O Presidente da fabricante de celulose Eldorado Brasil Celulose, José Carlos Grubisich, renunciou nesta sexta-feira ao cargo, de acordo com comunicado da empresa. A empresa foi vendida pelo grupo J&F, que reúne os negócios de Joesley e Wesley Batista, para a holandesa Paper Excellence.

Segundo fato relevante, a renúncia será efetivada em 28 de novembro, dentro do processo de transição para o novo executivo, em meio à transferência do controle da Eldorado para a Paper Excellence.

A Eldorado foi vendida no início do mês por R$ 15 bilhões para a holandesa Paper Excellence, dentro dos esforços da J&F para se desfazer de ativos e reequilibrar sua situação financeira, em meio a um escândalo de corrupção envolvendo a família controladora Batista.

Uma das regiões com grande concentração de rebanhos da raça Senepol, Uberlândia/MG terá, a partir deste ano, a oferta de atendimento clínico e cirúrgico para esses bovinos. A Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos Senepol (ABCB Senepol) firmou parceria com o Centro Universitário do Triângulo (UNITRI) e a empresa de consultoria e assistência veterinária PrimeVet Brasil para garantir esse tipo de serviço aos associados da entidade que estejam localizados, a priori, em um raio de até 200 Km de Uberlândia.

O projeto será coordenado pelo professor da UNITRI, Silvio André Pereira Mundim, e terá a participação dos acadêmicos do curso de Medicina Veterinária da instituição de ensino. “O objetivo é oferecer aos acadêmicos de Medicina Veterinária um maior contato com situações do dia-a-dia, com relação ao atendimento clínico e cirúrgico em bovinos da raça Senepol, fazendo com que se coloque em prática o conteúdo aprendido nas aulas teóricas. Esta é uma excelente oportunidade para vivenciarem situações de atendimento clínico e cirúrgico a campo”, explica Mundim, que também é diretor da PrimeVet Brasil.

A iniciativa garantirá atendimento de qualidade a um preço menor, uma vez que o pecuarista arcará apenas com os custos de deslocamento da equipe técnica e da medicação, beneficiando, principalmente, o pequeno produtor. Também serão ofertados a custos menores, pela PrimeVet Brasil, exames bioquímicos, sorológicos, andrológicos e genéticos para os animais. Caso queira, o criador pode escolher outra prestadora de serviço. “Além de garantirmos uma redução de custos para o associado, com este projeto, estamos contribuindo para a prevenção de zoonoses e, também, para a inserção no mercado de profissionais capazes de atender às reais necessidades das propriedades rurais brasileiras selecionadoras de Senepol, uma raça que vem crescendo em todo o Brasil”, ressalta o presidente da ABCB Senepol, Pedro Crosara Gustin.

As atividades do projeto são realizadas mensalmente aos sábados e domingos, com agendamento prévio na ABCB Senepol, e executadas pelo professor Silvio Mundim, em conjunto com uma equipe técnica composta por uma médica- veterinária, três professores colaboradores, dois bolsistas voluntários de extensão, acadêmicos do curso de Medicina Veterinária, que realizam plantões acadêmicos durante os semestres, e acadêmicos de monitoria na Área de Grandes Animais.

Os dados coletados nos atendimentos serão utilizados no desenvolvimento de pesquisas com a raça Senepol, podendo, ainda, gerar trabalhos de relatos de casos para a publicação de artigos científicos.

Sobre a ABCB Senepol

A ABCB Senepol é delegada do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) no Brasil para a execução do Serviço de Registro Genealógico da raça Senepol. Hoje, o Brasil é referência mundial em seleção da raça, que vem se consolidando na pecuária de corte nacional por ser precoce, dócil, rústica e ter bom rendimento de carcaça. Informações adicionais: www.senepol.org.br

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Wecksley Souza é o mais novo profissional a integrar a equipe da Agropecuária Jacarezinho, empresa líder na produção de touros no Brasil e dedicada ao melhoramento genético do Nelore CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção).

Zootecnista, formado na Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo (FZEA/USP), em Pirassununga (SP), Wecksley integrou a equipe do Laboratório de Melhoramento Animal da instituição e teve a oportunidade de trabalhar na reestruturação do rebanho Nelore do campus.

Ainda durante o período na USP, entre os anos de 2013 e 2014, Wecksley obteve bolsa de estudos e conheceu in loco o trabalho de melhoramento e pesquisa pecuária no Canadá, especialmente no desenvolvimento de ferramentas de genômica. Já em 2016, ele foi o responsável técnico pelo departamento corte da CRV Lagoa, em Sertãozinho (SP).

