Carlão da Publique, presidente do Grupo Publique, prestigiou mais um evento de excelência destinado a pecuaristas e representantes de toda cadeia da pecuária de corte, o Fórum Exagro, realizado em Campinas (SP).

Oportunidade mais que especial para o âncora do programa Fala Carlão! contar boas histórias do setor em entrevistas exclusivas.

Zootecnista formado pela UNESP de Jaboticabal, o proprietário da MELHORA +, empresa de consultoria em melhoramento genético, Luiz Fernando Figueiredo detalhou os excelentes resultados alcançados pela Genética Aditiva na raça Nelore. Assista: https://www.youtube.com/watch?v=gDlptvdLA1w

Na sequência, o consultor sênior e diretor executivo da Exagro, Marcelo Pimenta (foto), falou sobre os objetivos do evento e o trabalho da empresa. Segundo o especialista, a Exagro é responsável por dar suporte a pecuaristas que somam 1,3 milhões cabeças de gado e uma área de 701 mil hectares. Acompanhe o bate-papo: https://www.youtube.com/watch?v=w70xVwLP0i0&t=3s

Carlão entrevistou, também, Rodrigo Brüner, presidente da DeltaGen e titular da Tulipa Agropecuária. O pecuarista contou um pouco do trabalho à frente da instituição e da fazenda.

Assista: https://www.youtube.com/watch?v=MchOeor5OnE

Para finalizar, o presidente do Grupo Publique conversou com o gerente de pecuária da Agropecuária Jacarezinho, Rafael Zonzini, sobre o 30º Leilão de Touros, que será realizado no dia 30 de julho com transmissão pelo AgroCanal. No total, serão ofertados 300 touros nelore CEIP.

Saiba mais sobre a oferta: https://www.youtube.com/watch?v=yDsElgg3p_M

Por Raphael Salomão, da Globo Rural

O mercado brasileiro de carne bovina vive uma mudança no ciclo pecuário, que resultará em maior oferta interna. O confinamento de gado, por sua vez, deve cair em função dos preços mais baixos da arroba do boi gordo. E os recentes escândalos envolvendo a indústria frigorífica têm afetado a confiança de criadores.

A avaliação está em um relatório divulgado, nesta quarta-feira (28/6), pelo banco holandês Rabobank. Os analistas destacam que ainda é cedo para avaliar os efeitos no médio prazo, mas ressaltam que o ano não tem sido tranquilo para o setor no país.

“As exportações de carne bovina do Brasil caíram nos primeiros cinco meses de 2017 em comparação com o período no ano passado, abrindo espaço no mercado internacional. E a recente queda no preço do gado pode levar a uma redução na produção”, resume o relatório.

Em março deste ano, foi desencadeada a Operação Carne Fraca, investigando irregularidades na inspeção de carne nas indústrias nacionais. Depois disso, vieram as delações dos executivos da JBS, “envolvida em uma complexa situação política”.

A situação afetou a relação entre pecuaristas e indústria, explica o Rabobank. Criadores de gado passaram a priorizar empresas que pagam pelo gado em prazos mais curtos. Frigoríficos com capacidade de pagamento imediato recebiam mais animais para abate que o usual, pressionando preços do boi.

“Só em maio, os preços do gado caíram 5%, a maior queda para o mês nos últimos 20 anos”, destaca o relatório do banco holandês.

Os escândalos também afetaram as exportações, lembram os analistas do banco. Restrições importas à carne brasileira em março, por causa da Carne Fraca, refletiram também nos embarques de abril. Em maior, houve uma recuperação, mas, ainda assim, os volumes ficaram menores que em 2016.

No acumulado dos cinco primeiros meses de 2017, as exportações brasileiras de carne bovina ficaram 10% abaixo do mesmo período no ano passado.

China

O relatório do Rabobank não menciona possíveis efeitos do embargo dos Estados Unidos à carne bovina do Brasil, anunciado neste mês. Ressalta, no entanto, a concorrência maior entre os dois países na China, depois do acordo de exportação fechado entre chineses e norte-americanos.

Para os analistas do Rabobank, a chegada de outro grande exportador ao mercado chinês pode criar mais competição. O Brasil exporta carne bovina para o país asiático desde 2015. Os Estados Unidos realizaram neste mês o primeiro embarque do produto depois de 13 anos.

“A expectativa é de que os primeiros volumes sejam pequenos, mas pode se converter em um importante canal comercial no futuro, dando à China a posição de maior importador de carne bovina do mundo”, diz o relatório.

