A Tufubarina abriu suas porteiras para oferecer o que há de melhor em genética senepol. Trabalhando de maneira racional e sustentável, primando pela excelência genética, e com dedicação exclusiva à raça Senepol, o objetivo foi disponibilizar ao mercado uma seleção genética melhoradora.

Confira a cobertura que o Carlão da Publique fez nesse evento em nossa página do facebook

Grupo Publique foi recebido na OuroFino pelo diretor de novos negócios da área de saúde animal José Ricardo! A pauta foi debate sobre os cursos de inseminação artificial.

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“Feliz é o país que tem a ministra Izabella Teixeira, no Meio Ambiente, e a ministra Kátia Abreu, na Agricultura”, disse o presidente da Sociedade Nacional de Agricultura, Antonio Alvarenga, antes de entregar o colar de novo membro da Academia Nacional de Agricultura à Izabella Teixeira. A cerimônia foi realizada em São Paulo, no último dia 19 de novembro, e contou com a presença de várias personalidades importantes do agronegócio brasileiro.

“A ministra Izabella Teixeira tem, de sobra, bom senso, equilíbrio e conhecimento técnico; se não fossem ela e o ministro Aldo Rebello, o Código Florestal, que atende tanto os interesses dos ambientalistas quanto o interesse dos agricultores, ainda estaria empacado”, afirmou Alvarenga. Leia declarações da ministra Izabella Teixeira em sna.agr.br/?p=26866.

Outros membros, que passaram a integrar o time de pensadores da Academia, foram Arnaldo Jardim, secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo; Eliseu Alves, ex-presidente da Embrapa; João Guilherme Sabino Ometto, vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp); Gustavo Diniz Junqueira, presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB); Walter Horita, presidente do Grupo Horita, e Paulo Protásio, diretor da SNA e presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ).

Ao iniciar a reunião para dar posse aos novos membros da Academia, Alvarenga teceu algumas considerações sobre o cenário atual brasileiro.

“Estamos em meio a uma crise extraordinária, que foi construída pelo próprio governo, com uma infinidade de programas sociais, desonerações aleatórias, inchaço da máquina pública e outros desacertos”, ressaltou.

“Queremos um governo com austeridade e eficiência. Não aceitamos mais impostos, pois eles destroem a capacidade do setor privado de produzir riqueza. O Custo Brasil já é muito elevado”, ponderou.

 

 

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Alvarenga afirmou que o agronegócio tem um papel fundamental na solução da atual crise, pois é o único setor que tem apresentado um desempenho consistente. “A saída (para a crise) está no agronegócio e nas exportações. Nossa ministra incansável (Kátia Abreu) está no exterior, vendendo o Brasil, na Rússia, nos países árabes e na China; vamos exportar mais e nosso objetivo deve ser exportar com maior valor agregado”, enfatizou.

ALEGRIA

“Gostaria, primeiro, de manifestar a alegria por me tornar membro desta academia, de estar aqui e contribuir para uma nova fase da agricultura brasileira, mas principalmente, de estar junto com vários amigos e cúmplices. Segundo, quero destacar o fato de estar ocupando a cadeira do almirante Ibsen de Gusmão Câmara que foi, junto com o dr. Paulo Nogueira Neto, os dois mestres da minha carreira pública”, comemorou a ministra Izabella.

De acordo a ministra, o almirante foi mais do que uma fonte de inspiração, foi um amigo e, mesmo já muito velho e doente, ainda fazia referência aos desafios e à visão do futuro do Brasil, e a agricultura estava nessa visão, com menções objetivas de como deveria se proteger a biodiversidade no Brasil.

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RELEVÂNCIA

“Estamos empossando pessoas de grande relevância e impacto positivo para a nossa sociedade”, disse o presidente da Academia Nacional de Agricultura, da SNA, e da Associação Brasileira de Agronegócio (Abag), Luiz Carlos Carvalho, mais conhecido como Caio Carvalho.

Segundo ele, que ressaltou a importância da presença da ministra Izabella Teixeira no evento, em especial por causa da reunião de Paris (a COP 21), a Academia está definindo um sistema de trabalho para ter participação mais efetiva nas discussões do agronegócio.

“Atuamos no maior trabalho da terra, que é a agricultura e, sem dúvida alguma, ampliar a oferta de alimentos e de energias renováveis, de uma forma sustentável, é, de fato, a grande missão que destaca o Brasil em relação a outros países do mundo.”

Caio Carvalho lembrou que 10% do País corresponde à área urbana, 30% à área rural e 60% a florestas. “O Brasil é um país diferenciado e nós temos dificuldade de mostrar, internamente e externamente, essa grandeza”, ilustrou.

