Especificamente no mês de outubro, o setor agrícola cresceu 0,29%, o de insumos 1,21%O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio cresceu 4,28% nos primeiros dez meses de 2016, segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP.A CNA/Cepea indica que o setor agrícola e o pecuário, em especial no segmento primário, a valorização real dos preços foi fundamental no desempenho positivo obtido entre janeiro e outubro do ano passado.

No acumulado até outubro de 2016, o segmento de insumos cresceu 3,43%, o setor básico 6,33%, a indústria 2,61% e o de serviços, 4,12%.  Especificamente no mês de outubro, o setor agrícola cresceu 0,29%, o de insumos 1,21%. O setor primário e de serviços cresceu 0,35%. A indústria, contudo, apresentou queda de 0,02% no período. Já o segmento de insumos agropecuários teve alta de 0,14% em outubro, acumulando nos dez primeiros meses de 2016, crescimento de 3,43%.

CNA – Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil

Crescimento real na renda do setor deve chegar a 16% e o dinheiro que começa a circular nas cidades do interior já está irrigando o comércio local; produtores investem na compra de máquinas colheitadeiras de última geração, de até R$ 1,5 milhão

Na boca da safra, a agricultura é um dos poucos setores que têm o que comemorar em meio à recessão. Puxada pela dobradinha soja e milho, a receita da produção de grãos que começa a ser colhida no Centro-Sul deve passar de R$ 200 bilhões este ano. É uma cifra recorde, assim como o volume de produção, e com ganhos acima da inflação.

Esse resultado funciona como uma injeção de ânimo na economia do interior do País e traz alívio para os preços dos alimentos, que foram os vilões do custo de vida no ano passado. A agropecuária, segundo os dados mais recentes do IBGE, representou mais da metade da atividade econômica em 1.135 municípios do País em 2014.

A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) estima colheita de 215 milhões de toneladas de grãos e renda de R$ 237,7 bilhões. O economista da CNA Renato Conchon diz que a receita deste ano avança quase 14% em relação à de 2016, descontada a inflação. Já o economista Fabio Silveira, sócio da consultoria MacroSector, prevê safra um pouco menor, de 211,4 milhões de toneladas, admitindo riscos de perdas. Ele estima receita de R$ 226,1 bilhões, com crescimento real de quase 16%.

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Diferenças à parte, o dinheiro que começa a circular nas cidades do interior já está irrigando o comércio local. A rede de lojas Havan, por exemplo, especializada em vestuário, tem 25 lojas no Paraná. Destas, 13 estão em cidades do agronegócio e tiveram aumento de vendas de 20% em janeiro em relação ao mesmo mês de 2016. Nas demais o avanço foi de 10%.

El Niño. O resultado favorável da renda do campo deste ano reverte a frustração que houve em 2016, quando a produção recuou por causa das perdas climáticas provocadas pelo El Niño. “2016 é um ano para ser esquecido”, diz Leandro Cezar Teixeira, gerente da Cocamar Cooperativa Agroindustrial, de Maringá, no Noroeste do Paraná. A região, dominada pela soja, teve perdas de 30% em 2016, mas se recuperou este ano. Apesar da menor cotação da saca de soja neste ano – R$ 68 ante R$ 72,50 em 2016 – Teixeira conta que os produtores estão animados e um grande número deles não vendeu a safra antecipadamente. É um sinal de baixo endividamento do produtor e de que o preço é favorável.

Outro sinal positivo aparece nas compras de insumos para a safrinha de milho plantada logo após a colheita da soja. Na Cocamar, a venda de sementes, adubos e defensivos cresceu 25% este ano. Números da indústria de fertilizantes mostram que as entregas avançaram 11,4% de janeiro a novembro de 2016 ante 2015, revertendo a queda de 6,2% no período anterior.

O ânimo dos produtores aparece também nas vendas de máquinas agrícolas. Em dezembro, quando iniciam os preparativos da colheita, houve crescimento de 84% nos negócios em relação ao mesmo mês de 2015.

