Foi assinado esta semana o contrato para construção de uma agência do Banco do Brasil especializada em agronegócio dentro do Parque Fernando Costa, em Uberaba/MG. O acordo firmado entre a ABCZ e a instituição bancária prevê locação de área para o início das obras já em 2019.“É uma grande conquista não só para o associado da ABCZ, como para todos os produtores rurais do país que vão ter um local referência, onde vão poder receber atendimento direcionado à atividade que exercem, com mais facilidade de acesso a crédito rural e outras operações”, comemorou Rivaldo Machado Borges Júnior, diretor da ABCZ responsável pela negociação com o Banco do Brasil.

Desde o inicio de 2017, uma série de reuniões foram realizadas em Uberaba e Brasília para a definição do investimento. O diretor da ABCZ, apoiado pelo presidente da entidade Arnaldo Manuel de Souza Machado Borges, e o diretor de agronegócio do Banco do Brasil, Marco Túlio Moraes da Costa, confirmaram a execução do plano com a assinatura do contrato de locação de área no Parque Fernando Costa nesta sexta-feira (28). “Marco Túlio se empenhou muito para a concretização deste projeto”, destacou Rivaldo.

A unidade de Uberaba será a primeira do país especializada em agronegócio e vai funcionar como um projeto piloto. “Vai ser uma agência moderna com modelo contemporâneo sendo referência para atender todas as categorias de produtores. É a ABCZ fazendo história e trazendo inovações para melhor atender aos associados e produtores”, destacou o gerente regional da Emater, Gustavo Laterza.

Esta época do ano tem tudo a ver com o agro. Alimenta a vida, a família e a fé. O Grupo Publique deseja a todos Boas Festas, um Feliz Natal e um 2019 cheio de prosperidade. Informamos que estaremos de volta ao trabalho no dia 07 de janeiro. Grande abraço! #grupopublique #conteúdoétudo #30anos

Dois dias intensos de treinamento e atualização para qualificar os próprios técnicos e ajudar os empresários rurais brasileiros que exportam carne bovina para o exigente mercado europeu. Este foi o principal objetivo do encontro promovido pelo Serviço Brasileiro de Certificações – SBC Certificações, no início deste mês, em Botucatu, a 200 quilômetros da capital paulista, município onde está sediada a empresa.

O trabalho rotineiro de atualização dos técnicos já é uma prática da SBC, reconhecida pelo mercado como única entre todas as certificadoras brasileiras. E o curso deste ano foi especial, pois reforçou mais uma etapa do processo de transição do gerenciamento integral da Base Nacional de Dados do Serviço Brasileiro de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (BND/SISBOV) para a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), que está dando apoio gerencial e operacional à gestão das Normas que regem o processo, até a instrução definitiva do protocolo de rastreabilidade de produção de carne bovina brasileira.

“Foi muito importante este trabalho porque tivemos que repassar todas as atualizações da Instrução Normativa 51 (IN 51), que passou a reger o Sisbov desde o dia 8 de outubro passado. E tivemos uma participação maciça, o que foi muito satisfatório. Sem falar que aproveitamos e discutimos as peculiaridades de cada estado”, analisou Beatriz Pereira, Gerente de Certificação da SBC, responsável pela parte técnica e análise de laudos.

A empresa é líder do Sisbov, atuando em 28% das fazendas certificadas, incluindo os grandes confinamentos do país, e inserindo quase dois milhões de bovinos por ano, além de ser a única certificadora a atuar em todos os estados habilitados do Brasil, com mais de cinquenta colaboradores e auditores habilitados. A rastreabilidade é um processo de identificação exigido pelos importadores europeus e que compreende o acompanhamento de todos os eventos, manejos, as ocorrências, transferências e movimentações realizadas durante a vida do animal. Com a característica de individualidade da identificação.

“Fizemos nossa reciclagem rotineira, participamos do treinamento diferenciado sobre a nova normativa, publicada recentemente pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Vimos vários pontos muito interessantes, inúmeras questões que facilitam o nosso trabalho na prática e na desburocratização dos processos, o que acaba auxiliando os próprios pecuaristas. Tudo ajudou na condução do nosso trabalho. E, além da reciclagem, com procedimentos levantados e colocados na prática, fizemos provas para qualificação, com todos os profissionais sendo avaliados”, explicou Gustavo Martins Silva, técnico de Rastreabilidade sediado em Bagé (RS).