Na avaliação do banco, o acesso ao mercado chinês ocorreu em um momento oportuno para a pecuária bovina dos Estados Unidos. Os outros quatro grandes exportadores – Austrália, Nova Zelândia, Índia e Brasil – estão sendo afetados por limitações de oferta ou rupturas de mercado, o que pode refletir positivamente na demanda pela carne americana.

Nos primeiros quatro meses deste ano, as vendas externas foram o caminho de 10,7% da produção local. A expectativa é de que essa proporção chegue a 11,4% até o final deste ano.

“As exportações geralmente são maiores no segundo semestre do ano. Esse cálculo (de 11,4%) foi feito sem adicionar os embarques diretos para a China. Exportações superiores a 10% da produção trazem a expectativa de um efeito substancial sobre os preços de gado e carne nos Estados Unidos”, analisa o banco.

Por Alessandra Crosara Testa – Médica veterinária, Pós-Graduada em Reprodução Equina

O crescente interesse pelo uso de sêmen congelado pela indústria do cavalo é notório. Hoje, a prática é permitida por cerca de 80% das associações nacionais de criadores equinos, e a recente liberação do uso de sêmen congelado na raça Crioulo no Brasil comprova o fato.

Segundo levantamento da Sociedade Internacional de Transferência de Embriões (IETS), o Brasil é o segundo país em emprego de Transferência de Embriões (TE) em equinos no mundo e um dos cinco principais países no uso rotineiro do sêmen congelado de garanhões.

Certamente, o sêmen congelado é a principal alternativa para a preservação, por tempo indeterminado, do patrimônio genético de garanhões superiores que venham a falecer ou apresentar queda ou perda de fertilidade. Além de ser uma forma de preservar o patrimônio genético, o sêmen congelado também tem sido utilizado para transpor as dificuldades enfrentadas com o uso de sêmen resfriado para transporte. Em alguns casos, o sêmen de garanhões que são sensíveis ao processo de refrigeração não apresentam boa qualidade após o transporte. Entretanto, vários destes animais apresentam características satisfatórias de sêmen pós-descongelamento.

O mais antigo e importante fator limitante ao uso rotineiro de sêmen congelado estava relacionado à própria espécie, já que uma grande parcela de garanhões apresentava características de sêmen pós-descongelamento inadequadas para o uso.

Há cerca de 15 anos, um levantamento realizado pela Unesp Botucatu divulgou o sucesso e o insucesso na congelabilidade de sêmen de aproximadamente 80 garanhões de diferentes raças de Hipismo e Quarto de Milha. A grande maioria destes garanhões apresentou sêmen com bom padrão de motilidade após o descongelamento. Contudo, em algumas raças, como o Mangalarga Paulista e o Mangalarga Marchador, o percentual caiu para cerca de 20%, demonstrando haver um fator racial relacionado à resistência do sêmen ao processo de congelação. As causas desta variabilidade são, até agora, desconhecidas e vêm sendo muito estudadas.

Com o intuito de viabilizar o congelamento de sêmen de reprodutores dessas raças, várias pesquisas foram realizadas. Descobriu-se que o meio à base de glicerol, usado antigamente no congelamento, é extremamente tóxico para o sêmen de alguns garanhões. Sendo assim, pesquisadores brasileiros da Unesp Botucatu desenvolveram um novo meio, substituindo o glicerol por outros agentes crioprotetores. Esta alteração tem permitido o congelamento de sêmen com sucesso em cerca de 80% dos garanhões.

Outra limitação relacionada ao congelamento de sêmen diz respeito ao número de doses possíveis armazenadas por ejaculação. Diferentemente de touros que, em uma única ejaculação, é possível congelar entre 300 e 500 doses, no caso de garanhões, este número se restringe a uma média de 4 a 10 doses (32 a 48 palhetas) por ejaculação. Porém, técnicas alternativas de inseminação têm sido utilizadas, permitindo o uso de uma baixa concentração de espermatozoides por inseminação. Desta forma, o número necessário de palhetas passou a ser de 2 a 4 palhetas por inseminação.

A proibição do uso de sêmen congelado resulta em sérios prejuízos para uma determinada raça, pois, ao contrário do que acontece em bovinos, em que o melhoramento genético ocorre rapidamente, a evolução genética em equinos é lenta. Poucos são os garanhões realmente melhoradores da raça e, sendo assim, a perda de um excelente reprodutor pode nunca ser reparada.