Na Iguaçu Máquinas Agrícolas, por exemplo, com sete lojas em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o volume de vendas cresceu entre 10% e 15% a partir de novembro até agora, conta o gerente-geral de Rondonópolis (MT), Mario Guilherme Lange. “Esta é uma região de puro agronegócio e não sentimos a crise.” Neste ano apareceram agricultores interessados em comprar equipamentos para pronta entrega, o que não é usual. Ele notou uma procura maior por colheitadeiras de grande porte, com mais eletrônica embarcada. “São as ‘Ferraris’ do campo, que chegam a custar R$ 1,5 milhão.” Juro baixo, produtor capitalizado e clima favorável animaram os agricultores, afirma.

“O clima foi fundamental”, diz o vice-presidente da Associação dos Produtores de Milho e Soja do Mato Grosso, Elso Pozzobon. A produtividade das cidades do Norte do Estado, onde 30% da safra de soja foram colhidas, está surpreendendo. Em Sorriso, a média é de 58 sacas por hectare, ante 47 em 2016.

Pozzobon diz que a agricultura “vai ajudar a economia a sair da letargia”. Para Silveira, o agronegócio evita outro ano recessivo no País. Porém, pelo fato de ter cadeias curtas de produção e empregar pouco, o setor não pode trazer de volta o crescimento: “Essa função ainda é da indústria.”

O presidente do Grupo Publique, Carlos Alberto Silva, o Carlão, e o jornalista Renato Scardoelli puderam comprovar, em visita nesta segunda-feira (29), a excelência na produção de leite da Essência Agropecuária, comandada pela advogada Dalila Galdeano Lopes.
A produção totalmente automatizada garante informação em tempo real sobre as 30 vacas ordenhadas por dia que dão, em média, 16 litros de leite cada uma.
Ao todo são 130 animais das raças Gir leiteiro e Girolando, sinônimo rusticidade, precocidade e caráter leiteiro acentuado.
Segundo a proprietária, a produção obedece a todas normas sanitárias do Ministério da Agricultura (Mapa) e preza pelo respeito ao meio ambiente.
“Para a lavagem diária da leiteria captamos a água da chuva, que após passar pela chorumeira, é despejada no pasto, que alimenta o gado”, explica.

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A indústria de laticínios em vários países enfrenta uma série de desafios, que vão desde a diminuição do consumo e da produção, a desvalorização dos produtos lácteos até o ambiente político turbulento. Na Europa, a saída do Reino Unido do bloco econômico (Brexit) vem trazendo incertezas para os produtores rurais e especialistas do setor. Este assunto foi tema central de uma conferência realizada este mês de janeiro na cidade de Glasgow, na Escócia, entre os dias 15 e 17, pela empresa de inseminação artificial Semex do Reino Unido. O evento contou com palestrantes de várias nacionalidades, tanto da Inglaterra, Irlanda, Nova Zelândia, Estados Unidos e Brasil.

A proposta foi dar uma visão global de mercados, custos, desafios, sistemas de produção e perspectivas em áreas fora da Europa. A experiência do Brasil e de outros países da América do Sul foi apresentada aos participantes da conferência pelo médico veterinário e especialista em gado de leite da Semex Brasil, Claudio André da Cruz Aragon. Foram abordados os principais desafios e potencias do setor, a situação desses países perante o mercado global, novas tendências, distribuição geográfica da produção de leite, além dos impactos de clima e política sobre a produção leiteira.

No caso do Brasil, a expectativa é de que 2017 seja um ano de recuperação, com a redução dos custos de produção por conta da queda nos preços do milho. Caso se confirme o aumento dos preços internacionais, as atenções devem se voltar para o mercado interno. ”O evento foi de primeira classe. Palestrantes renomados, informações de grande interesse sobre o momento atual e perspectivas para o futuro próximo, além de ótimas palestras sobre temas técnicos. Foi extremamente interessante ver em detalhes os grandes desafios que os produtores do Reino Unido estão atravessando e irão atravessar com o Brexit e analisar como isso irá afetar os produtores do Brasil. Claramente temos uma oportunidade de aprender com a situação que estão atravessando e com certeza terá impacto nos preços mundiais.”, diz Aragon, que possui mais de 30 anos de atuação na pecuária leiteira e é conhecido internacionalmente como um dos mais respeitados profissionais de sua área.