A IN 51 é um passo a mais no processo de rastreabilidade do gado brasileiro, iniciado há dez anos. As novas regras favoreceram os pecuaristas que já fornecem a proteína ao mercado europeu, pois facilitam o processo, reduzem a burocracia, adaptam o processo produtivo aos modernos mecanismos, como a digitalização, e garante à fazenda habilitada que receba do frigorífico um comunicado com as informações dos números e motivos dos animais desclassificados no abate.

O empenho dos técnicos para estudarem e compreenderem as regras que envolvem a normativa e os protocolos foi destaque do curso deste fim de ano, segundo Rodrigo Camargo, Gerente Operacional e Assistência de Certificação da SBC. “Contamos com 99% dos supervisores de campo, profissionais ligados diretamente às propriedades e em contato permanente com os clientes. Este trabalho de atualização diante das normas é uma das marcas da qualidade da SBC e reforça a liderança e presença da empresa no mercado. Afinal, grande parte de toda a exportação brasileira de carne bovina passa pela SBC, passa pelas nossas mãos, passa pelos nossos técnicos. Foram dois dias de saldo extramente positivo.

E o investimento na qualificação dos técnicos reflete diretamente na conformidade de todos os processos e no atendimento de todas as exigências do mercado. Inclusive porque os padrões internacionais de qualidade estão cada vez mais exigentes e temos que criar processos ainda mais robustos e segurança nas ações”, comentou. Uma postura reconhecida por Sérgio Amaral Castro Filho, sediado em Campo Grande (MS), auditor do SISBOV, auditor líder ISO 9000, do Selo da Cadeia de Fornecimento, com habilitação para fazer as auditorias de produtos orgânicos e sócio ambiental. “O treinamento cumpre com a exigência da nova Instrução Normativa, que exige atualização dos técnicos de forma presencial, além de uma avaliação do conhecimento específico de cada auditor”, reforçou Sérgio Amaral.

E é essa postura de se abrir ao mercado, ampliar o leque de atividades e atuar com novos produtos que vem movendo o planejamento estratégico da SBC para os próximos dez anos. “A ideia é ter outros protocolos para aumentarmos o número de clientes, atuando em setores como armazém de grãos, carne para o mercado chileno, como na área de exigências sobre tipificação de carcaça, e o mercado de produção de frutas e grãos”, assegurou Matheus Modolo Witzler, Responsável Técnico GLOBALG.A.P. da SBC.

“Sem falar que a ampliação de serviços que vão ser ofertados ao mercado pela empresa vai provocar um aumento na demanda por auditores e o investimento na qualificação de novos e dos atuais profissionais. E ainda ajuda a rotina de todo os colaboradores e auditores, pois conseguimos trabalhar na mesma propriedade com vários protocolos, seja grãos, carne, frutas, entre outros. Conseguindo intercalar todo um processo de rastreabilidade propriamente dito”, completou Rodrigo Camargo.

E a internacionalização das atividades é outra meta da empresa para mais uma nova década de negócios. “A SBC percebeu que não tem o perfil de ficar em um protocolo único. Pela forma que a empresa atua e está se estruturando, ela tem todas as condições de atender outros protocolos de certificação, com reconhecimento internacional para alavancar cada vez mais o nome da certificadora no mercado mundial de certificações”, justificou Sérgio Amaral Castro Filho, auditor sediado em Campo Grande (MS), estado importante na certificação Sisbov e integrante da região de maior resultado no embarque de carne bovina de fazendas habilitadas ao mercado europeu.

“Sei bem da experiência do SBC, o feedback que recebo diariamente desde que entrei, há dez anos. É uma praxe da empresa e nem sempre ocorre em outras corporações que atuam no mesmo segmento. Agora, é seguir, amadurecer os projetos e implantar novos protocolos”, apostou José Formigone Neto, de Rondonópolis (MT). “É extremamente importante mantermos os padrões de vistoria, a atualização das normas e a uniformidade dos procedimentos técnicos a campo. É por isto que a SBC está muito a frente dos sistemas, trazendo novas informações ao produtor e se adequando à medida que as transformações vão ocorrendo. Podemos constatar que a SBC sai na frente de todo processo de certificação. E quando as mudanças ocorrem, já estamos preparados para poder segui-las”, concluiu Olgmar Costa Coelho, Técnico de Goiás e Mato Grosso.