Outro aspecto importante diz respeito ao patrimônio monetário investido, o qual, em se tratando de garanhões, é de altíssimo risco, pela possibilidade sempre iminente de morte ou invalidez dos reprodutores.

Diante de todos esses fatos, fica claro que a proibição do uso de sêmen congelado em uma determinada raça exclui o direito dos criadores de preservar anos de trabalho genético e de minimizar a perda econômica com a morte de seu garanhão.

Portanto, a conscientização das limitações para o uso da técnica é fundamental para evitar insucessos e frustrações. Contudo, desde que as limitações técnicas já estejam em sua maioria superadas, acredito que o uso frequente do sêmen congelado é iminente, devendo sua normatização ser feita de forma criteriosa e com regras bem definidas.

*Artigo originalmente publicado no Blog da DSM

O Grupo Publique criou uma campanha publicitária para a Associação Brasileira de Zootecnistas (ABZ). 

As peças destacam a importância da atuação do profissional do setor para o agronegócio pecuário e o relevante papel social que a Zootecnia ocupa no contexto mundial melhorando a qualidade de vida de bilhões de pessoas na terra, ao oferecer alimentos ricos em proteínas, vitaminas, minerais e outros nutrientes.

As peças foram veiculadas na primeira edição da revista Zootecnia Brasileira, editada pela Publique Editora.

Gutche Alborgheti, diretor de criação do Grupo Publique assina a campanha, que tem como atendimento Carlão da Publique e aprovação final da presidente da ABZ, Célia Carrer.

O Departamento de Pecuária da Sociedade Rural Brasileira (SRB) recebe na próxima quinta-feira (5) os responsáveis pelo Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), para debater as propostas de alternativas para o controle da doença sem vacinação.

O encontro contará com as presenças do diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa, Guilherme Marques, e do auditor da Divisão de Febre Aftosa, Plinio Lopes. Os representantes apresentarão o plano estratégico do governo para a retirada da vacinação e discutirão os desafios de sua implementação no Brasil em debate com os participantes. O evento acontecerá das 9h às 12h, na sede da SRB, localizada à Rua Formosa, nº 367 – 19º andar, no Anhangabaú.

A discussão sobre o assunto ganhou força nos últimos dias, sobretudo, após a suspensão da compra de carne bovina brasileira pelos Estados Unidos, por motivos fitossanitários. Para a coordenadora do Departamento de Pecuária da SRB, Teresa Vendramini, o momento é propício para a reflexão de como o Brasil pode recuperar a credibilidade da sua produção de carne fresca perante a comunidade internacional. “O evento organizado pela SRB será uma grande oportunidade para o pecuarista discutir os planos do governo para a erradicação da febre aftosa”, afirma Teresa. “A atuação conjunta dos setores público e privado deve ajudar o Brasil a reconquistar a credibilidade no mercado de carne bovina”, avalia a coordenadora da SRB.

PNEFA

O Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) está previsto para ser executado em um período de dez anos, fundamentado na estratégia de implementação progressiva e manutenção de zonas livres da doença, de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

“Vamos tratar da estratégia do governo federal para o reconhecimento do Brasil, na comunidade internacional, como um país livre da febre aftosa sem vacinação”, adianta Marques, do Mapa. “O objetivo do programa é possibilitar que todos os Estados cheguem à mesma condição sanitária averiguada, hoje, em Santa Catarina, e, consequentemente, ter muito mais acesso a mercados e menores custos para o produtor”, diz o técnico.

A execução do PNEFA é uma responsabilidade compartilhada entre os diferentes níveis de hierarquia do serviço veterinário oficial com a participação do setor privado. Os governos estaduais, representados pelas secretarias estaduais de agricultura e instituições vinculadas, por sua vez, responsabilizam-se pela execução do PNEFA no âmbito estadual.

Trabalho desenvolvido pela Fertliza Consultoria gera precocinhas de excelente acabamento
 

A Fazenda Terra Boa seleciona Nelore desde 1965, ano do nascimento do primeiro produto PO. Ao longo de 52 anos de seleção sempre recorreu às modernas tecnologias de seleção para galgar índices zootécnicos cada vez melhores. No 11º Leilão Touros Terra Boa, marcado para 2 de julho, em Guararapes, SP, o criatório mostrará, entre diferentes frentes do trabalho de seleção, a precocidade sexual do gado Nelore.