“O domínio da tecnologia tropical é uma característica do Brasil; os países que competem conosco, em sua maioria, ou são do mundo temperado ou, se são do mundo tropical, fizeram uma adaptação da tecnologia do mundo temperado para a realidade tropical”, comparou o presidente da Academia.

Neste sentido, ele também destacou a presença do dr. Eliseu Alves, “porque ele representa o início do processo da mais importante mudança que ocorreu no País, que que foi a busca da tecnologia tropical, dominando o cerrado e o manejo do solo de uma forma extraordinária, com respostas no nível de variedade ou de produção de grãos, fibras, açúcar, álcool, com alta produtividade, nos seus variados biomas”.

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TRABALHO INTEGRADO

Já Arnaldo Jardim, secretário de Agricultura de São Paulo, citou alguns aspectos importantes do pronunciamento da ministra Izabella. “Substituímos, há tempo, a convergência por uma disposição de trabalho integrado, o que tem um profundo simbolismo no que disse a ministra”, comentou e lembrou que “o mais extraordinário” programa de combustível renovável do mundo é o do Brasil, a partir do etanol.

“Podemos ir de cabeça erguida para Paris, por sermos um exemplo de agricultura sustentável, até porque a revolução causada pelo plantio direto, do ponto de vista de preservação, já valeria todo o protagonismo que o Brasil possa desempenhar”, analisou.

Além disso, Jardim afirmou que o País está trilhando um novo caminho, com a integração lavoura-pecuária-floresta, que vai abrir um rol de referências do ponto de vista do manejo da produção e de sistemas para aumentar a produtividade.

Uma questão que pode vir a ser um problema e que é preciso ser debatida, em sua opinião, é a dos agrotóxicos e dos agroquímicos. “Podemos ter uma racionalização no uso desses produtos, mas ir por um caminho onde se possa prescindir dos mesmos é totalmente desatualizado. Temos que preconizar o que disse a ministra Izabella, produção com proteção.”

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PRIVILÉGIO

Em seu pronunciamento, o ex-presidente da Embrapa Eliseu Alves fez um resumo sobre a sua trajetória no setor e destacou o privilégio de estudar nos Estados Unidos. Na época, disse ele, se pensava que a agricultura não ia bem por falta de conhecimento e de ciência, pois havia muito conhecimento em países de agricultura temperada, mas de agricultura tropical não existia.

Alves contou que teve a oportunidade de conviver com grandes pensadores, nos EUA, como o professor Schultz, que foi prêmio Nobel. “Ele e muitos outros me ensinaram uma coisa: trate de pensar, não trate de copiar; o que tem de mais importante aqui nos americanos é a vontade e a determinação em buscar coisas novas”, aconselharam.

De volta para o Brasil, ele integrou um grupo para entender porque, apesar de ter um bom programa de extensão e de crédito rural subsidiado, a produtividade de agricultura brasileira não aumentava. “Chegamos à conclusão de que o que faltava era uma boa instituição de pesquisa agrícola, e, em dezembro de 1972, nascia a Embrapa”, resumiu.

Como tínhamos um bom orçamento, estabelecido pelo então ministro da Fazenda, Delfim Netto, mandamos, vários pesquisadores estudarem nos EUA, Japão e Europa; isso contribuiu para a nossa agricultura ser hoje o que é, graças aos nossos agricultores, à Embrapa e à ciência.”

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INOVAÇÃO

“Dr. Eliseu falou com propriedade que a agricultura brasileira é um dos poucos setores da economia desse país que, de fato, fez diferente e buscou acertar, via inovação”, disse Gustavo Diniz Junqueira, presidente da SRB, ao tomar posse como novo membro da Academia.

Na visão de Junqueira, a Academia é um espaço para juntar pessoas. “Temos que trazer os profissionais do Ministério do Exterior para discutir como vamos colocar os produtos brasileiros e como os mesmos serão incorporados à agenda e ao cardápio dos consumidores mundiais”, sugeriu.

Em sua opinião, o Brasil tem condições de produzir o volume que for, com mais ou menos devastação. “A gente tem o controle fino da produção, além de capacidade de atacar os problemas que aparecem a toda safra, sejam pragas, sejam problemas governamentais ou transtornos de toda natureza.”

Por outro lado, ele comentou a colocação da ministra sobre como administrar a questão ambiental e integrar a preservação do ambiente e o ecossistema brasileiro. “Estes dois pilares estão bem administrados e bem endereçados; a gente tem entendido e saído na frente da comunidade mundial, para produzir de uma maneira diferente, para tentar inovar, mas o que me preocupa é que isso tem um custo muito grande”, ponderou.