Sobre a SBC Certificadora – A SBC foi criada em 2002, em Botucatu, pelos médicos veterinários Cristina Lombardi, que atuou no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e no Frigorífico Independência, e Luiz Henrique Witzler, dois renomados profissionais da história da rastreabilidade bovina no Brasil. O objetivo foi trabalhar com SISBOV, para atender a demanda de exportação de carne bovina à Europa. Hoje, a empresa é líder de mercado neste sistema, atuando em 28% das fazendas brasileiras certificadas, incluindo os grandes confinamentos do país, e quase dois milhões de bois por ano. E atende as grandes empresas deste setor. Tem presença em onze estados brasileiros e escritórios em Cuiabá, Goiânia, Campo Grande, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, além de representante no Paraná. Mantém sede em Botucatu e trabalha com cinquenta colaboradores e auditores espalhados pelo país. A SBC é credenciada para as certificações SISBOV, validação de indústrias e protocolos particulares. E está em fase final de acreditação pelo Inmetro para GLOBALG.A.P. nos escopos de frutas e grãos.

Na Capital Nacional do Leite, pecuaristas aderem à novidade e terão seus primeiros resultados no início de 2019.

Os produtores de leite brasileiros acabam de ganhar uma nova tecnologia para identificar os maiores destaques do rebanho, garantindo maior retorno econômico à pecuária. A cidade de Castro, no Paraná – Capital Nacional do Leite -, foi o cenário escolhido pela Semex, maior central de inseminação artificial bovina do mundo, para o lançamento do novo programa de estratégia genômica Elevate no Brasil. O evento, realizado no último dia 19 de dezembro, reuniu mais de 50 pessoas, incluindo grandes produtores de leite da região que vêm conseguindo elevar a produtividade de seus planteis com o uso das diversas soluções tecnológicas oferecidas pela empresa. “Os produtores demonstraram muito interesse em conhecer mais a fundo como a genômica pode acelerar o melhoramento genético bovino e auxiliar a tornar a pecuária leiteira cada vez mais eficiente e sustentável. O Elevate simplifica o teste genômico, facilita o entendimento dos resultados e é o único do mercado que permite a identificação de fêmeas de imunidade elevada dentro do rebanho”, destaca o diretor presidente da Semex Brasil, Nelson Ziehlsdorff, que fez recepção dos convidados e abertura oficial do evento em Castro.

Lançamento mundial da empresa, o programa foi desenvolvido com a proposta de facilitar o uso da genômica dentro da porteira. Todo o funcionamento do Elevate foi apresentado ao público pelo diretor de mercados da Semex Brasil, Dr. Claudio Aragon. O médico-veterinário reforçou que a nova tecnologia, além de identificar genomicamente as fêmeas de maior imunidade, trará os valores genômicos de mais de 100 outras características, todas ligadas à produção, saúde e tipo dos animais. “Com base nesse planejamento personalizado e traçado com auxílio de um representante da Semex, os animais indicados para o teste genômico serão listados no aplicativo, informando o custo-benefício do procedimento para cada fêmea do plantel. Com isso, o produtor evita gastar dinheiro fazendo testes em fêmeas de baixo potencial genético”, explica Claudio Aragon.

Por meio de um aplicativo exclusivo, o criador terá acesso a todas as informações do rebanho e poderá traçar a melhor estratégia genética dentro dos objetivos de trabalho de sua propriedade. O aplicativo elimina a necessidade de anotações em papéis e planilhas, tornando o processo totalmente automatizado. Será possível acompanhar o status das análises das amostras de DNA e ter acesso aos resultados pelo aplicativo. Caso prefira, o produtor poderá visualizar e trabalhar os resultados em seu computador em um formato fácil de ler. “O Elevate é um complemento para as diversas soluções tecnológicas que a Semex já vinha oferecendo aos pecuaristas com o objetivo de tornar o planejamento genético das fazendas muito mais eficiente”, destacou durante o lançamento do programa o distrital na região ABCW do Paraná da Semex Brasil, Hilton Ribeiro.

