da 5ª edição do Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio reuniu profissionais do Brasil e do exterior para falar sobre as tendências e perspectivas para o agro brasileiro e mundial.  A mesa-redonda foi moderada pela jornalista Vera Ondei e contou com a participação em estúdio do jornalista e escritor, José Luiz Tejon. A diretora de commodities da bolsa de valores de Chicago, Susan Sutherland, apresentou durante a mesa-redonda alguns aspectos sobre a safra nos Estados Unidos este ano durante a pandemia e fez projeções referentes ao mercado. “A estação de plantio nos EUA foi muito boa e teremos uma produção bastante abundante, o que também estava de acordo com a colheita perfeita no Brasil. No meio do ano começou a haver um declínio e quando chegamos em julho, a China iniciou a compra de quantidades cada vez maiores de produtos agrícolas americanos, notadamente milho, trigo, carne bovina e suína”.

Apesar disso, ela explica que havia pouco apoio para o mercado e o país começou a ter problemas com o clima seco em algumas regiões e tempestades em outras, que destruíram parte da produção, o que causou crises futuras. “Ao mesmo tempo, a China não estava conseguindo encontrar grandes quantidades de produtos americanos, sobretudo soja, mas também milho, então os preços começaram a subir. Nos relatórios que começaram a chegar em setembro, vimos que havia menores estoques desses produtos no mercado de Beijin e isso também contribuiu para a subida dos preços, entre outros fatores”.

Susan comentou ainda o impacto do fenômeno La Niña, o qual, segundo ela, não é determinante, mas sugere uma estação mais seca na América do Sul, o que suscitou certa preocupação sobre os seus efeitos na colheita de 2021 no Brasil. “No ponto em que estamos agora, os produtores brasileiros não estão mais vendendo a safra de 2021 até o final do plantio, quando a produção parecer mais garantida. Mas, meu trabalho não é prever os preços: é avaliar onde os EUA estão em termos de demanda e incertezas em relação às produções no Brasil e na Argentina em 2021”.

Finanças e negócios
A gerente de Estratégia da Ágora Investimentos, Ellen Steter ressaltou que o agronegócio tem sido o grande motor da economia já há alguns anos, mas que, em 2020, isso ficou mais evidente. “Temos uma perspectiva muito favorável para o setor, mas é importante que o produtor rural faça a lição de casa. Meu primeiro ponto é: conheça o seu orçamento e, depois, saiba administrá-lo. Saiba exatamente de onde vem as suas receitas e os seus custos, além de conhecer o ciclo do seu negócio dentro do agro”.

A partir daí, acrescentou, é possível contar com produtos financeiros para auxiliar nessa gestão, mesmo que eles não façam parte do dia a dia e pareçam complicados. “Pergunte, busque pessoas de confiança para ajudar, seja um especialista em investimentos ou o gerente do seu banco. Além disso, a pandemia acabou gerando muita informação gratuita na internet por meio de lives, com conteúdos relevantes. Aproveite, porque é hora de encarar as finanças como sua aliada!”, aconselhou.

Outro ponto citado por Ellen é que muitas dicas de finanças servem tanto para a administração do negócio quanto para a vida pessoal e que, apesar disso, é preciso que ambos andem separados. “Tomem muito cuidado para não misturar as contas da fazenda com as pessoais e, antes de qualquer coisa, façam a reserva de emergência antes de planejar qualquer benfeitoria na fazenda ou pensar na troca de maquinário. Isso porque imprevistos acontecem e a pandemia está aqui para nos lembrar disso”.

 Tendências para o agronegócio
A Head do Rural Banking, divisão agrícola do Rabobank Brasil, Pollyana Saraiva detalhou algumas das tendências que ela vê para o futuro do agronegócio. A primeira, segundo ela, está na produtividade, que deverá estar intrinsicamente relacionada às inovações na tecnologia, como, por exemplo, em relação à conectividade, um dos grandes desafios hoje no campo. “Sempre que falamos de visão e gestão precisamos pensar em quais são as grandes tendências que estão por trás disso. O Brasil terá um papel muito importante na produção de alimentos para atender ao crescimento populacional até 2050, e isso implicará na nossa capacidade de produzir mais sem abrir novas áreas”.

 A segunda grande tendência são as mudanças nos hábitos de consumo. “Se olharmos mundo afora podemos ver quatro cenários: os países africanos, que ainda estão preocupados com a disponibilidade de alimento para a população; a Ásia e a Rússia já inserida, preocupadas com a segurança alimentar; países como o Brasil e o México, que estão buscando adição de valor e, por fim, os países mais desenvolvidos, que estão ditando as mudanças de consumo”.

Para Pollyana, a terceira tendência é a sustentabilidade, tema que vem sendo muito discutido nos últimos dois anos e que vai permear a cadeia do agro mundo afora. “A sustentabilidade tem vários aspectos, mas precisamos entender que as questões climáticas afetam regiões de formas diferentes e também decisões de consumo de formas diferentes. Nos países desenvolvidos já vemos consumidores fazendo o balanço entre valor nutritivo e produção de carbono na hora da compra”.