Sobre o Grupo Semex

Grupo Semex, há mais de 35 anos no mercado, carrega o conceito de ser uma fonte de soluções completas em genética bovina. No Brasil, é composto pela central de comercialização, exportação e importação de sêmen Semex Brasil, a central de coleta e industrialização de sêmen Tairana, a central de produção e prestação de serviço Cenatte Embriões e a SRC Supply, que comercializa equipamentos para IA e saúde animal. Com exceção da última, as demais empresas fazem parte da Semex Alliance.

Dados foram apresentados em palestra no lançamento da colheita em MS.
Agricultura ocupa apenas 8% do território nacional e pastagens 19,7%.

Estudo do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica (Gite) da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) aponta que a vegetação nativa preservada ocupa 61% de todo o território brasileiro. O número foi apresentado nesta quinta-feira (26), pelo coordenador do grupo, Evaristo Miranda, em palestra na abertura oficial da colheita da soja, promovida na fazenda Jotabasso, em Ponta Porã, Mato Grosso do Sul.

Miranda explicou que dos 850.280.588 hectares que compõem o território brasileiro, 11% são de áreas de vegetação nativa em propriedades rurais, como as de reserva legal (RL) e de proteção permanente (APPs); 17% são de vegetação nativa em unidades de conservação; 13% são de vegetação nativa em terras indígenas e 20% de vegetação nativa em terras devolutas, relevos, águas interiores, etc, o que totaliza os 61%.

Esses dados, conforme o coordenador do Gite, foram atualizados no fim do ano passado pela Embrapa, com base em informações da própria instituição e de outros órgãos do Poder Público e entidades da iniciativa privada, como: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Ministério do Meio Ambiente, Fundação Nacional do Índio (Funai), Agência Nacional das Águas (ANA) e Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPOG).

Os outros 39% do território brasileiro, conforme o levantamento da Embrapa, estão distribuídos entre as áreas ocupadas pelas lavouras e florestas plantadas, com 8%; pastagens 19,7% e cidades, macrologística, infraestrutura, energética, mineradoras e outras, com 11,3%.

“Nestes 8% de áreas cultivadas está toda a cana-de-açúcar, toda o reflorestamento, os grãos, a citricultura, enfim, tudo o que plantamos. Essa agricultura deste tamanho, que preocupa o mundo e que faz um monte de coisa utiliza somente 8% do território brasileiro, imagina se utilizasse 20% , o que também não seria nada, comparando com outros países, imagina o tamanho que poderia ser esse setor”, ressaltou o pesquisador.

Ele comentou que quando somada a área da agricultura e da pecuária e ainda as áreas de vegetação nativa preservadas dentro dos imóveis rurais, as propriedades rurais representam um total de 38,7% do território nacional.

Coordenador do Gite da Embrapa, Evaristo Miranda (Foto: Anderson Viegas/G1 MS)

Coordenador do Gite da Embrapa, Evaristo Miranda
(Foto: Anderson Viegas/G1 MS)

“Esses dados estão sendo apresentados pelo ministro Blairo Maggi [Agricultura, Pecuária e Abastecimento] nos eventos que ele vai no exterior como o ‘Green Card’ [referência ao cartão que garante a residência permanente de estrangeiros nos Estados Unidos] da agricultura brasileira. Quando se vai discutir sobre agricultura e preservação ambiental em outros países, questionamos como está a situação daquela nação em relação a esses aspectos. Eles têm os dados é só apresentarem para compararmos”, desafiou.

Miranda lembrou ainda que o produtor rural brasileiro trabalha com base em uma das mais rigorosas e restritivas leis ambientais do mundo e citou, como exemplo, a questão das margens de rios, que na legislação brasileira são definidas como APPs, onde é proibido o cultivo.

“Esse é um trabalho que a Embrapa fez quando ainda estava se discutindo o Código Florestal. Em El Salvador, as áreas de margens de rios são totalmente ocupadas por pequenos e grandes produtores. Na Costa Rica tudo é ocupado com culturas e banana. No México, nas margens do rio Papaloapan as áreas são totalmente cultivadas. São depósitos aluviais. O lado do rio é o melhor lugar que tem para plantar. A civilização se desenvolveu cultivando ao lado dos rios. Assim é no Chile, na Argentina, na China, no Senegal e nos países desenvolvidos também, como ao longo do rio Ródano, na França; no rio Reno, na Alemanha; o Vale do Pó, na Itália; o rio Quadalquivir, na Espanha; o Tejo, em Portugal; o Danúbio, na Áustria e o baixo Reno, na Holanda, entre outros. Já o Brasil preserva, e por lei obrigatória, se tem de preservar as margens do rio. Não estou falando contra ou defendendo a legislação brasileira, só estou mostrando como é a lei brasileira e a comparação com outros países”, ressaltou.