“Temos a maior certificação, que é Código Florestal Brasileiro, portanto, o papel do Brasil, agora, é vender o que estamos fazendo aqui, afinal, nenhum outro lugar do mundo precisa dedicar parte do seu patrimônio para a sociedade mundial. Temos que vender o conceito de reserva legal e de APP para os outros países.”

 

 

 

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CONSTRUÇÃO DAS RIQUEZAS

“Temos de agradecer à Sociedade Nacional de Agricultura, que foi fundada em 1897, e também ao pessoal que trouxe o café que construiu a riqueza desse País, a infraestrutura das estradas de ferro, a revolução do Nelore, a revolução do cerrado, a tecnologia do capim e tantos outros feitos que ajudaram aumentar a produção brasileira”, ressaltou João Guilherme Sabino Ometto, vice-presidente da Fiesp.

Para ele, a Academia Nacional de Agricultura é muito relevante porque o Brasil está começando descobrir, agora, graças à balança de pagamento, que a agricultura é importante.

“A ideia de criar uma academia, um centro de pensamento, com esses homens valorosos, é fundamental para desmistificar tanta besteira e preconceito a respeito da agricultura, inclusive publicados nos livros didáticos”, comentou.

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CONVERGÊNCIA

Paulo Manuel Protásio, diretor da SNA e presidente da Associação Comercial do Estado do Rio de Janeiro (ACRJ), destacou o papel da Academia no sentido de criar um mote, no próximo ano, entre o urbano e o rural, e fazer com que essa convergência venha beneficiar as competências.

“As cidades brasileiras estão necessitadas dessa relação, até porque, no futuro, 95% das populações serão urbanas; o que vai ficar no campo é o essencial para termos um segmento produtivo de alta qualidade”, ilustrou.

“Se eu pudesse, converteria isso para uma necessidade política, mas vou deixar algo para se pensar: não há conserto para o País de cima para baixo e, até 2018, esqueçam Brasília; mas há um conserto extraordinário para o Brasil, de baixo para cima”, pontuou.

De acordo com Protásio, o desafio do Brasil, em termos de logística, continua e pouca coisa foi implementada. Nesse sentido, ele lembra que o PNLT (Plano Nacional de Logística e Transportes) surgiu há dez anos, as prioridades são conhecidas e todos os gargalos são monitorados.  “Temos tudo para integrar o Brasil a uma cadeia produtiva mundial, falta apenas fazer, empreender e, agora, com uma absoluta coerência da tecnologia”, sugeriu.

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ORGULHO

“Ter assento na Academia Nacional de Agricultura, junto a personalidades que compõem a inteligência do agronegócio brasileiro, é motivo de orgulho para mim; recebo essa incumbência com humildade e lhes asseguro que, de longe, é a de maior importância e maior responsabilidade entre todas que recebi”, ressaltou Walter Horita.

Segundo ele, na Academia estão os mais notáveis protagonistas da revolução verde brasileira, cada um na sua área, cada um na sua competência, mas todos dando a sua contribuição para a construção do País.

“Sinto-me muito honrado de estar representando a minha família e o agricultor brasileiro que, com muito arrojo, transformou o oeste baiano”, disse. “Espero, aqui, dar voz aos meus pares desta região produtora nas discussões que balizarão as políticas públicas no futuro.”

 

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CAPACIDADE PRODUTIVA

Também presente ao evento, em seu pronunciamento, o secretário e acadêmico João Carlos de Souza Meirelles ressaltou a importância do que a Academia pode fazer. E afirmou que um dos temas centrais, que precisa estar sempre sendo discutido, é a capacidade que o Brasil tem de produzir, e que possui todas as condições necessárias.

“Somos um país gigantesco, com variações edafoclimáticas que comportam quaisquer tipos de produção, temos a consciência preservacionista incorporada ao processo, ou seja, possuímos todas as ferramentas para nos debruçarmos no conceito moderno de cadeias produtivas; mas de nada adianta produzirmos uma espetacular colheita, se não agregarmos valor”, argumentou Meirelles.

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Finalizando a reunião de posse dos novos membros, o presidente da Academia Nacional de Agricultura/SNA, Caio Carvalho, afirmou que estabeleceu, em conjunto com o presidente da Sociedade Nacional de Agricultura, Antonio Alvarenga, a ideia de montar uma agenda com todos os acadêmicos para debater o Brasil e como é que a Academia pode ser, de fato, protagonista na história do agronegócio no mundo.

“Vamos discutir muito, o tempo todo, a visão do protagonismo, o comando para o processo de expansão de oferta, em uma lógica de sustentabilidade”, salientou. “A ministra Izabella, por exemplo, se posicionou aqui e eu gostaria de assinar embaixo, como um discurso meu. E não é isso que a gente sente na visão do governo atual, mas, sim, na visão dela, parabéns”, arrematou.