Com 30 anos de idade e natural de Ituiutaba (MG), o jovem coordenador iniciou suas atividades na Agropecuária Jacarezinho nesta segunda-feira, 26 de setembro.

“É um grande desafio, pois a proposta é tornar a Agropecuária Jacarezinho a maior empresa fornecedora de genética do Brasil. Para alcançar esse objetivo, vou ampliar o relacionamento com o mercado nacional, além de Paraguai e Bolívia. Pretendo fidelizar ainda mais as relações com os pecuaristas que já utilizam os produtos e aproximar a empresa daqueles que ainda não são nossos clientes. Seja através dos touros, do sêmen ou dos embriões, minha função será fomentar o acesso à genética AJ”, revela o Coordenador Comercial.

Rafael Zonzini, Gerente Geral de Pecuária, afirma que, neste momento de transição e ampliação da força de trabalho na Agropecuária Jacarezinho, a experiência técnica e comercial de Wecksley representa a chegada de um perfil profissional interessante para a empresa. “Ele vem de uma forte formação em melhoramento genético e tem conhecimento pleno em estrutura de avaliação, fatores diferenciais na hora de apresentar e comercializar animais com CEIP”, avalia Rafael.

Sobre a Agropecuária Jacarezinho – Com mais de 25 anos de seleção, a AJ é uma tradicional criadora da raça Nelore CEIP, com uma seleção a pasto, de ciclo curto e fruto de um intenso trabalho de melhoramento genético. Foi a Jacarezinho que fundou a Delta Gen, o maior programa de CEIP do Brasil e que conta com um banco de dados de 500 mil animais avaliados. Hoje, os exemplares AJ estão presentes em mais de 16 estados brasileiros, com mais de 1 milhão de doses de sêmen vendidas e 21 mil touros comercializados em todo o território nacional.

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Estadão Conteúdo – O País tinha um rebanho de 218,23 milhões de cabeças de bovinos em 2016. O montante representa um aumento de 1,4% em relação a 2015, segundo a Pesquisa da Pecuária Municipal divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Centro-Oeste manteve a liderança do rebanho, com 34,4% do total de cabeças. A região teve um crescimento de 3,3% em relação a 2015.

O Estado do Mato Grosso concentrava o maior rebanho bovino, com 30,30 milhões de cabeças de gado, o equivalente a 13,9% do total nacional, 3,2% a mais do que detinha no ano de 2015.

Os municípios com maior rebanho bovino em 2016 foram São Félix do Xingu (PA), Corumbá (MS) e Ribas do Rio Pardo (MS).

Vacas ordenhadas

O número de vacas ordenhadas alcançou 19,7 milhões em 2016, o equivalente a 9,0% do total de bovinos do País. O montante representa uma queda de 6,8% em relação ao ano anterior, segundo a Pesquisa da Pecuária Municipal divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A produção brasileira de leite somou 33,62 bilhões de litros no ano passado, uma redução de 2,9% em relação a 2015. Minas Gerais permanece como o maior produtor, com 8,97 bilhões de litros, 26,7% da produção nacional. Entre os municípios, a liderança foi de Castro, no Paraná, que alcançou 255,00 milhões de litros de leite.

Quando comparados aos dados da Pesquisa Trimestral do Leite, também apurada pelo IBGE, a Pesquisa da Pecuária Municipal mostra 31% do leite produzido no País não passaram por inspeção sanitária.

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Com o objetivo de reconhecer e incentivar o trabalho de cientistas e jornalistas que têm contribuído para a divulgação do Senepol no Brasil, a Associação Brasileira dos Criadores de Bovino Senepol (ABCB Senepol)vai premiar profissionais dessas duas áreas de atuação. O Prêmio ABCB Senepol de Pesquisa Científica & Inovação é destinado a pesquisadores das áreas de Genética e Melhoramento, Sanidade, Nutrição, Fisiologia, Produção, Bem-estar, Ambiência, Qualidade de Carne, e Economia e Mercado. “Com esta iniciativa, pretendemos impulsionar a pesquisa e a divulgação sobre o Senepol no Brasil e ainda estimular que pesquisadores se interessem pela busca de inovação na bovinocultura utilizando a raça como possível solução para os desafios da produção nacional.”, destaca o presidente da ABCB Senepol, Pedro Crosara.