O Elevate chega ao mercado de genética bovina em um momento bastante aquecido para o setor, que deve fechar 2018 com um aumento nas vendas de sêmen na ordem de dois dígitos. A Semex já projeta para 2019 um crescimento de 15% e durante o lançamento do programa já firmou parceria com várias fazendas. A expectativa da empresa é apresentar os primeiros resultados dessas propriedades no próximo ano. “É um começo muito animador. Somos uma empresa focada nas pessoas, buscando as melhores soluções e serviços para a pecuária nacional. Temos o compromisso e a responsabilidade de auxiliar os produtores na busca de novas tecnologias e vamos seguir com essa proposta de forma muito mais forte em 2019”, finaliza o presidente da Semex.

2019 está começando e o Grupo Publique inicia mais um ano comemorando a renovação de parceria com uma empresa da “prateleira de cima” do mercado financeiro e do agronegócio brasileiros. É um prazer e imensa prova de confiança entrar em mais um ciclo do Programa Fala Carlão no Canal Rural contando com o apoio dos colegas do Banco Bradesco.

O Mundo do Agronegócio do Brasil tem encontro marcado com as novas tecnologias, formas de comercialização e parcerias, além de negócios promissores nos dias 4 e 5 de junho, em Campinas (SP), no Royal Palm Hall & Resort Hotel. É o ENCA 2019, Encontro Nacional das Cooperativas Agropecuárias, evento que vai debater temas como Aceleração do Crescimento, Governança, Tecnologias Digitais e Finanças, e Gestão de Risco nas Cooperativas.

No dia 15 de março de 1999, celebramos 10 anos do Grupo Publique com uma grande festa em São Paulo, com direito a passeio pela Avenida Paulista com essa novilha Nelore e aquele touro Limousin, que aparece lá atrás na foto. Foi um momento importante. O Bradesco foi testemunha! Reparem na marca do banco bem ali, do outro lado do Conjunto Nacional!

Touro foi Medalha de Prata nas categorias Melhor Reprodutor Nelore e Melhor Reprodutor Nova Geração Nelore em evento que festeja a raça.

A Villa Vérico, em São Paulo (SP), foi o local escolhido pela Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) para a realização da 19ª edição da Nelore FEST, conhecida como o Oscar da Pecuária, no dia 17 de dezembro. E o touro revelação LANDAU DA DI GENIO foi eleito Medalha de Prata nas categorias Melhor Reprodutor Nelore e Melhor Reprodutor Nova Geração Nelore.

“Esse prêmio nos enche de orgulho. É mais um reconhecimento à seriedade do nosso trabalho e à importância do LANDAU no cenário nacional, na produção de carne dentro da raça Nelore e do agronegócio”, comemora Antonio Aurico, gerente do Nelore DI GENIO.

Com apenas cinco anos de idade, LANDAU já é um fenômeno: filho de Brado da Santa Marina em vaca Fajardo crioula da DI GENIO, o jovem reprodutor conta, até o momento, com mais de oito mil filhos com RGN (Registro Geral de Nascimento) da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) e um total de 14.815 filhos comunicados. Atualmente, o touro está em coleta na CRV Lagoa.

O troféu foi recebido por Amândio Salomão, acompanhado da esposa Tereza, e Gustavo Machado, em nome da Agropecuária XUAB e do Nelore DI GENIO. Durante a última Expogenética, em um leilão disputadíssimo realizado no dia 29 de abril, o pecuarista Amândio Salomão adquiriu 50% do touro LANDAU, que foi valorizado em mais de R$ 2,5 milhões.
A entrega dos prêmios da Nelore FEST teve casa lotada, com a presença de cerca de 430 pessoas, entre criadores, selecionadores, invernistas, confinadores e representantes das indústrias de insumos e de frigoríficos brasileiros.
Sobre o Nelore DI GENIO