 

Por equipe SNA/SP

 

A partir deste mês, os pecuaristas, a rede de distribuição especializada e a mídia conhecerão a mais nova campanha de comunicação da Linha Pastagem, que traz o conceito “Aplicou, limpou”, uma abordagem funcional e inovadora para divulgar e promover seus herbicidas. O objetivo da campanha é comunicar o benefício da adoção dessa tecnologia para a eliminação de plantas daninhas, destacando o ganho em produtividade por meio do manejo adequado dos pastos, de forma simples e direta, estimulando a limpeza das pastagens, sem rebrota e otimizando recursos humanos e financeiros. “Para trazer essa realidade na campanha, evidenciamos o problema da invasão das plantas daninhas literalmente amarrando um animal magro e abatido, para representar que elas amarram o desenvolvimento do animal e a produtividade do pecuarista”, explica Felipe Daltro, gerente de marketing de Pastagem.A campanha também conta com a ação Operação Limpa Pasto, uma ativação no campo para chamar atenção para os resultados práticos e positivos da adoção dos herbicidas nas fazendas, por meio da identificação dos pastos limpos. Com 55 anos de liderança e tradição nesse setor, a Linha Pastagem oferece herbicidas, forrageiras e serviços que auxiliam o pecuarista a obter mais eficiência e produtividade no manejo de seus pastos. A Dow também oferece suporte técnico para a escolha dos defensivos mais adequados e sua correta e segura aplicação.

Dow e Rio 2016 Como “Empresa Química Oficial” dos Jogos Olímpicos, a Dow possui uma posição única como fornecedora de soluções inovadoras e mais sustentáveis que melhoram a experiência Olímpica para os territórios-sede, atletas e fãs em todos os lugares – na arena dos Jogos e em nossas vidas diárias. Nosso portfólio de produtos inovadores e de alta tecnologia oferece produtos mais sustentáveis para as necessidades mais desafiadoras dos Comitês Organizadores, governos locais, construtores e parceiros ligados aos Jogos.Sobre a Dow AgroSciencesA Dow AgroSciences, com sede em Indianápolis, Indiana, nos Estados Unidos, desenvolve soluções inovadoras para a proteção de cultivos e biotecnologia de plantas para atender aos desafios de um mundo em crescimento. A Dow AgroSciences é uma subsidiária em caráter integral da The Dow Chemical Company e obteve um volume de vendas global de US$ 7,3 bilhões em 2014.

 

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A Consolidação do PMGZ (Programa de Melhoramento Genético das Raças Zebuínas) ao longo dos anos

Esclarecimentos sobre uma incorreta abordagem veiculada na imprensa

​A respeito do texto veiculado em alguns veículos de imprensa, intitulado “ABCZ: Carlos Viacava defende investimentos em genética”, a ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu) entende por bem vir a público, por seu Presidente, exclusivamente para esclarecer a todos os criadores de zebu e, especialmente, aos seus associados, a realidade (contida nos seus arquivos e documentos) acerca do trecho daquele referido depoimento, onde o Sr. Viacava refere que a entidade, “nos últimos três anos”, “empenhou-se em ressuscitar seu programa”.

​Não é verdadeira a afirmação do Sr. Viacava. (A realidade pode ser confirmadacomo ditopor dados documentos oficiais)

​É verdade que nos últimos anos o PMGZ teve enorme evolução.

O que não coaduna com a realidade é a afirmação de que, neste período, a ABCZ tenha ressuscitado o PMGZ.

​O PMGZ, desde que criado, nunca morreu. E tem evolução contínua ao longo dos anos.

​A ABCZ, já nos longínquos idos de 2001 a 2004, centralizou o Banco de Dados do PMGZ, contratou mais técnicos para atender o Registro e o Melhoramento Genético, iniciou os programas de capacitação e ampliou o acesso ao programa.

​No período de 2004 a 2007 a ABCZ ampliou a participação do PMGZ em feiras e dias de campo, mantendo os programas de capacitação e investimentos em Tecnologia da Informação.

​Ainda em 2007 a ABCZ criou a Expogenética, um marco na valorização do PMGZ, e espaço democrático para divulgação de novas ferramentas de melhoramento.

​Nos últimos anos a ABCZ continuou investindo no PMGZ.

​A ABCZ ampliou o número de animais avaliados e criou o Programa Nacional de Avaliação de Touros (PNAT), que tem acelerado a identificação e testes de touros jovens, beneficiando uma enorme quantidade de rebanhos, com quase 50 mil doses distribuídas (além de viabilizar o acesso de novos criadores às centrais).