O coordenador do Gite destacou ainda que com o novo Código Florestal, o produtor terá de recompor muitas áreas. As estimativas, conforme ele, é que dos 8% do território brasileiro que é utilizado atualmente para a agricultura, entre 35 milhões de hectares e 95 milhões de hectares, vão ser utilizados para a recomposição de APPs e RLs.

As novas tecnologias desenvolvidas no campo estão permitindo a produção de alimentos que podem ser consumidos com segurança por pessoas com necessidades específicas. É o caso do leite não alergênico, oriundo de rebanhos composto por touros e vacas que carregam a proteína A2 em seu DNA. Estima-se que 6% da população mundial seja alérgica à proteína beta-caseína A1, que está relacionada a uma série de reações alérgicas em humanos.

No Brasil, alguns laticínios começam a disponibilizar no mercado o leite A2. Isso vem sendo possível graças ao trabalho de seleção genética desenvolvido nas propriedades brasileiras para identificar reprodutores com o alelo A2. De olho nesse nicho de mercado, as empresas de genética passaram a disponibilizar essa informação em seus catálogos de touros. Na central de inseminação Semex Brasil, a novidade da bateria de 2017 de animais zebuínos é a indicação de quais são positivos para a proteína. “Os touros com o selo A2 são geneticamente testados por meio de seu DNA, portanto, garantem com total segurança a transmissão do alelo A2 para a progênie. O mercado mostra com clareza que há demanda por esse tipo de animal, para atender uma parcela da população que é alérgica ao leite com a proteína A1. Outra vantagem é que esse tipo de leite tem maior teor de gordura, proteína e rendimento superior nos processos industriais.” informa Christian Milani Resende, gerente de Produto Leite Tropical da Semex Brasil.

Estudos desenvolvidos por instituições brasileiras, como por exemplo a APTA (Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios), vêm comprovando que as raças zebuínas têm grande presença do alelo A2.

Qualidade genética comprovada – Além de trazer animais que atendem a determinados nichos de mercado, o Catálogo de Leite Nacional 2017 da Semex apresenta informações importantes para auxiliar o produtor rural a utilizar animais capazes de elevar a produção e a qualidade do leite em suas propriedades. Este ano a bateria de touros nacionais conta com série de animais classificados entre os primeiros colocados dos sumários dos programas de melhoramento genético das raças Girolando e Gir Leiteiro, o PMGG e o PNMGL.

Entre os destaques está Thor FIV da Prata JAC 5/8, animal líder do Grupo 2016 do PMGG. “Esse é um reprodutor que tem produzido matrizes de muita qualidade, destaque para o refinamento leiteiro, profundidade, excelentes úberes e muita produtividade, não é à toa que se classificou como o líder do Grupo 2016 PMGG“, afirma Milani. Thor 5/8 vem de uma família de animais de grande produção. Ele é filho de uma das matrizes 1/4 mais importantes do cenário nacional, a vaca Harmonia Terra Vermelha (8.631 kg). Já sua avó materna foi a Grande Campeã Nacional 2007 e Campeã do Torneio Leiteiro da Megaleite (a principal exposição da raça), com uma produção média de 76,85kg/leite.

Outro touro leiteiro que chama atenção pela consistência de sua família é Atleta, filho do premiado reprodutor Sansão. “Os resultados desse reprodutor demostram toda a sua qualidade. Um exemplo é sua filha Ética, que foi Res. Campeã Fêmea Jovem do Torneio Leiteiro e na pista, na Expoagro Franca 2015produzindo mais de 29 Kg/dia“, relatou Christian.