Há três anos, a fazenda desenvolve, em parceria com a Fertiliza Consultoria, um projeto para avaliar a capacidade reprodutiva de animais jovens dentro de grupos contemporâneos. O trabalho consiste em desafiar novilhas na média de 14 meses de idade em IATF e repasse com touros, agregando informações de DEP genômicas, de crescimento e tipo, além de informações gerados pelo uso de ultrassom.

Na Terra Boa, as fêmeas passam pelo primeiro serviço de FIV e com apenas 22 dias de protocolo são ressincronizadas, sem o diagnóstico de gestação. O procedimento é realizado em 100% do lote e tem gerado ganhos substanciais de tempo.

Nos últimos anos, a fazenda reduziu o período reprodutivo em 8 dias, devendo alcançar uma estação de monta de 75 dias já na próxima temporada. “Trata-se da aplicação de estratégias reprodutivas no incremento do melhoramento genético de forma rápida e eficaz”, observa Claudiney Martins, da Fertiliza Consultoria. Em apenas quatro gerações, a taxa concepção está acima de 60%, com ascensão ano após ano, resultado também expresso na precocidade de terminação.

Segundo o consultor, a correlação entre as variáveis de prenhez positiva das precocinhas com DEP de acabamento de carcaça e DEP de peso à idade adulta são respectivamente, 0,98 e 0,72, lembrando que correlações acima 0,5 são consideradas positivas e de alta interação. “Sabemos que as fêmeas que emprenham mais cedo são, também, mães dos bois que morrem mais cedo. Na Terra Boa existe simetria entre precocidade sexual e acabamento de carcaça”, diz Claudiney.

No leilão Terra Boa, serão vendidas 25 novilhas Nelore registradas e prenhes, todas avaliadas pela ANCP e PMGZ. Além delas estarão em oferta 100 touros das raças Nelore e Brangus, mais 15 novilhas Brangus.
Serviço
Leilão Touros Terra Boa: 2 de julho de 2017 – 14h
Local: Tatersal Fazenda Terra Boa– Guararapes/ SP
Infomações: Central Leilões (18) 3608-0999 – www.centralleiloes.com.br
Transmissão: Canal Rural – AO VIVO

O Registro Genealógico de Nascimento – RGN, sem inspeção técnica, poderá ser emitido até dezembro de 2017, conforme autorização do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em cumprimento ao Art. 158 do Regulamento do SRG Senepol.

Para os animais nascidos a partir de 1º de janeiro de 2018, a emissão dos Controles de Genealogia de Nascimento e do Registro Genealógico de Nascimento – RGN ficará condicionada à inspeção prévia por técnico credenciado do SRG Senepol.

O Conselho Deliberativo Técnico – CDT, em sua última reunião, realizada em 10 de março de 2017, após analisar todas as modalidades de identificação, deliberou, de forma definitiva, os procedimentos a serem adotados no ato da inspeção técnica, que são:

1) Os procedimentos de comunicação eletrônica do criador para o SRG Senepol ficarão mais simples e ágeis com a implantação do novo sistema, previsto para entrar em funcionamento em agosto de 2017, não tendo nenhuma mudança com relação aos prazos e processos em uso atualmente;

2) A documentação para efetuar o RGN será liberada para o técnico efetuar a inspeção somente depois de atendidas as exigências já regulamentadas, como, por exemplo, comunicações de cobertura e nascimento dentro do prazo, período de gestação normal, além da qualificação de parentesco por DNA para os animais oriundos de FIV/TE;

3) A inspeção técnica deverá ser efetuada pelo técnico, de preferência, entre três e 10 meses de idade do animal;

4) Para identificar que o animal foi inspecionado e aprovado para o RGN, o técnico marcará a fogo, na região inferior da paleta do lado direito, a marca símbolo da categoria de registro, medindo 4,5 cm, conforme demonstrado abaixo para a categoria PO:

BEZERRA COM MARCA NA PALETA

Foto: Marca do RGN PO de 4,5 cm de altura somente com três raios de cada lado, ou seja, a metade dos raios da marca do RGD.

Este novo procedimento dará maior segurança, fidelidade dos dados e garantirá a todos os investidores que o animal portador do RGN foi inspecionado por um técnico credenciado.