​Em 2012 as avaliações genéticas passaram a ser rodadas na própria ABCZ. A decisão, seguramente, foi a principal já tomada a respeito do PMGZ. E a maior conquista do programa.

​A ABCZ, de 2012 para cá, implantou um novo plano estratégico. Novos serviços e investimentos contínuos no desenvolvimento dos seus valorosos técnicos, no intuito de garantir que eles prestem um serviço cada vez melhor aos criadores, contribuindo para a melhoria da produtividade e competitividade da pecuária brasileira.

​A ABCZ tem consciência muito clara de estar fazendo um trabalho à altura da pecuária zebuína. Age ouvindo as entidades irmãs, que também representam os criadores e pecuaristas. Trabalha em conjunto com universidades e centros de pesquisas.

​A ABCZ, na gestão do PMGZ e demais assuntos, sempre age com muita transparência, realizando reuniões e eventos em todo o Brasil, todos abertos ao diálogo com criadores e técnicos interessados em contribuir com os rumos da nossa pecuária zebuína.

​O PMGZ sempre será encarado pela ABCZ como um trabalho em contínua evolução.

​A entidade sabe que os desafios de hoje são muito maiores do que os desafios do passado. Que precisa trabalhar em conjunto com as outras entidades. Ninguém faz nada sozinho.

​A postura aberta da ABCZ, sempre mantida ao longo dos últimos anos, é o grande trunfo que conduzirá a um PMGZ cada vez mais forte, eficiente e produtivo.

​A ABCZ aproveita o ensejo e agradece a todos os seus associados, criadores e parceiros, pela confiança que têm no nosso PMGZ e em toda a nossa equipe técnica.

Associação Brasileira dos Criadores de Zebu

Luiz Claudio Paranhos

Presidente

Evento que debate a cadeia produtiva da carne nos principais polos produtores do Brasil será realizado, pelo terceiro ano consecutivo, em Ji-Paraná.

O boi 7.7.7, parâmetro de produção que preconiza a busca por animais com 7@ na desmama, 7@ na recria e 7@ na engorda/terminação, para abate com 21@ aos 24 meses é o tema da terceira edição da etapa de Ji-Paraná do Circuito ExpoCorte, que começa amanhã, a partir das 8h, no Parque de Exposições Hermínio Victorelli, e vai até o dia 26 de novembro.

O evento chega a Ji-Paraná depois de passar por Cuiabá (MT), Campo Grande (MS), Uberaba (MG) e Araguaína, e ter reunido mais de 4,3 mil pessoas. “O Circuito ExpoCorte foi criado com o objetivo de difundir tecnologia e informação e fomentar o debate sobre a cadeia produtiva da carne”, explica Carla Tuccilio, diretora da Verum Eventos, empresa que organiza o Circuito ExpoCorte.

A etapa de Ji-Paraná, que está pelo terceiro ano consecutivo na cidade, conta coma co-realização da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária (SEAGRI) de Rondônia e da Associação Rural de Rondônia (ARR).

O evento, além do workshop, conta com uma feira de negócios que reúne as últimas novidades tecnológicas do setor. Estarão expondo em Ji-Paraná as empresas Minerva Foods, Zoetis, Phibro, DSM – Tortuga, Dow AgroScienses, Premix, Ouro Fino, Nutron, Beckhauser, CRI Genética, ABS Pecplan, Romancini, DeltaGen, Casale, Vitasal e Matsuda.

PROGRAMAÇÃO WORKSHOP

25 de novembro (quarta-feira)

BLOCO 1 – O AMBIENTE PRODUTIVO

HORÁRIO TEMA PALESTRANTE
8h – 9H Recepção dos participantes
9H – 9h40 Abertura dos trabalhos
9h40 – 10h10 Carne bovina no próximo triênio Micherl Torteli
10h10 – 10h40 Apresentação do conceito do boi 7.7.7 Diede Loureiro
10h40 – 11h O que as fazendas mais lucrativas da pecuária têm em comum?Bate-papo com os palestrantes Antonio Chaker
11h – 12h Bate-papo sobre o boi 7.7.7
12h – 14h Almoço

BLOCO 2 – 7@ DA VACA AO DESMAME

HORÁRIO TEMA PALESTRANTE
14h – 14h30 Nutrição fetal – O futuro do seu bezerro Pedro Veiga
14h30 – 15h Como a reprodução pode auxiliarna construção do Boi 7.7.7 Prof. Zequinha – José Luis Moraes Vasconcelos
15h – 15h30 Coffee breask
15h30 – 16h Melhorando o peso ao desmame Fabiano Alvim
16h – 16h30 Cuidados na desmama e recebimento dos animais Diede Loureiro
16h30 – 17h Case de Sucesso: O melhor reprodutor de bezerros do Brasil Rubinho Catenacci
17h – 18h Bate-papo com os palestrantes