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O Catálogo de Leite Nacional 2017 pode ser acessado pelo link: https://goo.gl/DsK2cb

O Grupo Semex, fonte de soluções completas em genética bovina, lançou nesta sexta-feira (27) um vídeo institucional que destaca as principais áreas de atuação da empresa, além de inseri-la em uma posição de
destaque enquanto parceira da pecuária brasileira.
Com duração de aproximadamente dois minutos, o conteúdo ressalta a expertise da empresa em gerar soluções tecnológicas sustentáveis e rentáveis para o pecuarista, contribuindo para o desenvolvimento
econômico da agropecuária e do país.

Assista o vídeo clicando aqui

Sobre o Grupo Semex

O Grupo Semex, há mais de 35 anos no mercado, carrega o conceito de ser uma fonte de soluções completas em genética bovina. No Brasil, é composto pela central de comercialização, exportação e importação de sêmen Semex Brasil, a central de coleta e industrialização de sêmen Tairana e a central de produção e prestação de serviço Cenatte Embriões

Na manhã da última segunda, 23, o Grupo Publique e a Webgados, plataforma mais inovadora de compra e venda do agronegócio brasileiro, renovaram sua parceria estratégica na área de comunicação e marketing.

A agência continua responsável pelo relacionamento com a imprensa, planejamento e criação de campanhas institucionais, criação de novos materiais impressos e apresentações.

“O Grupo Publique foi fundamental em nossa estratégia de lançamento da plataforma e será cada vez mais importante na expansão de nossos negócios. Por isso, renovamos a parceria”, observa Marquinhos Molina, criador da Webgados.

O presidente do Grupo Publique, Carlos Alberto da Silva, o “Carlão”, comemorou a renovação e lembrou que a agência confia na proposta desde o início.

“O Grupo Publique acompanha esse projeto desde a sua concepção, e essa renovação é o reconhecimento de um vitorioso trabalho de relacionamento com a mídia e stakeholders do setor para a consolidação do aplicativo”, afirma.

Sobre a Webgados

Lançada em 2016, a WebGados foi a primeira empresa no mundo a lançar um aplicativo para a compra e venda online de gado. A WebGados também possui uma versão para a web (www.webgados.com.br), que permite, em processo totalmente integrado, que todas as negociações possam ser visualizadas nos dois sistemas, ampliando a praticidade e segurança. Também é possível anunciar equinos, ovinos e caprinos, além de maquinários, caminhões e propriedades agrícolas.

Em breve, mais países, como Colômbia e Panamá, também receberão essa genética

Com quase 60 anos dedicados à pecuária brasileira, o Grupo Adir, comandado por Adir do Carmo Leonel e Paulo Leonel, rompe fronteiras e começa a exportar sua genética para outros países. A Costa Rica é a primeira nação a receber sêmen de reprodutores do criatório, que são coletados na Central Bela Vista.

Além da produção de sêmen congelado de bovinos com elevado índice de fertilidade, excelente genética e garantia total de qualidade, a Central Bela Vista atende às exigências sanitárias exigidas de outros países que querem receber genética do Brasil.

Para Paulo Leonel, diretor do Grupo Adir, a Central Bela Vista oferece uma excelente parceria para o produtor. “Temos alcançado ótimos resultados e somos muito bem recebidos e atendidos por todos”, destaca.

Atento aos anseios do mercado mundial pela genética desenvolvida no Brasil, o Grupo Adir foi em busca dos protocolos sanitários para exportação, contando com a assessoria da Central Bela Vista. “Na busca por esse novo mercado, recebemos apoio total da empresa, que viabilizou tudo o que foi necessário”, explica Leonel.

Ele ainda lembra que a qualidade do sêmen é de extrema importância para os compradores de outros países. Por conta disso, o Grupo Adir trabalhou bastante para aperfeiçoar ainda mais a sua genética e, por fim, conseguir alcançar o mercado externo.

Gérson Sanches, gerente Operacional da Central Bela Vista, lembra que, além dos vários serviços prestados, a empresa auxilia seus clientes nos procedimentos de exportação. “É muito gratificante saber que contribuímos para que o Grupo Adir rompesse barreiras e colocasse sua excelente genética para outros países”, destaca.

E não vai parar por aí: em breve, Colômbia e Panamá também começarão a desfrutar da genética do Grupo Adir.