A ABCB Senepol lembra a todos que o RGD (Registro Genealógico Definitivo) será efetuado entre os 14 e os 36 meses de idade aos animais portadores de RGN, quando o técnico estará aprovando definitivamente os animais quanto ao padrão racial preconizado para a raça e quanto à ausência de defeitos desclassificantes que possam comprometê-lo para a reprodução, conforme as normas do Ministério da Agricultura. Somente com o RGD os animais estarão plenamente habilitados para terem seus produtos registrados.

A entidade ressalta, ainda, que toda a Diretoria da ABCB Senepol está empenhada em facilitar e diminuir os custos da prestação de serviços do SRG para os seus associados, implantando o novo sistema eletrônico de comunicações, credenciando um maior número de técnicos por região e colocando em prática o zoneamento de atendimento ao criador.

Sobre a ABCB Senepol
A ABCB Senepol é delegada do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) no Brasil para a execução do Serviço de Registro Genealógico da raça Senepol. A entidade conta também com o Programa de Melhoramento Genético de Senepol (PMGS). Hoje, o Brasil é referência mundial em seleção da raça, que vem se consolidando na pecuária de corte nacional por ser precoce, dócil, rústica e ter bom rendimento de carcaça. Os primeiros animais Senepol chegaram ao Brasil no ano 2000, importados dos EUA e das Ilhas Virgens (Saint Croix).

Informações para a Imprensa | Grupo Publique
(11) 9.9382.1999 – assessoria@publique.com – com Priscila Pontes
(11) 9.7081.0561 – larissa@publique.com – com Larissa Rodrigues
(11) 9.8839.1991 – renato@publique.com – com Renato Ponzio
(11) 9.9105.2030 – carlos@publique.com – com Carlão da Publique

Missão do Mapa vai aos EUA no início de julho para negociar retomada da venda de carne bovina in natura

Além disso, técnicos do ministério estão elaborando carta com esclarecimentos para enviar às autoridades norte-americanas

Uma missão técnica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vai aos Estados Unidos no início de julho para discutir o fim da suspensão da compra da carne bovina in natrura brasileira, anunciada na última quinta-feira (22). A informação foi dada nesta terça-feira (27) pelo secretário de Defesa Agropecuária do ministério, Luiz Eduardo Rangel.

Carta com respostas aos americanos está sendo preparada pela equipe técnica e deve ser concluída até o fim de semana. Somente após o retorno da missão é que o ministro Blairo Maggi vai aos EUA para tratar sobre o assunto pessoalmente com o secretário de Agricultura do governo Trump, Sonny Perdue.

Rangel disse que o processo para reverter a decisão do governo norte-americano de suspender a compra da carne bovina fresca brasileira deve demorar pelo menos um mês, a partir da data do anúncio da restrição. Por conta do feriado de 4 de julho (data da independência americana), os técnicos do Mapa não poderão embarcar no início da semana que vem, como pretendiam.

Os Estados Unidos apontaram inconformidades em cortes de bovinos exportados pelo Brasil, atribuídos a reações à vacinação contra a febre aftosa, como justificativa para interromper as importações.

Rangel disse que o processo é um pouco lento em função dos ritos que devem ser seguidos. Lembrou que, após o anúncio da Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, foram gastas semanas para levantar a suspensão em alguns mercados. “Naquele caso, o fechamento foi muito mais por um efeito midiático do que técnico”, observou.

Na última sexta-feira (23), o Mapa determinou mudanças na inspeção da carne brasileira exportada para todos os países. Durante coletiva à imprensa, o secretário-executivo do Ministério, Eumar Novacki, enfatizou que todos os cortes dianteiros de bovinos serão fatiados antes do embarque para evitar problemas como os que foram alegados pelos americanos para determinar a suspensão da compra da carne brasileira.

Criatório de Pedro Monteiro Lopes é o segundo maior vendedor de touros taurinos do Brasil – raças europeias e sintéticas – e o maior da raça Braford

O Grupo Pitangueira, criatório referência das raças Braford e Hereford, é o segundo maior vendedor de touros taurinos (raças europeias e sintéticas) do país, segundo a edição 2017 do TOP 100 – Taurinos, organizado pela Revista AG, Assessoria Agropecuária FFVelloso & Dimas Rocha, e portal BeefPoint.

Os resultados foram conhecidos na edição de junho da Revista AG. Segundo a publicação, a Pitangueira, sediada em Itaqui/RS, comercializou 537 reprodutores em 2016, somente da raça Braford.