26 de março (quinta-feira)

BLOCO 3 – 7@ DO DESMAME AO BOI MAGRO

HORÁRIO TEMA PALESTRANTE
9h – 9h30 Genética – Onde tudo começa Alexandre Zadra
9h30 – 10h Produção a pasto e sistemas integrados – bons tratos e alta produtividade Wagner Pires
10h – 10h30 Coffee Break
10h30 – 11h Eficiência de pastejo e sua integração com suplementos Lucas Farias Oliveira
11h – 11h30 Protocolo de suplementação Gustavo Siqueira
11h30 – 12h Bate-papo com os palestrantes

BLOCO 4 – 7@ DO BOI MAGRO AO BOI GORDO

HORÁRIO TEMA PALESTRANTE
14h – 14h30 Terminação a pasto Flavio Dutra
14h30 – 15h Peso ou acabamento? Flavio Dutra
15h – 16h30 Debate Final

Sobre o Circuito ExpoCorte
A edição de 2015 do Circuito ExpoCorte já passou por Cuiabá (MT), em março, com a participação de 1.100 pessoas; Campo Grande (MS), em julho, com 1.420 participantes; Uberaba (MG), em setembro, com 600 participantes; Araguaína, outubro, com mais de 1240 participantes e se encerra em Ji-Paraná (RO), nos dias 25 e 26 de novembro.

Mais informações www.circuitoexpocorte.com.br e www.facebook.com/expocorte

Com as novas metas, companhia incorpora a sustentabilidade em seu processo de inovação

A DuPont anunciou as metas de sustentabilidade para 2020, um passo importante nos mais de 25 anos de compromisso da empresa com o tema. Nas novas metas, a DuPont incorpora a sustentabilidade no processo de inovação e nos projetos de Pesquisa & Desenvolvimento, aprimorando ainda mais as ações para reduzir o impacto ambiental das suas unidades e elevando a segurança alimentar mundial.

Conectadas com a estratégia global de sustentabilidade da DuPont, a metas estão focadas na melhoria da Segurança Alimentar global e na redução do impacto ambiental, o que compreende a emissão de gases de efeito estufa, o consumo de energia e água e o tratamento de resíduos. Estes índices, inclusive, já são mensurados pela empresa como parte de suas atividades para reduzir os efeitos de suas operações no ambiente.

“Estamos dando continuidade à jornada de sustentabilidade da DuPont, de forma que todos os novos produtos previstos em nosso portfolio de inovação possam contribuir para um planeta mais seguro, mais saudável e mais sustentável até 2020”, afirma  Linda J. Fisher, vice-presidente para Segurança, Saúde e Ambiente e diretora de Sustentabilidade da DuPont. “Inovação e sustentabilidade são duas das maiores forças da DuPont e representam importantes oportunidades de crescimento para a empresa, capazes de gerar valor para nossos clientes, para o mercado e para a sociedade”, acrescenta Linda.

Todos os anos, a empresa reportará os benefícios quantificáveis em segurança, saúde e sustentabilidade decorrentes de novos produtos lançados até 2020.  Tais benefícios podem incluir prevenção ou redução de emissões de carbono, ganhos para o ecossistema, conservação ou melhorias na qualidade da água e melhores condições de segurança para os trabalhadores.

“Cada vez mais vemos clientes desejando fazer parcerias com a DuPont para gerar mais valor para seus consumidores por meio de iniciativas de sustentabilidade,” destaca Douglas Muzyka, vice-presidente sênior e diretor de Ciência & Tecnologia da DuPont. “Ao desenvolver proposições de valor para nossos novos produtos – da concepção à entrega, podemos produzir benefícios de sustentabilidade que proporcionam vantagens competitivas exclusivas para a DuPont e para seus clientes, além de gerar ganhos para acionistas e para sociedade.”

Para mais informações sobre as Metas de Sustentabilidade da DuPont para 2020, visitewww.sustainability.dupont.com.


Sobre a DuPont
Desde 1802, a DuPont traz ao mundo o melhor da Ciência em forma de produtos, materiais e serviços inovadores. A companhia acredita que por meio da colaboração com clientes, governos, ONGs e líderes de opinião é possível encontrar soluções para os desafios globais, provendo alimentos saudáveis e suficientes para a população mundial, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis e protegendo a vida e o meio ambiente. Acompanhe as atividades da empresa no Brasil pelo site www.dupont.com.br, Twitter @dupontbrasil ou You Tube (youtube.com/dupontdobrasil).

 Abaixo, as metas definadas até 2020.