Sobre a Central Bela Vista

A Central Bela Vista, localizada em Pardinho (SP), é a maior empresa de coleta e processamento de sêmen do Brasil, garantindo, há mais de 15 anos, uma produção de sêmen com excelência no Brasil e até mesmo além de nossas fronteiras.

Focada em eficiência, a Central está constantemente buscando novas maneiras de melhorar e maximizar a qualidade e a quantidade de sua produção e a otimização dos serviços prestados, controlando detalhadamente os custos, para que os criadores percebam o máximo valor.

Mais informações sobre a Central Bela Vista podem ser obtidas no site www.centralbelavista.com.br.

De 1º a 3 de fevereiro será realizada a 10ª Convenção Nacional de Vendas do Grupo Semex que reunirá representantes comerciais, equipe técnica e gerencial de todo o país, na região de Presidente Prudente (SP).

A novidade desta edição é a visita dos participantes à Central de Inseminação Artificial Tairana, que integra o Grupo Semex desde 2011. Os representantes que se destacaram ao longo do ano passarão por uma série de treinamentos com os gerentes de corte e leite, além de assistir a uma palestra da Dra. Tatiana Issa Uherara, gerente-geral e responsável técnica pela Central, sobre qualidade de sêmen e o Padrão Ouro de Qualidade implantado pela Tairana em todos os seus processos.

A 10ª Convenção Nacional coroa o ótimo momento do Grupo Semex, que cresceu 8,5% em 2016 e inicia 2017 com previsão de crescer 12%, fruto de uma reestruturação interna iniciada há dez anos, que ampliou sua área de atuação no país e adquiriu uma extensa bateria de touros provados de raças taurinas e zebuínas (corte e leite). Além da sede em Santa Catarina, a empresa tem estande fixo nos parques de exposição de Uberaba/MG e Esteio/RS. O relacionamento com os produtores também foi ampliado por meio das participações em feiras agropecuárias. Em 2016, a Semex participou de 82 exposições, registrando várias conquistas de prêmios em julgamento de filhos/filhas dos touros da bateria Semex. A empresa conta atualmente com 84 representantes, mais 200 funcionários de vendas e 12 gerentes técnicos e distritais.

Na abertura do evento, o diretor-presidente do Grupo Semex no Brasil, Nelson Eduardo Ziehlsdorff, fará o balanço do último ano e as projeções para o próximo período. “Essa é uma das semanas mais importantes do ano, pois teremos a oportunidade de reunir os colaboradores de todo o Brasil para alinhar as estratégias e aproximar a equipe das novidades do setor”, comenta o CEO.

A programação inclui uma série de apresentações e talk shows com destaque para as palestras do Diretor Técnico de Raças Leiteiras, Claudio André da Cruz Aragon,do Gerente de Corte da Semex Brasil Antônio Carlos Sciamarelli Júnior e do Gerente-Geral do Cenatte, Rodrigo Fiorani sobre as principais soluções de melhoramento genético bovino oferecidas pela Semex, como o Immunity+, UPGen, entre outros.

O evento contará com a presença do Gerente de Corte Global da Semex Alliance, MylesImmerkar, e do Gerente de Negócios da América Latina e Europa Ocidental, Horácio Larrea, além de parceiros e clientes.

Antes da cerimônia de premiação, que encerra a convenção, o jornalista Carlos Alberto da Silva, o Carlão do Grupo Publique, ministrará a palestra motivacional “Andanças” sobre sua experiência de 30 anos no agronegócio e o marketing no setor.

Sobre o Grupo Semex

O Grupo Semex, há mais de 35 anos no mercado, carrega o conceito de seruma fonte de soluções completas em genética bovina. No Brasil, écomposto pela central de comercialização, exportação e importação de sêmen Semex Brasil, a central de coleta e industrialização de sêmen Tairana, a central de produção e prestação de serviço Cenatte Embriões e a SRC Supply, que comercializa equipamentos para IA e saúde animal. Com exceção da última, as demais empresas fazem parte da Semex Alliance.

Informações para a Imprensa Grupo Publique

(11) 9.9105.2030 – carlos@publique.com – com Carlão da Publique

(11) 9.9382.1999 – assessoria@publique.com – com Priscila Pontes