Nesta primeira edição poderão ser inscritos trabalhos publicados a partir do ano de 2015. Não serão aceitas revisões ou monografias. A pré-inscrição dos pesquisadores, já com o escopo da pesquisa deve ser feita até o dia 18 de abril de 2018 e a versão final do trabalho deverá ser enviada até o dia 10 de julho de 2018. A premiação para o primeiro colocado será de R$ 10.000,00 (dez mil reais); para o segundo será de R$ 7.000,00 (sete mil reais); e para o terceiro será de R$ 5.000,00 (cinco mil reais)

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Já para o Prêmio de Jornalismo poderão concorrer reportagens que abordem o tema “Contribuição da raça Senepol para a inovação e o desenvolvimento da bovinocultura no Brasil”. Podem participar jornalistas profissionais que atuem em televisão, jornais, revistas e internet, que são as 4 categorias do Prêmio. Serão aceitas matérias publicadas no período de 7 de setembro de 2017 à 7 de julho de 2018. A premiação para o vencedor em cada modalidade será de R$ 5.000,00 (cinco mil reais).

Mais detalhes sobre os dois prêmios estão disponíveis no site www.premiosenepol.com.br

A Genética Aditiva, vanguarda na pecuária brasileira na adoção de tecnologias modernas voltadas para o melhoramento genético, é destaque na edição de setembro da revista Globo Rural, uma das mais importantes do setor. Veja abaixo:

 

Na manhã desta quarta-feira (27), produtores rurais, técnicos, extensionistas, alunos e professores de graduação e pós-graduação marcaram presença no Fórum sobre Pecuária de Baixa Emissão de Carbono realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), durante o IV Congresso Brasileiro de Produção Animal Sustentável – ANISUS.

O tratamento de dejetos animais para a geração de energia, como forma de melhorar a renda dos produtores rurais, agregando sustentabilidade, foi o tema de encontro que tem como objetivo sensibilizar os envolvidos na cadeia de pecuária intensiva de gado de leite e corte para o uso de tecnologias que reduzam a emissão de gases de efeito estufa. A abordagem do Fórum vai ao encontro do tema tratado no Congresso que está em sua quarta edição e tem como objetivo contribuir com a disseminação e discussão de técnicas alternativas e sustentáveis de produção animal, despertando nos meios técnico, produtivo e científico, a preocupação com a necessidade de mudanças nos paradigmas de desenvolvimento e produção do setor agropecuário.

O fiscal federal agropecuário do MAPA, Maurício Carvalho, iniciou o fórum mostrando os principais pontos do Plano ABC e do projeto de pecuária, reforçando as oportunidades para o produtor. “Buscamos desenvolver as análises econômicas que mostrem tecnologias viáveis e que possam ser acessadas por meio das linhas de crédito”, destacou.

Cleandro Dias, consultor e médico veterinário, abordou as tecnologias de produção mais limpa na pecuária intensiva, levando dados e conhecimento específico aos participantes presentes. Foram apresentadas tecnologias viáveis tecnicamente em condições brasileiras com destaque para o uso racional da água e também do concentrado e volumoso, com o foco na redução de perdas e desperdícios e, consequente aumento da eficiência do uso dos recursos naturais. “Nosso objetivo é o fomento da adoção destas tecnologias que proporcionam geração de valor para as atividades de pecuária intensiva leiteira e de corte, além de reduzir as emissões de gases de efeito estufa contribuindo com a meio ambiente e com os acordos internacionais sobre o clima que o Brasil é signatário”, esclarece o consultor.

Exemplos de processos tecnológicos que permitem transformar o que era problema, numa solução rentável foi o foco da palestra do consultor, Fabiano Coser. O tema abordou a compostagem, rota sólida de aproveitamento dos dejetos para produção de biofertilizante (sólido), e a biodigestão, rota líquida de aproveitamento dos dejetos para produção de biofertilizante (líquido), biogás e energia elétrica. “As duas tecnologias permitem ao produtor rural transformar um possível passivo ambiental em ativos para produção de energia e adubo orgânico”, reforçou Coser aos participantes.

A parceria entre o MAPA e Embrapa também oportunizou a palestra “Alternativas sustentáveis para a produção de bovinos de leite” do pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Paulo Armando de Oliveira, que abordou o manejo correto dos sistemas de compost barn e cama sobreposta, como fundamental para o resultado da redução de emissão de carbono. Também foram apresentados resultados das tecnologias usadas na produção de suínos como experiência sobre cama sobreposta.

Já o desafio da implantação de compost barn, foi trazido pela Prof. Dr. Ana Luiza Bachmann Schogor, do Departamento de Zootecnia da UDESC, que abordou as principais vantagens do modelo, como seu alinhamento com o bem-estar animal e o potencial em gerar dejetos sólidos. “Entretanto, há ainda dúvidas em relação a esse formato, como tipo de cama, profundidade, ventilação mecânica, dimensões ideais, e outros pontos que são fundamentais não só para disseminação do sistema, como para melhor eficiência de seus resultados”, reforça.