A quarta tendência, como explica Pollyana, é a adição de valor. “Vemos no Brasil e no mundo alguns nichos de mercado que estão saindo das commodities, como, por exemplo, o café brasileiro. Ele é vendido como commodity, mas já existem produtores vendendo café especiais, com rastreabilidade e sustentabilidade.  Por fim, a quinta tendência permeia todas as anteriores, que é a importância da gestão, da governança e da sucessão. “Principalmente a sucessão, que é um dos maiores desafios para produtores e empresas no Brasil e no mundo”.  “Todas essas tendências irão requerer algumas competências, que as mulheres possuem de forma inerente, entre elas: conciliar diversos pontos de vista, organização e habilidade em cooperar. São todas fundamentais para essas tendências se tornem oportunidades para o agro brasileiro e as mulheres do agro”, destacou Pollyana.

A visão feminina
A diretora de Recursos Humanos da UPL Brasil, Maria da Conceição Guimarães, ressaltou que o mercado agro tem se transformado dia a dia e sustentado o país, e acredita que as mulheres desempenham um papel fundamental nisso. “Os homens têm as suas competências e essa diversidade é excelente para toda a gestão e visão do negócio, mas é incrível como as mulheres são mais pragmáticas. Acredito que a visão feminina traz competências muito importantes para o negócio, dentre as quais se destacam a colaboração e a sensibilidade interpessoal, que é um ponto forte porque conseguimos entender e nos conectar melhor com as pessoas”.

Ela acrescentou que quando se analisa visão de negócio, considera-se apenas questões relacionadas a produtos, recursos e máquinas, e na maioria das vezes, não se fala em pessoas. “É bem interessante quando você vai para uma reunião e os temas são sempre ligados a recursos de inovação, produtos e maquinários, mas não se fala de pessoas. O que seria de tudo isso se não fossem as pessoas?”, questiona. “Então, para todas as mulheres que trabalham na cadeia agropecuária, prestem muita atenção às pessoas do seu time, pois são elas que vão trazer resultados para o seu negócio. A gestão e a visão estão 100% ligadas nas pessoas. Se você tiver as pessoas certas, com as competências certas e nos lugares certos, tenho certeza de que a sua empresa terá sucesso”, concluiu Maria da Conceição.

 Academia de Liderança das Mulheres do Agronegócio
A Corteva Agriscience apresentou no terceiro dia do CNMA a história e os objetivos futuros do programa “Academia de Liderança das Mulheres do Agronegócio”, que tem como foco promover ações que reforcem o empoderamento feminino.  O painel foi conduzido pelo diretor de Relações Institucionais da Corteva Agriscience para a América Latina, Augusto de Moraes com a participação do presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Marcello Brito e da diretora Executiva da Fundação Dom Cabral, Viviane Barreto. “A Corteva acredita na força da mulher para tornar o agro ainda mais pujante e relevante para o país e as mulheres têm contribuído cada vez mais com a transformação e o nível de excelência que o setor tem”, destacou Augusto de Moraes.

Apresentada durante o CNMA em 2019, a Academia de Liderança das Mulheres do Agronegócio envolveu 2.500 mulheres por meio de eventos e workshops, e ofereceu treinamento completo para 20 participantes. Já neste ano, conta com a participação de 150 mulheres prestes a se formar, em um curso 100% online. O objetivo da Academia é dar ao grupo um repertório de ferramentas, impulsionar a presença feminina no setor e estimular cada vez mais o protagonismo feminino. Ao longo do curso, as agricultoras aprendem habilidades de liderança, economia e mercado agrícola, cenário político e os seus impactos no agronegócio, inovação e sustentabilidade.

#MinhaVozNoAgro
Após o sucesso da primeira edição do painel “MinhaVozNoAgro, o CNMA trouxe novamente a participação de algumas mulheres protagonistas do agro para compartilharem suas experiências. No espaço de hoje foram recebidas Manoela Bertagnolli, da sementes Butiá e Adriana Rosso, proprietária Frutto Della Terra, com a moderação do jornalista e escritor José Luiz Tejon, da presidente do Núcleo Feminino do Agronegócio (NFA), Maria Antonieta Guazelli e a pecuarista Carmen Perez.

A programação do último dia do CNMA, n

Sérgio Ribas, o Diretor Comercial do Serviço Brasileiro de Certificações (SBC), será um dos entrevistados do programa ‘Noticiário Tortuga’, que vai ao ar nesta quarta-feira, dia 28 de outubro, a partir das oito horas da manhã, no Canal do Criador.

Ele vai falar sobre a importância da certificação para o pecuarista que deseja exportar. Basta sintonizar pelo site, ao vivo: https://www.canaldocriador.com.br Pela tv, ao vivo, no Sky 166. Na parabólica analógica StarOne C2 Frequência 4190 Mhz – Polarização Vertical. Parabólica Digital – Frequência 3652 Mhz Polarização Vertical