Leia um trecho da matéria:

Sem sombra de dúvida, a propriedade de Pedro Monteiro Lopes é a fonte de genética da raça sintética para vários pecuaristas brasileiros. O grupo comercializa, anualmente, mais de 500 reprodutores e 600 ventres Braford em leilões no Rio Grande do Sul e Mato Grosso.

“Nós estávamos seriamente inclinados em ampliar as ofertas de reprodutores no último ano. No entanto, optamos, após observar o mercado, na manutenção da mesma quantidade de animais comercializados, em 2015, mas melhorando a qualidade, porque esse quesito vem sendo extremamente observado pelos compradores. E essa medida deu certo. A fazenda tem, atualmente, a melhor tourada à venda dos últimos dez anos, que serão disponibilizados na próxima primavera”, explica Lopes.

Ele salienta que a Pitangueira faz um trabalho de avaliação genética do rebanho Braford e Hereford há décadas, registrando ótimos resultados por intermédio de programas como Conexão Delta G, que leva em conta a avaliação de 21 características de real importância econômica e o GenSys – responsável pela produção de vários sumários de touros das raças taurinas. “Através desse engajamento, os nossos exemplares são cada vez mais valorizados pelos clientes. Em outras palavras, tudo que for possível para medir a qualidade dos animais é bem-vindo, uma vez que facilita a seleção dos mesmos”.

Para o criador gaúcho, é muito gratificante fazer parte dos maiores vendedores de touros do Brasil. Pois as ofertas de 2016 são fruto de muita dedicação, principalmente, através do serviço de pós-venda, sendo algo que tem assegurado bons rendimentos para a Pitangueira. “No decorrer de 2017, nossos clientes identificarão uma melhora sensível na média de qualidade dos reprodutores. Recomeçamos um projeto de melhorias, bem sucedido, através das técnicas de IATF em mais de 70% do nosso rebanho. Portanto, teremos muitos animais com pai e mãe conhecidos, com aprimoramento excelente”, diz Lopes.

O seleto grupo dos 50 maiores vendedores de touros taurinos (raças europeias e sintéticas) somou a venda de 7.035 exemplares em 2016, com média de touros vendidos anualmente de 141 animais por vendedor.

A matéria completa pode ser acessada aqui.

Sobre a Pitangueira

Considerado a marca do Braford Brasileiro, o Grupo Pitangueira é o segundo maior vendedor de touros taurinos do Brasil e o primeiro da raça Braford.

A Pitangueira direciona seu trabalho de seleção para produção de touros, além de produzir a Carne Pitangueira, que, no momento, é comercializada no Rio Grande do Sul. O criatório permaneceu por 10 vezes consecutivas como líder do Ranking da Associação Brasileira de Criadores de Hereford e Braford.

 

O diretor da Genética Aditiva, Eduardo Coelho, percorreu algumas das principais redações do agronegócio brasileiro durante o Publique Road Show nos dias 26 e 27 de junho.

Em visita ao Canal Terraviva, do Grupo Bandeirantes de Comunicação, Eduardo participou dos programas Integrar para Crescer e Terraviva DBO na TV. Ambos  apresentados pelo jornalista Tobias Ferraz.

Na ocasião, o executivo destacou que a Genética Aditiva é líder na comercialização de sêmen da raça nelore no Brasil com 8% do mercado. “O objetivo é expandir ainda mais. Este ano já crescemos 19% em relação ao mesmo periodo do ano passado”, revela.

Na sequência, o Eduardo Coelho foi entrevistado pelo jornalista Antonio Reche para o Programa Mercado Futuro, do Canal do Boi.

No segundo dia do Publique road show, Eduardo Coelho foi recebido pelo diretor de redação da DBO Editores, Demetrio Costa, o editor da revista DBO Moacir José e o repórter Alisson Freitas. Na oportunidade, o empresário detalhou o trabalho de seleção da Genética Aditiva e falou sobre a expectativa para os leilões promovidos este ano.

Ele gravou, também, uma entrevista para o Portal DBO, na qual abordou, entre outros, a bateria de touros da Genética Aditiva, destacando animais como o REM USP, recordista com mais de 100 mil doses vendidas ao longo de 2016 e o Espião 007, que começou a produzir sêmen aos 9 meses de idade.

Oportunidade para a gravação de mais um episódio do Fala Carlão! 

Eduardo Coelho foi acompanhado pelo presidente do Grupo Publique Carlão da Publique e pelo jornalista Renato Ponzio Scardoelli.