O encontro também trouxe conteúdo da Universidade de Minesota nos Estados Unidos, por meio da pesquisadora e professora, Marcia Endres, na palestra “Composto: um produto de valor agregado na bovinocultura de leite?”. O tema discutiu, a partir de pesquisas e testes em diversas produções e formatos, os critérios para compostagem bem sucedida, como materiais usados, temperatura, umidade, frequência de aeração e destino do produto final.

O Projeto “Pecuária de Baixa Emissão de Carbono: geração de valor na produção intensiva de carne e leite”, coordenado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento com apoio do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), tem o intuito de, ao longo de um ano, avaliar e disseminar alternativas economicamente viáveis para o tratamento de dejetos na pecuária, como parte do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC).

por Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Autoridades sanitárias do Serviço de Segurança e Inspeção de Alimentos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos comunicaram o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que o Brasil poderá restabelecer as exportações ao país de cinco frigoríficos para produção de carne termoprocessada.

As cinco unidades foram embargadas preventivamente pelo Ministério da Agricultura por problemas como rompimento de embalagens. A medida foi tomada com o objetivo de evitar eventual embargo total dessa exportação. O comunicado revertendo a situação foi enviado ao Mapa nessa segunda-feira (25).

Os produtos processados termicamente representam a maior parte da exportação de carne brasileira para os americanos. O Brasil possui 18 frigoríficos fornecedores dessa matéria prima.

Em evento em São Paulo, nesta última terça-feira (26), o ministro Blairo Maggi (Agricultura) falou sobre a reabertura de mercado para os cinco frigoríficos, que são os principais exportadores para os EUA. Maggi lembrou que recentemente uma missão técnica norte-americana veio ao Brasil a convite do Mapa. A delegação dos EUA visitou várias plantas e conversou com técnicos do ministério e com pessoas da cadeia produtiva. “Ontem mesmo, recebemos a informação de que a carne processada está liberada. Esperamos que, muito em breve, a gente consiga também liberar a carne in natura”.

O fim do embargo de cortes in natura deverá ocorrer depois que os americanos avaliarem documento enviado a eles, em resposta a questionamentos feitos por missão veterinária que esteve no país no primeiro semestre deste ano. A previsão é que isso ocorra em outubro.

A central de inseminação artificial Semex Brasil acaba de lançar o catálogo virtual de reprodutores Angus, com informações atualizadas sobre o novo sistema de Dep’s (Diferença Esperada na Progênie) no programa de avaliação de touros da Associação Americana de Angus.

Segundo o Gerente de Gado de Corte Semex, Antonio Carlos Sciamarelli Júnior, que esteve no Canadá conferindo de perto as mudanças, os dados estão ainda mais precisos e confiáveis e o uso de dados genômicos triplicou. “Os criadores de gado PO e comerciais devem ficar atentos às mudanças para recalibrar os dados usados na seleção e ajustar as decisões de compra”, explica.

Touros da bateria Semex, como “Easy Decision”, “Black Top”, “Kozi” e “Power Point” tiveram seus índices de avaliação elevados e se mostram importantes melhoradores para características de alto valor econômico.

Todas essas informações estão no catálogo de touros Angus, disponível para download gratuitamente no site da Semex. Basta acessar o link: https://goo.gl/qXQYAj

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O Grupo Publique participa, entre os dias 21 a 01 de outubro, da Expoinel 2017, maior exposição da raça Nelore da América Latina. O evento acontece no Parque de Exposições Fernando Costa, em Uberaba (MG), e fecha o calendário de exposições da ACNB (Associação dos Criadores de Nelore do Brasil).

Renan e Thiago

Acompanhado dos zootecnistas Renan Antonelli Mendes e Thiago Galdiano, o presidente do Grupo Publique, Carlos Alberto da Silva, visitou os estandes dos clientes DSM, Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) e Semex Brasil no interior do parque e das entidades promotoras.

Carlão em frente ao estande da Tortuga DSM

 

Carlão na sede da Asbia

Paralelamente à Expoinel, também é realizada outra importante exposição: a ExpoGil, que julgam e premiam os melhores animais da raça Gir Leiteiro no país.

Durante o evento, o gerente de Produtos Leite Tropical da Semex, Christian Milani Resende, apresentará aos visitantes os novos touros contratados e como utilizá-los no rebanho para alcançar excelentes resultados nos acasalamentos. “O Gir Leiteiro também é muito usado nos cruzamentos para a formação do Girolando, raça que está consolidada para a produção de leite nos Trópicos. É extremamente importante ressaltar que o sucesso do Girolando se deve aos criadores que vêm fazendo o serviço de casa por meio dos acasalamentos entre os melhores touros Gir Leiteiro e as melhores matrizes Holandesas”, destaca Resende.

Christian Resende, da Semex