1.      Metas de Inovação Sustentável | Criar um pipeline de inovação sustentável: a DuPont vai incorporar ainda mais a sustentabilidade em seu processo de inovação, contribuindo para um mundo mais seguro, mais saudável e mais sustentável. A cada ano, a empresa  avaliará o seu progresso, mensurando e informando os benefícios quantificáveis de segurança, saúde e sustentabilidade gerados por suas inovações.

2.      Metas de Segurança Alimentar: a partir de agora, os avanços em Segurança Alimentar serão reportados no Relatório de Sustentabilidade. Definidas em 2012, as três metas objetivam melhorar a qualidade e produtividade dos alimentos até 2020, além de contribuir para a melhor qualidade de vida das comunidades rurais e a inclusão de jovens na disseminação de boas práticas no campo. São elas:

§  Inovar para alimentar o mundo: desenvolver inovações para melhorar o valor nutricional, a segurança e a sustentabilidade agrícola, aumentando a disponibilidade e a durabilidade dos alimentos, além de reduzir o desperdício. Até 2020, a DuPont investirá US$ 10 bilhões em P&D para ajudar a alimentar o mundo. A empresa também vai desenvolver 4 mil novos produtos alinhados com a proposta da meta.

o   Desde 2012, a DuPont investiu US$ 3,7 bilhões em Pesquisa & Desenvolvimento de inovações para o mercado agrícola, resultando no lançamento de 2.335 produtos.

§  Engajar e educar jovens que vivem em comunidades rurais: seguir promovendo o envolvimento de 2 milhões de jovens de todo o mundo para disseminar conhecimento sobre alimentos e agricultura sustentável.

o   A DuPont já alcançou a meta definida para 2020, excendendo-a em 19.284 jovens engajados. A empresa vai manter as iniciativas de educação nas comunidades rurais, facilitando o envolvimento desses jovens em oportunidades educacionais.

§  Melhorar a vida no campo: contribuir para a subsistência de pelo menos 3 milhões de agricultores e de suas comunidades rurais.

o   Desde 2012, a DuPont contribuiu para a melhoria da qualidade de vida de 689.625 produtores rurais.

3.      Metas de Impacto Ambiental

§  Energia: reduzir o consumo de energia não renovável em 10% em comparação a 2010, considerando o preço ajustado a receita em dólar.

§  Reduzir as emissões de gases de efeito estufa: a companhia reduzirá ainda mais suas emissões de gases de efeito de estufa em 7% em relação a 2015.

§  Gerar menos resíduos: cada unidade de negócios da DuPont cumprirá uma meta de resíduos apropriada às suas operações até 2020.

§  Promover avanços no manejo da água: todas as instalações avaliadas com risco alto ou extremamente alto em relação ao uso da água estabelecerão planos de mitigação de riscos e cumprirão os objetivos de implementação prioritários até 2020.

Declarações de previsão:  Este comunicado de imprensa contém declarações de previsão que podem ser identificadas pelo uso de palavras como “planejar”, “esperar”, “acreditar”, “pretender”, “estimar”, “prever” ou outras expressões de significado semelhante.  Todas as declarações abordando expectativas ou projeções, entre elas as que incluem estratégia de crescimento da empresa, desenvolvimento de produtos, aprovação regulatória, posição no mercado, benefícios esperados de aquisições recentes, calendário dos benefícios esperados de ações de reestruturação, resultados de contingências, tais como processos judiciais e questões ambientais, despesas e resultados financeiros, são consideradas declarações de previsão.  Essas declarações não são garantia de desempenho futuro e são baseadas em certas suposições e expectativas de eventos futuros que podem não se realizar. As declarações de previsão também envolvem riscos e incertezas, muitos dos quais estão além do controle da empresa. Alguns dos fatores importantes que podem fazer com que os resultados reais da companhia sejam materialmente diferentes daqueles projetados nas declarações de previsão são: flutuações nos preços de energia e matérias-primas; falha no desenvolvimento e comercialização de novos produtos e na gerência do ciclo de vida dos produtos; capacidade de garantir aceitação no mercado e cumprir normas, regulamentos e políticas relacionados com produtos baseados em biotecnologia; litígios e questões ambientais; falha na gerência adequada da segurança dos processos e problemas na administração dos produtos; mudanças nas leis e regulamentos ou nas condições políticas, nas condições da economia global e no mercado de capitais, envolvendo, por exemplo, inflação, juros e taxas de câmbio; rupturas nos negócios ou suprimentos; ameaças à segurança tais como atos de sabotagem, terrorismo ou guerra, eventos climáticos e catástrofes naturais; capacidade de proteger e fazer valer os direitos de propriedade intelectual da empresa; integração bem sucedida de negócios adquiridos e alienações de ativos não estratégicos ou com desempenho sofrível, incluindo a capacidade de concretizar plenamente os benefícios esperados da separação de Performance Chemicals.  A empresa não se compromete a atualizar quaisquer declarações de previsão como resultado de novas informações ou desenvolvimentos futuros.