Marca reconhecida na produção de touros eficientes, frutos de acasalamentos direcionados e de seleções que identificam promessas da raça, o Nelore DI GENIO também investe em um ótimo manejo e ambiente tranquilo e saudável em todos os espaços do criatório. Com forte pressão de seleção em fertilidade e habilidade materna nas fêmeas, e circunferência escrotal e ganho de peso nos machos, a genética DI GENIO mantém reprodutores nas principais centrais de inseminação do Brasil: LANDAU, LANCHUDO, ORÁCULO e ORPHEU, em coleta na CRV Lagoa; LOGAN, OLDPARR, EFEITO e OPOSITOR, na Alta; JOVEM, na Semex; e JAZIGO, na ABS. Vários touros do criatório foram selecionados pelo Programa Nacional de Avaliação de Touros Jovens (PNAT), como o NEPAL (2017) e o OBAMA (2018).
Com propriedades nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Rondônia, o Nelore DI GENIO participa das principais provas nacionais de ganho em peso a pasto e dos programas de melhoramento genético PMGZ/Geneplus e PAINT (CRV Lagoa), com o objetivo de produzir animais duplamente certificados. Todo esse trabalho reflete na excelente padronização dos animais.

Honraria fecha o ano da empresa, que prevê um crescimento entre 9% e 11% em 2018.

Companhia centenária de medicamentos veterinários para animais de estimação e de produção, a UCBVET recebeu, no dia 13 de dezembro, o prêmio Exporta Ribeirão, entregue pela ACIRP – Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto. “A cidade e a nossa região abrigam muitos exportadores. Destacar-se nesse contexto demonstra que a UCBVET caminha no rumo correto com as suas operações de comércio internacional”, comemora Diego Fávero, gerente de Comércio Exterior (Comex) da empresa, que recebeu o prêmio em cerimônia realizada na sede da associação.
Oferecido anualmente, o Exporta Ribeirão elege os vencedores com base na pontuação obtida pelas empresas no preenchimento de um questionário. Além de Diego, participaram do evento Rodolpho Marques e André Reis, integrantes do time de Comex da UCBVET.

O prêmio coroa o ano da empresa que, apesar dos percalços econômicos, vem registrando crescimento acima das previsões. “Estamos extremamente otimistas com o fim do ano e com o atual momento. Nossa previsão é crescermos entre 9% e 11% em 2018, acima das expectativas de mercado e da inflação. Também estamos aumentando a equipe e nos preparando para entrar em 2019 de uma maneira muito positiva”, conta Nilton Martini, Diretor Comercial da UCBVET.

Sobre a UCBVET – Fundada em 1917, a indústria farmacêutica centenária UCBVET atua em todo o território nacional e exporta para países da América Latina, África e Oriente Médio. Possui uma unidade industrial em Jaboticabal e uma unidade de negócios em Ribeirão Preto, ambas no interior de São Paulo. Sua equipe é composta por profissionais altamente qualificados, incluindo médicos-veterinários, farmacêuticos, químicos, biólogos e zootecnistas. Atualmente, tem no portfólio 57 produtos em 106 apresentações, destinados ao tratamento de cães, gatos, bovinos, suínos, ovinos, caprinos, equinos e aves. São antimicrobianos, anti-inflamatórios, analgésicos, antitóxicos, reconstituintes orgânicos, endectocidas, endoparasiticidas, ectoparasiticidas e hormônios. Mais informações em www.ucbvet.com.

A era da genômica já é uma realidade em inúmeras propriedades leiteiras ao redor de todo o mundo. No Brasil, a técnica vem ganhando força e já apresenta resultados importantes para o melhoramento genético dos rebanhos nacionais. Porém, muitas dúvidas em relação à coleta dos dados, envio do material e, principalmente, interpretação dos resultados ainda impedem que uma grande parcela de produtores invista na técnica. E é a simplificação de todo esse processo que propõe o novo Programa Elevate, lançado pela central de inseminação Semex ontem (19/12), em Castro/PR, durante solenidade que contou com a presença de inúmerosprodutores de leite do país. O programa é o único do mercado que, além de funcionar de forma totalmente automatizado – por meio de um aplicativo exclusivo, que com um simples scanner (com a câmera do celular) de código cataloga todos os dados, sem uso de anotações em papéis e planilhas –, ainda permite a identificação de fêmeas de maior imunidade das raças Holandesa e Jersey, assim como valores genômicos de mais de 100 outras características, todas ligadas à produção, saúde e tipo dos animais.

Para o produtor de leite, esse avanço na genômica não só melhorará a rentabilidade do negócio como também reduzirá consideravelmente o tempo gasto para formar um rebanho geneticamente superior. Segundo Dr. Claudio Aragon, diretor de mercados da Semex Brasil, antes do genoma, o produtor tinha de esperar a vaca parir e encerrar uma lactação para saber se o animal era realmente bom. Hoje, com cinco ou seis meses de idade, ele já tem essa confirmação e pode multiplicar a genética desses animais. Isto é: quanto mais jovens as fêmeas forem submetidas ao mapeamento genômico, maior será o ganho genético para o rebanho. “Isso significa uma redução no intervalo de geração de uns quatro anos, ou seja, é um salto genético extraordinário. E o melhor de tudo, com o Elevate todo esse processo se torna muito simples e fácil. Com baixo custo para o produtor e com um retorno financeiro altíssimo. Sem dúvidas é a melhor forma de gerenciar a estratégia genética de um rebanho.”, relembra.

Como vai funcionar – O principal objetivo do Elevate e da Semex é simplificar todo o processo! Por isso, o aplicativo do programa é auxiliar o produtor em todas as etapas. E tudo começa com a decisão de quais animais devem ser submetidos ao teste. Para isso a Semex conta com um aplicativo que dá acesso a todas as informações do rebanho e, permite definir a melhor estratégia genética dentro dos objetivos de trabalho da propriedade. “Com base nesse planejamento personalizado e traçado com auxílio de um representante da Semex, os animais indicados para o teste genômico serão listados no aplicativo, informando o custo-benefício do procedimento para cada fêmea do plantel. Com isso, o produtor evita gastar dinheiro fazendo testes em fêmeas de baixo potencial genético”, explica Dr. Aragon.

Ele acessará a lista dos animais aptos ao teste e depois de fará a coleta do material de DNA. Esse processo também é todo auxiliado pelo Programa, que disponibiliza o material de extração e envio para análise laboratorial. O DNA será extraído no Brasil e enviado para os Estados Unidos para obtenção dos valores genômicos. Ao fazer a coleta da amostra o produtor recebe um código e poderá acompanhar o status do andamento de todo o processo em tempo real. Assim que finalizado, o cliente receberá o resultado diretamente no aplicativo, ou, caso prefira, poderá visualizar e trabalhar diretamente no computador.

“Com base nos dados genômicos recebidos, será possível combiná-los com outras informações do rebanho e definir o melhor planejamento genético para alcançar as metas da fazenda. Será possível utilizar os dados gerados pelo Elevate em programas como o Semex Works, que cria índices genéticos e econômicos personalizados para cada propriedade, e no Optimate, que utiliza esses índices para definir a estratégia de acasalamento do rebanho, separando os animais por grupos de acordo com a qualidade genética. O Elevate complementa esse planejamento, tornando o procedimento muito mais confiável, com base no real potencial genético do animal”, pontua Dr. Aragon.

Genoma Immunity+ – A grande novidade do Elevate, comparado aos demais programas genômicos disponíveis no mercado, além da total automatização dos dados, sem a necessidade de usar papéis e planilhas, é, sem dúvida, a possibilidade de genotipar fêmeas Immunity+, uma exclusividade do Programa Semex. O Dr. Claudio Aragon explica que a seleção para saúde a partir da genômica já vem sendo desenvolvida há alguns anos pela empresa e tem apresentado resultados positivos no campo. “Por meio do Immunity+ identificamos um grande número de touros com capacidade de transmitir essa característica às suas filhas. Esses animais vêm sendo utilizados amplamente no Brasil e têm gerado fêmeas de maior longevidade e saúde, que produzem colostro de alta qualidade e conseguem uma recuperação rápida quando têm casos de mastite”, acrescenta. Então agora, o produtor tem a possibilidade de identificar dentro do seu rebanho animais que carregam essa genética de imunidade e criar estratégias muito mais rentáveis para o seu negócio. Tudo isso literalmente na palma da mão.