A convite da Editora Três e da Revista Dinheiro Rural, o presidente do Grupo Publique Carlão da Publique participou nesta manhã em São Paulo do Encontro de Líderes do Agronegócio.

 

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Atendendo a convite do Grupo Informa e do consultor Maurício Mendes, o presidente do Grupo Publique está em Campinas participando do Fórum Mega Agro, que debate as grandes questões da agricultura no momento.
O ex ministro Roberto Rodrigues fez a palestra de abertura do evento e discorreu sobre as questões que mais afligem o setor.
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Leilão encerra calendário de eventos comemorativos oferecendo volume, qualidade, facilidades no pagamento e frete gratuito

Para conseguir melhores resultados em precocidade e qualidade de carne é inevitável investir em tecnologias como o melhoramento genético. Este, aliás, é o caminho que leva ao aumento da taxa de desfrute do rebanho brasileiro. Pensando naqueles que desejam ingressar em uma pecuária moderna e lucrativa, a Senepol Nova Vida, sediada em Ariquemes (RO), promoverá um grande leilão de touros da raça Senepol em 2015: o 2º Leilão Virtual Elite Senepol Nova Vida Mega SEN – 100 Touros, que ocorre em 8 de dezembro, às 20 horas, com transmissão pelo Canal Rural.

Os clientes terão acesso a 100 touros jovens “JAJ” avaliados geneticamente, com andrológico positivo e prontos para monta natural. O afixo mencionado é uma referência ao fundador da propriedade, João Arantes Júnior, responsável pelas primeiras importações da raça, no ano 2.000. “São animais produtivos e que imprimem profundidade de carcaça, ganho de peso, precocidade e qualidade de carne em regime extensivo”, garantem os proprietários da Senepol Nova Vida, Ricardo Arantes e João Arantes Neto.

O sucesso da raça no País é tamanho que pecuaristas de Norte a Sul estão conseguindo abater animais meio-sangue Senepol aos 20 meses de idade, com peso de 18 arrobas, em média. Abates técnicos realizados apontam um incremento de até 30% em todas as etapas de produção, com impacto positivo também na lucratividade. E o melhor de tudo, 100% a pasto, o menor custo para se produzir pecuária hoje. “Esta é uma raça taurina com a rusticidade do zebu e que está presente em todo o mundo, principalmente nos países de clima tropical. Apenas nos últimos três anos, o rebanho controlado de Senepol saltou de 20 mil para mais de 50 mil cabeças no Brasil”, relatam os irmãos Arantes.

Em síntese, este é um panorama positivo também àqueles pecuaristas com condições de investir em plantel próprio, assim como já têm feito inúmeros parceiros da Senepol Nova Vida. O estado do Pará é um ótimo exemplo. Com auxílio da Nova Vida, um fazendeiro de lá pretende abater 20 mil bois e produzir 1.000 touros Senepol, a partir de 2.000 nascimentos previstos para até o final de dezembro. Em seu projeto comercial, o grande pecuarista alcançou uma taxa de prenhez superior a 80% e a expectativa é abatê-los com 20@ aos 20 meses de idade. São criados e recriados a pasto, com suplementação mineral e concentrado à base de milho na terminação.

Os animais meio-sangue Senepol desmamam com até uma arroba a mais de diferença em comparação às raças zebuínas puras e seguem bastante valorizados no mercado.

Grande oportunidade

Como já apresentado, o Senepol é uma verdadeira máquina de produzir carne a pasto, resultando ganhos em diferentes nichos do mercado de carne. Além do acesso facilitado à melhor genética e à oportunidade de ingressar na pecuária do futuro, o 2º Leilão Elite Senepol Nova Vida Mega SEN – 100 Touros ainda oferece outras vantagens adicionais, tais como pagamento facilitado em 36 parcelas (2+2+2+30) e frete “free” dentro da malha rodoviária, partindo de Rondônia.

Este será o maior leilão de touros Senepol de 2015 e encerra o calendário de eventos da propriedade, elaborado para comemorar os quinze anos do Senepol no Brasil.

Confira as condições no site www.senepolnovavida.com.br.

SERVIÇO

2º Leilão Virtual Elite Senepol Nova Vida Mega SEM – 100 Touros
Data: 8 de dezembro, às 20 horas
Transmissão: Canal Rural
Cadastro e Lances: (43) 3373-7077, na Programa Leilões
Promoção: Senepol Nova Vida
Informações: (11) 3773-8113 ou luizfernando@senepolnovavida.com

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